Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
LUDS COMERCIO DE CONFECCOES LTDA, sócio DAIANA SILVA DOS SANTOS
DAIANA SILVA DOS SANTOS é sócio/a pessoa física de LUDS COMERCIO DE CONFECCOES LTDA (CNPJ 08.360.615/0001-30), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Daiana Santos (camara), nome legal comparado: DAIANA SILVA DOS SANTOS. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: DAIANA, SANTOS, SILVA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ANS IMPRESSOES GRAFICAS LTDA.. R$ 46.909 pagos pela cota em 29 despesas
Na campanha de 2022, Daiana Santos pagou R$ 283 a ANS IMPRESSOES GRAFICAS LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 46.909 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 29 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.677.050/0001-21. Atividade registrada: fabricacao de produtos de papel cartolina papel-cartao e papelao ondulado para uso comercial e de es (CNAE 17419).
Quem pagou esta empresa
- Any Ortiz (PP-RS), despesa de campanha: R$ 698.770 em 59 pagamentos entre 2022 e 2026
- Onyx Lorenzoni (PL-RS), despesa de campanha: R$ 267.500 em 2 pagamentos em 2026
- Covatti Filho (PP-RS), despesa de campanha: R$ 177.365 em 36 pagamentos entre 2018 e 2022
- Pompeo de Mattos (PDT-RS), despesa de campanha: R$ 165.696 em 8 pagamentos entre 2018 e 2026
- Henrique Fontana (PT-RS), despesa de campanha: R$ 123.526 em 113 pagamentos em 2018
- Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), despesa de campanha: R$ 122.128 em 54 pagamentos entre 2022 e 2026
- Marcel van Hattem (NOVO-RS), despesa de campanha: R$ 106.902 em 13 pagamentos em 2022
- Liziane Bayer (REPUBLICANOS-RS), despesa de campanha: R$ 88.420 em 8 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 283 da campanha e R$ 46.909 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
JOÃO PEDRO DOS SANTOS DALCIN. R$ 7.200 pagos pela cota em 4 despesas
Daiana Santos destinou R$ 2.500.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a JOÃO PEDRO DOS SANTOS DALCIN. Separadamente, o gabinete pagou R$ 7.200 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (4 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 56.251.071/0001-11.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 72.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 7.200 em 4 pagamentos entre 2025 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. R$ 4.035 pagos pela cota em 6 despesas
Daiana Santos destinou R$ 2.500.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. Separadamente, o gabinete pagou R$ 4.035 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (6 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 13.347.016/0001-17.
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
RBS ZERO HORA EDITORA JORNALISTICA S-A. R$ 1.968 pagos pela cota em 47 despesas
Daiana Santos destinou R$ 2.500.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a RBS ZERO HORA EDITORA JORNALISTICA S-A. Separadamente, o gabinete pagou R$ 1.968 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (47 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 92.821.701/0001-00.
Quem pagou esta empresa
- Marcelo Moraes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 233.400 em 4 pagamentos em 2018
- Fernanda Melchionna (PSOL-RS), despesa de campanha: R$ 119.298 em 7 pagamentos entre 2018 e 2026
- Lucas Redecker (PSD-RS), despesa de campanha: R$ 108.751 em 5 pagamentos entre 2018 e 2026
- Bibo Nunes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 47.895 em 4 pagamentos entre 2018 e 2022
- Hamilton Mourão (REPUBLICANOS-RS), despesa de campanha: R$ 41.102 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 13.076 em 2 pagamentos em 2022
- Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS), despesa de campanha: R$ 11.066 em 2 pagamentos em 2022
- Alceu Moreira (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 10.875 em 43 pagamentos entre 2023 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
RBS - ZERO HORA EDITORA JORNALISTICA S.A.. R$ 1.968 pagos pela cota em 47 despesas
Na campanha de 2022, Daiana Santos pagou R$ 13.076 a RBS - ZERO HORA EDITORA JORNALISTICA S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.968 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 47 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 92.821.701/0001-00. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- Marcelo Moraes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 233.400 em 4 pagamentos em 2018
- Fernanda Melchionna (PSOL-RS), despesa de campanha: R$ 119.298 em 7 pagamentos entre 2018 e 2026
- Lucas Redecker (PSD-RS), despesa de campanha: R$ 108.751 em 5 pagamentos entre 2018 e 2026
- Bibo Nunes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 47.895 em 4 pagamentos entre 2018 e 2022
- Hamilton Mourão (REPUBLICANOS-RS), despesa de campanha: R$ 41.102 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 13.076 em 2 pagamentos em 2022
- Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS), despesa de campanha: R$ 11.066 em 2 pagamentos em 2022
- Alceu Moreira (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 10.875 em 43 pagamentos entre 2023 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 13.076 da campanha e R$ 1.968 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
F H COMERCIO DE COMBUSTIVEIS EIRELI. R$ 1.275 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2022, Daiana Santos pagou R$ 425 a F H COMERCIO DE COMBUSTIVEIS EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.275 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.662.972/0004-08. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Maria do Rosário (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 13.087 em 88 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.275 em 8 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 425 em 2 pagamentos em 2022
- Ronaldo Nogueira (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 95 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 425 da campanha e R$ 1.275 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DALCIN COMUNICACAO LTDA. R$ 7.200 pagos pela cota em 4 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Daiana Santos pagou R$ 7.200 a DALCIN COMUNICACAO LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 72.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 56.251.071/0001-11. Atividade registrada: atividades de producao cinematografica, de videos e de programas de televisao (CNAE 59111).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 72.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 7.200 em 4 pagamentos entre 2025 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 72.000 da campanha e R$ 7.200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 65 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COPY MUNDI LTDA. R$ 1.550 pagos pela cota em 4 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Daiana Santos pagou R$ 1.550 a COPY MUNDI LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 2.415 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 08.608.434/0001-80. Atividade registrada: fotocopias, preparacao de documentos e outros servicos especializados de apoio administrativo (CNAE 82199).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 7.124 em 13 pagamentos entre 2023 e 2026
- Ministério do Planejamento e Orçamento, cartão corporativo do Governo Federal: R$ 5.657 em 8 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.415 em 3 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.415 da campanha e R$ 1.550 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 60 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
VIACAO OURO E PRATA SA. R$ 578 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Daiana Santos pagou R$ 103 a VIACAO OURO E PRATA SA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 578 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 92.954.106/0001-42. Atividade registrada: transporte rodoviario coletivo de passageiros com itinerario fixo intermunicipal interestadual e int (CNAE 49221).
Quem pagou esta empresa
- Bohn Gass (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 37.044 em 105 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marcel van Hattem (NOVO-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 8.248 em 24 pagamentos entre 2023 e 2026
- Sanderson (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 6.445 em 18 pagamentos entre 2023 e 2026
- Fernanda Melchionna (PSOL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 4.858 em 31 pagamentos entre 2023 e 2026
- Bibo Nunes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 3.153 em 52 pagamentos em 2022
- Pedro Westphalen (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.780 em 12 pagamentos entre 2023 e 2026
- Maria do Rosário (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.900 em 12 pagamentos entre 2023 e 2026
- Osmar Terra (PL-RS), despesa de campanha: R$ 1.067 em 14 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 103 da campanha e R$ 578 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 2.017 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Daiana Santos pagou R$ 32.400 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.017 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 32.400 da campanha e R$ 2.017 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100