Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
DN PAR PARTICIPACOES LTDA, sócio DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO
DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO aparece como sócio(a) pessoa física de DN PAR PARTICIPACOES LTDA (CNPJ 16.554.566/0001-03), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Domingos Neto (camara), nome legal comparado: DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AGUIAR, DOMINGOS, GOMES, NETO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
FN PAR PARTICIPACOES LTDA, sócio DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO
DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO aparece como sócio(a) pessoa física de FN PAR PARTICIPACOES LTDA (CNPJ 16.554.591/0001-89), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Domingos Neto (camara), nome legal comparado: DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AGUIAR, DOMINGOS, GOMES, NETO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
DOMINGOS DE AGUIAR NETO SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA, sócio DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO
DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO aparece como sócio(a) pessoa física de DOMINGOS DE AGUIAR NETO SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA (CNPJ 37.356.382/0001-09), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Domingos Neto (camara), nome legal comparado: DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AGUIAR, DOMINGOS, GOMES, NETO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA, sócio DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO
DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO aparece como sócio(a) pessoa física de DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA (CNPJ 51.013.932/0001-00), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Domingos Neto (camara), nome legal comparado: DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AGUIAR, DOMINGOS, GOMES, NETO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
VERT PARTICIPACOES LTDA, sócio DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO
DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO aparece como sócio(a) pessoa física de VERT PARTICIPACOES LTDA (CNPJ 17.024.017/0001-81), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Domingos Neto (camara), nome legal comparado: DOMINGOS GOMES DE AGUIAR NETO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AGUIAR, DOMINGOS, GOMES, NETO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
UIRAPURU TAXI AEREO LTDA. R$ 68.300 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2018, Domingos Neto pagou R$ 155.460 a UIRAPURU TAXI AEREO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 68.300 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.382.021/0001-68. Atividade registrada: transporte aereo de passageiros nao regular (CNAE 51129).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 155.460 em 3 pagamentos em 2018
- Luizianne Lins (REDE-CE), despesa de campanha: R$ 75.000 em 4 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 68.300 em 4 pagamentos entre 2023 e 2025
- Mauro Benevides Filho (UNIÃO-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 40.800 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
- Júnior Mano (PSB-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 29.300 em 1 pagamento em 2025
- Fernanda Pessoa (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 28.650 em 2 pagamentos em 2022
- Yury do Paredão (MDB-CE), despesa de campanha: R$ 20.241 em 1 pagamento em 2026
- AJ Albuquerque (PP-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 15.000 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 155.460 da campanha e R$ 68.300 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TERRAL TAXI AEREO LTDA. R$ 39.300 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Domingos Neto pagou R$ 128.450 a TERRAL TAXI AEREO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 39.300 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.274.847/0001-27. Atividade registrada: transporte aereo de passageiros nao regular (CNAE 51129).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 128.450 em 2 pagamentos em 2022
- Júnior Mano (PSB-CE), despesa de campanha: R$ 115.000 em 1 pagamento em 2022
- Yury do Paredão (MDB-CE), despesa de campanha: R$ 113.088 em 1 pagamento em 2026
- Júnior Mano (PSB-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 68.960 em 3 pagamentos entre 2023 e 2026
- José Guimarães (PT-CE), despesa de campanha: R$ 64.250 em 1 pagamento em 2022
- Luizianne Lins (REDE-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 57.000 em 2 pagamentos entre 2023 e 2026
- AJ Albuquerque (PP-CE), despesa de campanha: R$ 52.700 em 3 pagamentos entre 2018 e 2022
- Mauro Benevides Filho (UNIÃO-CE), despesa de campanha: R$ 45.650 em 4 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 128.450 da campanha e R$ 39.300 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FREDERICO ELIAS ALVES DOS SANTOS ***.386.693-**. R$ 20.600 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Domingos Neto pagou R$ 64.590 a FREDERICO ELIAS ALVES DOS SANTOS ***.386.693-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 20.600 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 44.155.755/0001-30. Atividade registrada: edicao de cadastros listas e outros produtos graficos (CNAE 58191).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 64.590 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 20.600 em 4 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 64.590 da campanha e R$ 20.600 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
RAIMUNDO ROMARIO DIAS ROCHA ***.040.113-**. R$ 9.500 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2022, Domingos Neto pagou R$ 6.600 a RAIMUNDO ROMARIO DIAS ROCHA ***.040.113-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 39.465.275/0001-36. Atividade registrada: atividades de ensino nao especificadas anteriormente (CNAE 85996).
Quem pagou esta empresa
- Raimundo Costa (PSD-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 28.840 em 7 pagamentos em 2024
- Idilvan Alencar (PSB-CE), despesa de campanha: R$ 27.000 em 1 pagamento em 2026
- Tiririca (PSD-SP), despesa de campanha: R$ 22.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 16.600 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.500 em 5 pagamentos entre 2023 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.600 da campanha e R$ 9.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FRAME COMUNICACAO DIGITAL LTDA. R$ 239.732 pagos pela cota em 12 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Domingos Neto pagou R$ 239.732 a FRAME COMUNICACAO DIGITAL LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 12 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 178.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 42.006.710/0001-79. Atividade registrada: atividades de organizacao de eventos, exceto culturais e esportivos (CNAE 82300).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 863.982 em 46 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marx Beltrão (UNIÃO-AL), cota parlamentar (Câmara): R$ 687.600 em 37 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 178.000 em 1 pagamento em 2026
- Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.670 em 1 pagamento em 2023
- Leila Barros (PDT-DF), cota parlamentar (Senado): R$ 1.366 em 1 pagamento em 2023
- Duarte Jr. (AVANTE-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 585 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 178.000 da campanha e R$ 239.732 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
41.115.107 MANOEL GONCALVES LO MARIANO. R$ 4.000 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Domingos Neto pagou R$ 4.000 a 41.115.107 MANOEL GONCALVES LO MARIANO com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 30.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 41.115.107/0001-62. Atividade registrada: artes cenicas, espetaculos e atividades complementares (CNAE 90019).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 30.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 30.000 da campanha e R$ 4.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 60 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
NOVA CONTEUDO AGENCIA DE COMUNICACAO LTDA. R$ 4.000 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Domingos Neto pagou R$ 4.000 a NOVA CONTEUDO AGENCIA DE COMUNICACAO LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 19.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 47.371.700/0001-56. Atividade registrada: atividades de pos-producao cinematografica, de videos e de programas de televisao (CNAE 59120).
Quem pagou esta empresa
- Alex Manente (CIDADANIA-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 47.667 em 13 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 19.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 19.000 da campanha e R$ 4.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 60 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JESSICA MARIA MOTA BARROSO ***.151.873-**. R$ 600 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Domingos Neto pagou R$ 10.000 a JESSICA MARIA MOTA BARROSO ***.151.873-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 600 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 28.416.118/0001-14. Atividade registrada: atividades fotograficas e similares (CNAE 74200).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 10.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 600 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.000 da campanha e R$ 600 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100