Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO AFONSO PENA LTDA. R$ 261.104 pagos pela cota em 42 despesas
Na campanha de 2022, Geraldo Resende pagou R$ 2.325 a AUTO POSTO AFONSO PENA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 261.104 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 42 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 31.471.133/0001-70. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 261.104 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- Loester Trutis (PL-MS), despesa de campanha: R$ 3.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.325 em 1 pagamento em 2022
- Soraya Thronicke (PSB-MS), cota parlamentar (Senado): R$ 1.191 em 6 pagamentos entre 2024 e 2026
- Camila Jara (PT-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.106 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marcos Pollon (PL-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 742 em 2 pagamentos em 2025
- Vander Loubet (PT-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 534 em 3 pagamentos entre 2024 e 2026
- Rodolfo Nogueira (PL-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 220 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.325 da campanha e R$ 261.104 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CHAVES E VENTURA LTDA. R$ 66.000 pagos pela cota em 11 despesas
Na campanha de 2022, Geraldo Resende pagou R$ 12.400 a CHAVES E VENTURA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 66.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 12.605.423/0001-14. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 66.000 em 11 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 12.400 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 12.400 da campanha e R$ 66.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
K A COMUNICACAO E EVENTOS LTDA. R$ 80.000 pagos pela cota em 7 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Geraldo Resende pagou R$ 80.000 a K A COMUNICACAO E EVENTOS LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 7 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 130.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 49.298.866/0001-10. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 480.198 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 130.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 130.000 da campanha e R$ 80.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
49.776.815 LUCIANA DE OLIVEIRA SGAMATE. R$ 51.650 pagos pela cota em 4 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Geraldo Resende pagou R$ 51.650 a 49.776.815 LUCIANA DE OLIVEIRA SGAMATE com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 154.600 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 49.776.815/0001-56. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 154.600 em 3 pagamentos em 2026
- Rodolfo Nogueira (PL-MS), despesa de campanha: R$ 120.026 em 6 pagamentos em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 51.650 em 4 pagamentos entre 2025 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 154.600 da campanha e R$ 51.650 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MACHADO DE ARAUJO CORRETORA DE IMOVEIS LTDA. R$ 24.819 pagos pela cota em 7 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Geraldo Resende pagou R$ 24.819 a MACHADO DE ARAUJO CORRETORA DE IMOVEIS LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 7 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 3.794 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 14.092.341/0001-49. Atividade registrada: intermediacao na compra, venda e aluguel de imoveis (CNAE 68218).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 24.819 em 7 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.794 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.794 da campanha e R$ 24.819 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MERCURY COMUNICACOES LTDA. R$ 2.000 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Geraldo Resende pagou R$ 3.000 a MERCURY COMUNICACOES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.965.517/0001-64. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- Tereza Cristina (PP-MS), despesa de campanha: R$ 10.000 em 1 pagamento em 2022
- Fábio Trad (PSD-MS), despesa de campanha: R$ 6.750 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- Rodolfo Nogueira (PL-MS), despesa de campanha: R$ 5.100 em 1 pagamento em 2022
- Loester Trutis (PL-MS), despesa de campanha: R$ 5.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.000 em 1 pagamento em 2022
- Rose Modesto (UNIÃO-MS), despesa de campanha: R$ 3.000 em 1 pagamento em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.000 em 2 pagamentos em 2023
- Tereza Cristina (PP-MS), cota parlamentar (Senado): R$ 2.000 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.000 da campanha e R$ 2.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LOBO OLAH SOFTWARE LTDA. R$ 540 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Geraldo Resende pagou R$ 1.500 a LOBO OLAH SOFTWARE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 540 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 14.653.043/0001-80. Atividade registrada: tratamento de dados provedores de servicos de aplicacao e servicos de hospedagem na internet (CNAE 63119).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.500 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 540 em 3 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.500 da campanha e R$ 540 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 4.476 pagos pela cota em 4 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Geraldo Resende pagou R$ 4.476 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 10.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade, exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.000 da campanha e R$ 4.476 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100