Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
ORTOCLINICA DR. ALLAN GARCES LTDA, sócio ALLAN QUADROS GARCES
ALLAN QUADROS GARCES é sócio/a pessoa física de ORTOCLINICA DR. ALLAN GARCES LTDA (CNPJ 03.684.332/0001-20), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Dr. Allan Garcês (camara), nome legal comparado: ALLAN QUADROS GARCES. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: ALLAN, GARCES, QUADROS.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
AKL ADMINISTRACAO E PARTICIPACOES LTDA, sócio ALLAN QUADROS GARCES
ALLAN QUADROS GARCES é sócio/a pessoa física de AKL ADMINISTRACAO E PARTICIPACOES LTDA (CNPJ 61.999.482/0001-20), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Dr. Allan Garcês (camara), nome legal comparado: ALLAN QUADROS GARCES. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: ALLAN, GARCES, QUADROS.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
CLINICA DE DERMATOLOGIA E ASSOCIADOS LTDA, sócio ALLAN QUADROS GARCES
ALLAN QUADROS GARCES é sócio/a pessoa física de CLINICA DE DERMATOLOGIA E ASSOCIADOS LTDA (CNPJ 08.655.542/0001-04), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Dr. Allan Garcês (camara), nome legal comparado: ALLAN QUADROS GARCES. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: ALLAN, GARCES, QUADROS.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LUCAS MATHEUS SANTOS OLIVEIRA ***.052.953-**. R$ 232.950 pagos pela cota em 15 despesas
Na campanha de 2022, Dr. Allan Garcês pagou R$ 5.417 a LUCAS MATHEUS SANTOS OLIVEIRA ***.052.953-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 232.950 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 15 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 38.471.836/0001-47. Atividade registrada: comercio varejista de calcados e artigos de viagem (CNAE 47822).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 232.950 em 15 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 5.417 em 5 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.417 da campanha e R$ 232.950 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
F. P. BORGES GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 16.454 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Dr. Allan Garcês pagou R$ 45.000 a F. P. BORGES GRAFICA E EDITORA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 16.454 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.829.743/0001-18. Atividade registrada: impressao de jornais livros revistas e outras publicacoes periodicas (CNAE 18113).
Quem pagou esta empresa
- Amanda Gentil (PP-MA), despesa de campanha: R$ 700.210 em 15 pagamentos em 2022
- Paulo Marinho Jr (PL-MA), despesa de campanha: R$ 330.128 em 20 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 95.300 em 15 pagamentos entre 2022 e 2026
- Marcelo Castro (MDB-PI), despesa de campanha: R$ 37.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 16.454 em 2 pagamentos em 2024
- Ministério do Planejamento e Orçamento, cartão corporativo do Governo Federal: R$ 1.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 45.000 da campanha e R$ 16.454 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LOCASEMPRE RENT A CAR LTDA.. R$ 39.667 pagos pela cota em 4 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Dr. Allan Garcês pagou R$ 39.667 a LOCASEMPRE RENT A CAR LTDA. com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 47.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 26.983.785/0001-53. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 47.000 em 3 pagamentos em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 39.667 em 4 pagamentos entre 2025 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 47.000 da campanha e R$ 39.667 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
L S COMERCIO E SERVICOS LTDA. R$ 100 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Dr. Allan Garcês pagou R$ 100 a L S COMERCIO E SERVICOS LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 293 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 12.125.791/0001-65. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Hildo Rocha (MDB-MA), despesa de campanha: R$ 260.000 em 8 pagamentos entre 2022 e 2026
- Duarte Jr. (AVANTE-MA), despesa de campanha: R$ 49.832 em 5 pagamentos entre 2022 e 2026
- Silvio Antonio (PL-MA), despesa de campanha: R$ 20.000 em 5 pagamentos em 2026
- Aluisio Mendes (REPUBLICANOS-MA), despesa de campanha: R$ 20.000 em 1 pagamento em 2022
- Gil Cutrim (REPUBLICANOS-MA), despesa de campanha: R$ 18.500 em 1 pagamento em 2022
- Ribeiro Neto (SOLIDARIEDADE-MA), despesa de campanha: R$ 9.500 em 4 pagamentos em 2022
- Márcio Honaiser (SOLIDARIEDADE-MA), despesa de campanha: R$ 8.780 em 1 pagamento em 2022
- Bira do Pindaré (PSB-MA), despesa de campanha: R$ 6.990 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 293 da campanha e R$ 100 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100