Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
CELIA XAKRIABA PRODUCOES LTDA, sócio CELIA NUNES CORREA
CELIA NUNES CORREA aparece como sócio(a) pessoa física de CELIA XAKRIABA PRODUCOES LTDA (CNPJ 61.849.358/0001-88), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Célia Xakriabá (camara), nome legal comparado: CÉLIA NUNES CORREA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: CELIA, CORREA, NUNES.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
DIONISIO FERREIRA DO VALE NETO 64112837291. R$ 288.282 pagos pela cota em 39 despesas
Célia Xakriabá destinou R$ 1.704.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a DIONISIO FERREIRA DO VALE NETO 64112837291. Separadamente, o gabinete pagou R$ 288.282 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (39 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 31.717.417/0001-01.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 288.282 em 39 pagamentos entre 2023 e 2026
- Eduardo Velloso (SOLIDARIEDADE-AC), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.000 em 1 pagamento em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 700 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LOCADORA DE VEICULOS FLORESTA LTDA. R$ 115.874 pagos pela cota em 15 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Célia Xakriabá pagou R$ 115.874 a LOCADORA DE VEICULOS FLORESTA LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 15 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 36.649 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 07.560.718/0001-81. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 389.082 em 75 pagamentos entre 2023 e 2026
- Mauro Lopes (PP-MG), despesa de campanha: R$ 61.331 em 20 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 36.649 em 4 pagamentos em 2026
- Reginaldo Lopes (PT-MG), despesa de campanha: R$ 32.736 em 4 pagamentos em 2026
- Ana Pimentel (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 31.081 em 5 pagamentos em 2026
- Emidinho Madeira (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 22.000 em 4 pagamentos em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 36.649 da campanha e R$ 115.874 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DIONISIO FERREIRA DO VALE NETO ***.128.372-**. R$ 66.558 pagos pela cota em 7 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Célia Xakriabá pagou R$ 66.558 a DIONISIO FERREIRA DO VALE NETO ***.128.372-** com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 7 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 700 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 31.717.417/0001-01. Atividade registrada: atividades de pos-producao cinematografica, de videos e de programas de televisao (CNAE 59120).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 288.282 em 39 pagamentos entre 2023 e 2026
- Eduardo Velloso (SOLIDARIEDADE-AC), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.000 em 1 pagamento em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 700 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 700 da campanha e R$ 66.558 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JULIANA ALMEIDA RANGEL ***.835.145-**. R$ 15.000 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Célia Xakriabá pagou R$ 9.500 a JULIANA ALMEIDA RANGEL ***.835.145-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 15.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 29.610.764/0001-80. Atividade registrada: atividades de pos-producao cinematografica de videos e de programas de televisao (CNAE 59120).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 15.000 em 2 pagamentos em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 9.500 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 9.500 da campanha e R$ 15.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Juliana Almeida Rangel 01383514577. R$ 15.000 pagos pela cota em 2 despesas
Célia Xakriabá destinou R$ 1.704.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Juliana Almeida Rangel 01383514577. Separadamente, o gabinete pagou R$ 15.000 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (2 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 29.610.764/0001-80.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 15.000 em 2 pagamentos em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 9.500 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
IV GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 5.500 pagos pela cota em 2 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Célia Xakriabá pagou R$ 5.500 a IV GRAFICA E EDITORA LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 144.400 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 32.410.827/0001-60. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- Emidinho Madeira (PL-MG), despesa de campanha: R$ 400.000 em 3 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 144.400 em 14 pagamentos em 2026
- Bruno Farias (REPUBLICANOS-MG), despesa de campanha: R$ 71.500 em 15 pagamentos em 2026
- Luis Tibé (AVANTE-MG), despesa de campanha: R$ 52.705 em 8 pagamentos em 2022
- Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), despesa de campanha: R$ 33.750 em 4 pagamentos em 2026
- Bruno Farias (REPUBLICANOS-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 8.800 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.500 em 2 pagamentos em 2026
- Greyce Elias (PL-MG), despesa de campanha: R$ 1.150 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 144.400 da campanha e R$ 5.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 65 de 100