Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
MOOH SMART DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARES DO BRASIL LTDA, sócio LUIZ DE FRANCA E SILVA MEIRA
LUIZ DE FRANCA E SILVA MEIRA aparece como sócio(a) pessoa física de MOOH SMART DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARES DO BRASIL LTDA (CNPJ 05.798.849/0001-76), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Coronel Meira (camara), nome legal comparado: LUIZ DE FRANCA E SILVA MEIRA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: FRANCA, LUIZ, MEIRA, SILVA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
FARMACIA PERNAMBUCO LTDA, sócio LUIZ DE FRANCA E SILVA MEIRA
LUIZ DE FRANCA E SILVA MEIRA aparece como sócio(a) pessoa física de FARMACIA PERNAMBUCO LTDA (CNPJ 08.786.721/0001-80), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Coronel Meira (camara), nome legal comparado: LUIZ DE FRANCA E SILVA MEIRA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: FRANCA, LUIZ, MEIRA, SILVA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
HERNANI FILMES E MARQUETING DIGITAL LTDA. R$ 15.100 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2022, Coronel Meira pagou R$ 25.000 a HERNANI FILMES E MARQUETING DIGITAL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 15.100 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 46.115.394/0001-24. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- Mauricio do Vôlei (PL-MG), despesa de campanha: R$ 552.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 172.500 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
- Carla Zambelli (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 140.140 em 10 pagamentos entre 2023 e 2025
- Major Fabiana (PL-RJ), despesa de campanha: R$ 50.000 em 1 pagamento em 2022
- Thiago Flores (UNIÃO-RO), cota parlamentar (Câmara): R$ 40.000 em 5 pagamentos em 2024
- Cabo Gilberto Silva (PL-PB), despesa de campanha: R$ 26.000 em 1 pagamento em 2022
- Carla Zambelli (PL-SP), despesa de campanha: R$ 26.000 em 1 pagamento em 2022
- Loester Trutis (PL-MS), despesa de campanha: R$ 26.000 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 25.000 da campanha e R$ 15.100 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
B M RAMOS CAPACITACAO PROFISSIONAL E MARKETING. R$ 85.000 pagos pela cota em 7 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Coronel Meira pagou R$ 85.000 a B M RAMOS CAPACITACAO PROFISSIONAL E MARKETING com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 7 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 262.860 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 35.564.694/0001-74. Atividade registrada: atividades de ensino nao especificadas anteriormente (CNAE 85996).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 262.860 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 105.000 em 9 pagamentos entre 2025 e 2026
- Guilherme Uchoa (PSD-PE), despesa de campanha: R$ 74.250 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 262.860 da campanha e R$ 85.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Sobrenomes em comum com sócio de fornecedor
POSTOS DE SERVICOS DA FONTE LTDA.., sócio EVANDRO MEIRA DA FONTE. R$ 15.748 pagos pela cota em 62 despesas
EVANDRO MEIRA DA FONTE é sócio/a de POSTOS DE SERVICOS DA FONTE LTDA.. (CNPJ 08.791.469/0001-06), empresa que recebeu R$ 15.747,72 em 62 despesa(s) de Coronel Meira. Sobrenomes comuns: MEIRA.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 15.748 em 62 pagamentos entre 2023 e 2026
- Pastor Eurico (PSDB-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 698 em 4 pagamentos entre 2024 e 2026
- Clarissa Tércio (PP-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 350 em 1 pagamento em 2025
- Túlio Gadêlha (PSD-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 346 em 1 pagamento em 2025
índice de semelhança 38 de 100
Sobrenomes em comum com sócio de fornecedor
POSTOS DE SERVICOS DA FONTE LTDA.., sócio JOSE MEIRA DA FONTE. R$ 15.748 pagos pela cota em 62 despesas
JOSE MEIRA DA FONTE é sócio/a de POSTOS DE SERVICOS DA FONTE LTDA.. (CNPJ 08.791.469/0001-06), empresa que recebeu R$ 15.747,72 em 62 despesa(s) de Coronel Meira. Sobrenomes comuns: MEIRA.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 15.748 em 62 pagamentos entre 2023 e 2026
- Pastor Eurico (PSDB-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 698 em 4 pagamentos entre 2024 e 2026
- Clarissa Tércio (PP-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 350 em 1 pagamento em 2025
- Túlio Gadêlha (PSD-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 346 em 1 pagamento em 2025
índice de semelhança 38 de 100
Sobrenomes em comum com sócio de fornecedor
POSTOS DE SERVICOS DA FONTE LTDA.., sócio ANTONIO JAYME MEIRA DA FONTE. R$ 15.748 pagos pela cota em 62 despesas
ANTONIO JAYME MEIRA DA FONTE é sócio/a de POSTOS DE SERVICOS DA FONTE LTDA.. (CNPJ 08.791.469/0001-06), empresa que recebeu R$ 15.747,72 em 62 despesa(s) de Coronel Meira. Sobrenomes comuns: MEIRA.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 15.748 em 62 pagamentos entre 2023 e 2026
- Pastor Eurico (PSDB-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 698 em 4 pagamentos entre 2024 e 2026
- Clarissa Tércio (PP-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 350 em 1 pagamento em 2025
- Túlio Gadêlha (PSD-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 346 em 1 pagamento em 2025
índice de semelhança 38 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 19.539 pagos pela cota em 12 despesas
Na campanha de 2018, Coronel Meira pagou R$ 14.000 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 19.539 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 12 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 14.000 da campanha e R$ 19.539 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100