Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
HILDELIS DUARTE JUNIOR SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA, sócio HILDELIS SILVA DUARTE JUNIOR
HILDELIS SILVA DUARTE JUNIOR aparece como sócio(a) pessoa física de HILDELIS DUARTE JUNIOR SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA (CNPJ 64.849.951/0001-12), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Duarte Jr. (camara), nome legal comparado: HILDELIS SILVA DUARTE JUNIOR. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: DUARTE, HILDELIS, JUNIOR, SILVA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
INSTITUTO MERITO LTDA, sócio HILDELIS SILVA DUARTE JUNIOR
HILDELIS SILVA DUARTE JUNIOR aparece como sócio(a) pessoa física de INSTITUTO MERITO LTDA (CNPJ 08.172.233/0001-83), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Duarte Jr. (camara), nome legal comparado: HILDELIS SILVA DUARTE JUNIOR. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: DUARTE, HILDELIS, JUNIOR, SILVA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
A.C. SOUSA GALENO. R$ 73.000 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Duarte Jr. pagou R$ 178.000 a A.C. SOUSA GALENO com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 73.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 20.530.627/0001-61. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 178.000 em 16 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 73.000 em 4 pagamentos entre 2024 e 2025
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 15.960 em 6 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 178.000 da campanha e R$ 73.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
NOVA INDUSTRIA, COMERCIO E SERVICOS LTDA. R$ 60.200 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Duarte Jr. pagou R$ 426.895 a NOVA INDUSTRIA, COMERCIO E SERVICOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 60.200 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 86.863.412/0001-70. Atividade registrada: servicos de pre-impressao (CNAE 18211).
Quem pagou esta empresa
- Marreca Filho (PRD-MA), despesa de campanha: R$ 758.669 em 26 pagamentos em 2022
- Rubens Pereira Júnior (PT-MA), despesa de campanha: R$ 435.554 em 60 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 426.895 em 40 pagamentos em 2022
- Márcio Jerry (PCdoB-MA), despesa de campanha: R$ 302.452 em 27 pagamentos em 2022
- Pedro Lucas Fernandes (UNIÃO-MA), despesa de campanha: R$ 199.540 em 7 pagamentos em 2022
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 65.460 em 16 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 60.200 em 3 pagamentos em 2024
- Zé Carlos (PT-MA), despesa de campanha: R$ 25.900 em 2 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 426.895 da campanha e R$ 60.200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SONIA MARIA ASSAD MARTINS. R$ 20.000 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Duarte Jr. pagou R$ 72.160 a SONIA MARIA ASSAD MARTINS com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 20.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 41.501.537/0001-12. Atividade registrada: confeccao de pecas do vestuario exceto roupas intimas (CNAE 14126).
Quem pagou esta empresa
- Márcio Jerry (PCdoB-MA), despesa de campanha: R$ 110.400 em 19 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 97.160 em 6 pagamentos entre 2022 e 2026
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 39.600 em 7 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 20.000 em 2 pagamentos em 2023
- Simplício Araújo (SOLIDARIEDADE-MA), despesa de campanha: R$ 1.300 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 72.160 da campanha e R$ 20.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100