Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
CLINICA MEDICA DR GEORGE MORAIS LTDA, sócio FLAVIA CARREIRO ALBUQUERQUE MORAIS
FLAVIA CARREIRO ALBUQUERQUE MORAIS é sócio/a pessoa física de CLINICA MEDICA DR GEORGE MORAIS LTDA (CNPJ 02.731.013/0001-66), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Flávia Morais (camara), nome legal comparado: FLAVIA CARREIRO ALBUQUERQUE MORAIS. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: ALBUQUERQUE, CARREIRO, FLAVIA, MORAIS.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
ASSOCIACAO COMUNITARIA DOS MENSAGEIROS DA SAUDE DE SANTA BARBARA DE GOIAS, sócio FLAVIA CARREIRO ALBUQUERQUE MORAIS
FLAVIA CARREIRO ALBUQUERQUE MORAIS é sócio/a pessoa física de ASSOCIACAO COMUNITARIA DOS MENSAGEIROS DA SAUDE DE SANTA BARBARA DE GOIAS (CNPJ 02.986.680/0001-90), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Flávia Morais (camara), nome legal comparado: FLAVIA CARREIRO ALBUQUERQUE MORAIS. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: ALBUQUERQUE, CARREIRO, FLAVIA, MORAIS.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
CAIXA ESCOLAR CORACAO DE MAE, sócio FLAVIA CARREIRO ALBUQUERQUE MORAIS
FLAVIA CARREIRO ALBUQUERQUE MORAIS é sócio/a pessoa física de CAIXA ESCOLAR CORACAO DE MAE (CNPJ 00.726.447/0001-42), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Flávia Morais (camara), nome legal comparado: FLAVIA CARREIRO ALBUQUERQUE MORAIS. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: ALBUQUERQUE, CARREIRO, FLAVIA, MORAIS.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AAZ ASSESSORIA DE IMPRENSA E COMUNICACAO - EIRELI. R$ 495.000 pagos pela cota em 33 despesas
Na campanha de 2018, Flávia Morais pagou R$ 10.000 a AAZ ASSESSORIA DE IMPRENSA E COMUNICACAO - EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 495.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 33 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 27.203.299/0001-38. Atividade registrada: atividades de consultoria em gestao empresarial (CNAE 70204).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 495.000 em 33 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 10.000 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.000 da campanha e R$ 495.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
45.929.207 LUIS FERNANDO SOARES ABRANTES. R$ 48.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Flávia Morais pagou R$ 269.000 a 45.929.207 LUIS FERNANDO SOARES ABRANTES com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 48.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 45.929.207/0001-83. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 269.000 em 2 pagamentos em 2022
- Marussa Boldrin (REPUBLICANOS-GO), despesa de campanha: R$ 222.200 em 11 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 48.000 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 269.000 da campanha e R$ 48.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TRIADE AGRIBUSINESS E ADMINISTRACAO DE BENS PROPRIOS LTDA. R$ 16.872 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2018, Flávia Morais pagou R$ 5.000 a TRIADE AGRIBUSINESS E ADMINISTRACAO DE BENS PROPRIOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 16.872 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 20.043.752/0001-47. Atividade registrada: criacao de bovinos (CNAE 01512).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 16.872 em 4 pagamentos em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 11.000 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.000 da campanha e R$ 16.872 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
BATISTA E ESTANISLAU LTDA. R$ 516 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2018, Flávia Morais pagou R$ 150 a BATISTA E ESTANISLAU LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 516 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.242.009/0001-22. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- José Nelto (UNIÃO-GO), cota parlamentar (Câmara): R$ 4.061 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 516 em 3 pagamentos em 2024
- Gustavo Gayer (PL-GO), cota parlamentar (Câmara): R$ 236 em 1 pagamento em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 150 em 1 pagamento em 2018
- Adriano do Baldy (PP-GO), cota parlamentar (Câmara): R$ 117 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 150 da campanha e R$ 516 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO PIRANHAS EIRELI. R$ 500 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Flávia Morais pagou R$ 1.540 a AUTO POSTO PIRANHAS EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 25.132.572/0001-55. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.540 em 2 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 500 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.540 da campanha e R$ 500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GASOX COMERCIO DE COMBUSTIVEIS E DERIVADOS DE PETROLEO LTDA. R$ 330 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2018, Flávia Morais pagou R$ 150 a GASOX COMERCIO DE COMBUSTIVEIS E DERIVADOS DE PETROLEO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 330 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.408.311/0001-08. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Adriano do Baldy (PP-GO), despesa de campanha: R$ 1.500 em 12 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 330 em 2 pagamentos em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 150 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 150 da campanha e R$ 330 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO FLORES DE GOIAS LTDA. R$ 155 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Flávia Morais pagou R$ 5.000 a AUTO POSTO FLORES DE GOIAS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 155 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.582.003/0001-43. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 5.000 em 2 pagamentos em 2018
- Alice Portugal (PCdoB-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 496 em 2 pagamentos em 2024
- Arthur Oliveira Maia (UNIÃO-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 288 em 1 pagamento em 2025
- Presidência da República, cartão corporativo do Governo Federal: R$ 186 em 1 pagamento em 2026
- Fernando Rodolfo (PRD-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 175 em 1 pagamento em 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 155 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.000 da campanha e R$ 155 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100