Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CIF CIA DE INTEGRACAO FLORESTAL LTDA. R$ 365.969 pagos pela cota em 43 despesas
Na campanha de 2022, Ana Paula Leão pagou R$ 8.752 a CIF CIA DE INTEGRACAO FLORESTAL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 365.969 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 43 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 25.654.708/0001-97. Atividade registrada: producao florestal - florestas plantadas (CNAE 02101).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 365.969 em 43 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 8.752 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 8.752 da campanha e R$ 365.969 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DOMINIUM INFORMATICA LTDA. R$ 83.620 pagos pela cota em 41 despesas
Na campanha de 2022, Ana Paula Leão pagou R$ 1.785 a DOMINIUM INFORMATICA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 83.620 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 41 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 67.687.012/0001-07. Atividade registrada: comercio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informatica (CNAE 47512).
Quem pagou esta empresa
- Baleia Rossi (MDB-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 153.710 em 35 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 83.620 em 41 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.785 em 3 pagamentos em 2022
- Ricardo Silva (PSD-SP), despesa de campanha: R$ 1.071 em 1 pagamento em 2022
- Baleia Rossi (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 970 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.785 da campanha e R$ 83.620 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MARLUCIO FERREIRA DOS SANTOS. R$ 47.000 pagos pela cota em 18 despesas
Na campanha de 2022, Ana Paula Leão pagou R$ 50.000 a MARLUCIO FERREIRA DOS SANTOS com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 47.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 18 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 36.169.341/0001-32. Atividade registrada: atividades fotograficas e similares (CNAE 74200).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 50.000 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 47.000 em 18 pagamentos entre 2023 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 50.000 da campanha e R$ 47.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PIAUHY E MAMERI AUTO POSTO LTDA. R$ 27.488 pagos pela cota em 102 despesas
Na campanha de 2022, Ana Paula Leão pagou R$ 6.372 a PIAUHY E MAMERI AUTO POSTO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 27.488 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 102 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 86.539.418/0001-97. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 27.488 em 102 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 6.372 em 6 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.372 da campanha e R$ 27.488 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
INTELLIGENTSIA ATTITUDE COMUNICACAO LTDA. R$ 15.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Ana Paula Leão pagou R$ 114.000 a INTELLIGENTSIA ATTITUDE COMUNICACAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 15.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.176.905/0001-05. Atividade registrada: agencias de publicidade (CNAE 73114).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 114.000 em 1 pagamento em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 15.000 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 114.000 da campanha e R$ 15.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EDITORA E GRAFICA 2020 LTDA. R$ 5.760 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Ana Paula Leão pagou R$ 244.707 a EDITORA E GRAFICA 2020 LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.760 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 15.261.163/0001-03. Atividade registrada: edicao de cadastros listas e outros produtos graficos (CNAE 58191).
Quem pagou esta empresa
- Weliton Prado (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 688.546 em 219 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 244.707 em 47 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.760 em 3 pagamentos entre 2024 e 2025
- Weliton Prado (PSD-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.550 em 1 pagamento em 2024
- Gilmar Machado (PT-MG), despesa de campanha: R$ 1.840 em 5 pagamentos em 2022
- Miguel Ângelo (PT-MG), despesa de campanha: R$ 1.100 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 244.707 da campanha e R$ 5.760 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EDWARD DUARTE JORGE. R$ 10.000 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Ana Paula Leão pagou R$ 10.000 a EDWARD DUARTE JORGE com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 200.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 12.126.478/0001-41. Atividade registrada: atividades de producao cinematografica, de videos e de programas de televisao (CNAE 59111).
Quem pagou esta empresa
- Izalci Lucas (PL-DF), cota parlamentar (Senado): R$ 850.678 em 37 pagamentos entre 2023 e 2026
- Izalci Lucas (PL-DF), despesa de campanha: R$ 280.000 em 2 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 200.000 em 1 pagamento em 2026
- Ricardo Silva (PSD-SP), despesa de campanha: R$ 100.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 10.000 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 200.000 da campanha e R$ 10.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 65 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO JARDIM ALTAMIRA LTDA. R$ 70 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Ana Paula Leão pagou R$ 6.614 a POSTO JARDIM ALTAMIRA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 70 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 14.449.354/0001-22. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 6.614 em 9 pagamentos em 2018
- Zé Vitor (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 240 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 70 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.614 da campanha e R$ 70 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Sobrenomes em comum com sócio de fornecedor
F&B COMERCIO DE VARIEDADES LTDA, sócio FRANCIELLE FLORES DE PAULA ALVES. R$ 272 pagos pela cota em 1 despesa
FRANCIELLE FLORES DE PAULA ALVES é sócio/a de F&B COMERCIO DE VARIEDADES LTDA (CNPJ 34.904.424/0001-00), empresa que recebeu R$ 271,80 em 1 despesa(s) de Ana Paula Leão. Sobrenomes comuns: PAULA.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 272 em 1 pagamento em 2026
índice de semelhança 35 de 100