O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GRAFTEC GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 121.674 pagos pela cota em 9 despesas
Na campanha de 2022, Juliana Cardoso pagou R$ 204.508 a GRAFTEC GRAFICA E EDITORA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 121.674 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.059.685/0001-00. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 204.508 em 41 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 121.674 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- Alfredinho (PT-SP), despesa de campanha: R$ 94.494 em 37 pagamentos entre 2018 e 2022
- Alfredinho (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 64.850 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 204.508 da campanha e R$ 121.674 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
WF PRINT SOLUCOES GRAFICAS LTDA. R$ 35.240 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2022, Juliana Cardoso pagou R$ 37.368 a WF PRINT SOLUCOES GRAFICAS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 35.240 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 23.958.694/0001-70. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 72.748 em 39 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 35.240 em 5 pagamentos entre 2023 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 37.368 da campanha e R$ 35.240 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
RAV SERVICOS GRAFICOS LTDA.. R$ 26.000 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Juliana Cardoso pagou R$ 290.890 a RAV SERVICOS GRAFICOS LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 26.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.227.366/0001-00. Atividade registrada: impressao de jornais livros revistas e outras publicacoes periodicas (CNAE 18113).
Quem pagou esta empresa
- Guilherme Boulos (PSOL-SP), despesa de campanha: R$ 341.276 em 102 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 290.890 em 63 pagamentos em 2022
- Saulo Pedroso (PSD-SP), despesa de campanha: R$ 27.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 26.000 em 2 pagamentos entre 2023 e 2025
- Carlos Zarattini (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.980 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 290.890 da campanha e R$ 26.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
GAZETA DE SAO MATEUS LTDA. R$ 1.500 pagos pela cota em 1 despesa
Juliana Cardoso destinou R$ 4.200.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a GAZETA DE SAO MATEUS LTDA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 1.500 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (1 despesa). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 19.851.162/0001-61.
Quem pagou esta empresa
- Felipe Becari (PODE-SP), despesa de campanha: R$ 3.000 em 1 pagamento em 2026
- Luiza Erundina (PSOL-SP), despesa de campanha: R$ 2.500 em 1 pagamento em 2022
- Enrico Misasi (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 2.500 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.500 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.500 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GAZETA DE SAO MATEUS LTDA. R$ 1.500 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Juliana Cardoso pagou R$ 2.500 a GAZETA DE SAO MATEUS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 19.851.162/0001-61. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- Felipe Becari (PODE-SP), despesa de campanha: R$ 3.000 em 1 pagamento em 2026
- Luiza Erundina (PSOL-SP), despesa de campanha: R$ 2.500 em 1 pagamento em 2022
- Enrico Misasi (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 2.500 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.500 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.500 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.500 da campanha e R$ 1.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
KALUNGA COMERCIO E INDUSTRIA GRAFICA LTDA. R$ 864 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2018, Juliana Cardoso pagou R$ 1.447 a KALUNGA COMERCIO E INDUSTRIA GRAFICA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 864 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 43.283.811/0030-94. Atividade registrada: comercio atacadista de artigos de escritorio e de papelaria; livros jornais e outras publicacoes (CNAE 46478).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.548 em 24 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 864 em 2 pagamentos em 2024
- Ministério do Planejamento e Orçamento, cartão corporativo do Governo Federal: R$ 848 em 2 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.447 da campanha e R$ 864 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EMPRESA JORNALISTICA FOLHA DE VILA PRUDENTE LTDA. R$ 400 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Juliana Cardoso pagou R$ 900 a EMPRESA JORNALISTICA FOLHA DE VILA PRUDENTE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 400 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 67.335.414/0001-42. Atividade registrada: edicao de livros (CNAE 58115).
Quem pagou esta empresa
- Fausto Pinato (UNIÃO-SP), despesa de campanha: R$ 10.800 em 1 pagamento em 2018
- Eleuses Paiva (PSD-SP), despesa de campanha: R$ 8.100 em 5 pagamentos em 2018
- Cezinha de Madureira (PL-SP), despesa de campanha: R$ 4.480 em 2 pagamentos em 2026
- Luiza Erundina (PSOL-SP), despesa de campanha: R$ 3.150 em 1 pagamento em 2022
- Mara Gabrilli (PSD-SP), despesa de campanha: R$ 1.800 em 1 pagamento em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 900 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 400 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 900 da campanha e R$ 400 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA.. R$ 12.494 pagos pela cota em 66 despesas
Na campanha de 2022, Juliana Cardoso pagou R$ 15.000 a GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 12.494 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 66 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 06.990.590/0001-23. Atividade registrada: portais provedores de conteudo e outros servicos de informacao na internet (CNAE 63194).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 58.494.158 em 56 pagamentos entre 2018 e 2022
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 528.000 em 11 pagamentos em 2022
- Danilo Forte (PP-CE), despesa de campanha: R$ 521.000 em 8 pagamentos entre 2018 e 2022
- Romário (S/Partido-RJ), despesa de campanha: R$ 499.986 em 3 pagamentos em 2022
- Alberto Mourão (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 440.000 em 7 pagamentos em 2022
- Deltan Dallagnol (PODE-PR), despesa de campanha: R$ 440.000 em 10 pagamentos em 2022
- Marcos Pollon (PL-MS), despesa de campanha: R$ 410.000 em 6 pagamentos em 2022
- Ricardo Salles (NOVO-SP), despesa de campanha: R$ 387.000 em 7 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 15.000 da campanha e R$ 12.494 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100