O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DALETH VEICULOS LTDA. R$ 209.103 pagos pela cota em 38 despesas
Na campanha de 2022, Alencar Santana pagou R$ 8.147 a DALETH VEICULOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 209.103 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 38 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.515.963/0001-89. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- Paulão (PT-AL), cota parlamentar (Câmara): R$ 264.100 em 49 pagamentos entre 2023 e 2025
- Daniela do Waguinho (REPUBLICANOS-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 220.150 em 38 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 209.103 em 38 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dayany do Capitão (UNIÃO-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 209.012 em 45 pagamentos entre 2023 e 2026
- Tereza Cristina (PP-MS), cota parlamentar (Senado): R$ 184.920 em 43 pagamentos entre 2023 e 2026
- Julia Zanatta (PL-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 164.413 em 34 pagamentos entre 2023 e 2025
- Hildo Rocha (MDB-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 152.800 em 25 pagamentos entre 2024 e 2026
- Luiz Couto (PT-PB), cota parlamentar (Câmara): R$ 148.000 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
R$ 8.147 da campanha e R$ 209.103 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CENTRO AUTOMOTIVO LUIZ XII LTDA. R$ 151.278 pagos pela cota em 31 despesas
Na campanha de 2022, Alencar Santana pagou R$ 48.164 a CENTRO AUTOMOTIVO LUIZ XII LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 151.278 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 31 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.794.555/0001-76. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 156.104 em 32 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 54.914 em 14 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 48.164 da campanha e R$ 151.278 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Facebook Serviços Online do Brasil ltda. R$ 38.525 pagos pela cota em 12 despesas
Alencar Santana destinou R$ 3.900.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2023, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Facebook Serviços Online do Brasil ltda. Separadamente, o gabinete pagou R$ 38.525 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (12 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 13.347.016/0001-17.
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CLARO NXT TELECOMUNICACOES S/A. R$ 10.949 pagos pela cota em 37 despesas
Na campanha de 2022, Alencar Santana pagou R$ 324 a CLARO NXT TELECOMUNICACOES S/A com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 10.949 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 37 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 66.970.229/0001-67. Atividade registrada: telecomunicacoes sem fio (CNAE 61205).
Quem pagou esta empresa
- Ivan Valente (PSOL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 15.551 em 33 pagamentos entre 2023 e 2026
- Maria Rosas (REPUBLICANOS-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 14.987 em 27 pagamentos entre 2023 e 2026
- Jefferson Campos (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 14.829 em 37 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Zarattini (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 14.061 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Vitor Lippi (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 13.862 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
- Vinicius Carvalho (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 12.737 em 70 pagamentos entre 2023 e 2026
- Mara Gabrilli (PSD-SP), cota parlamentar (Senado): R$ 12.550 em 79 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rui Falcão (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 11.171 em 34 pagamentos entre 2023 e 2026
R$ 324 da campanha e R$ 10.949 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
KALUNGA SA. R$ 1.809 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Alencar Santana pagou R$ 2.025 a KALUNGA SA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.809 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 43.283.811/0125-90. Atividade registrada: comercio varejista de livros jornais revistas e papelaria (CNAE 47610).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.025 em 12 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.809 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
- Maria Rosas (REPUBLICANOS-SP), despesa de campanha: R$ 1.140 em 3 pagamentos em 2018
- Eli Corrêa Filho (UNIÃO-SP), despesa de campanha: R$ 902 em 1 pagamento em 2018
- Ministério do Planejamento e Orçamento, cartão corporativo do Governo Federal: R$ 625 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.025 da campanha e R$ 1.809 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CLARO S.A.. R$ 722 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2018, Alencar Santana pagou R$ 351 a CLARO S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 722 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 40.432.544/0001-47. Atividade registrada: telecomunicacoes sem fio (CNAE 61205).
Quem pagou esta empresa
- Ministério da Saúde, contrato com órgão federal: R$ 207.873.184 em 17 pagamentos
- Controladoria-Geral da União, contrato com órgão federal: R$ 53.440.263 em 1 pagamento
- Advocacia-Geral da União, contrato com órgão federal: R$ 51.376.634 em 3 pagamentos
- Ministério da Defesa, contrato com órgão federal: R$ 25.217.286 em 200 pagamentos
- Ministério da Previdência Social, contrato com órgão federal: R$ 25.142.373 em 8 pagamentos
- Ministério da Agricultura e Pecuária, contrato com órgão federal: R$ 13.885.069 em 4 pagamentos
- Ministério da Educação, contrato com órgão federal: R$ 7.030.947 em 72 pagamentos
- Presidência da República, contrato com órgão federal: R$ 6.851.475 em 5 pagamentos
R$ 351 da campanha e R$ 722 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 19.263 pagos pela cota em 6 despesas
Na campanha de 2022, Alencar Santana pagou R$ 155.000 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 19.263 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 155.000 da campanha e R$ 19.263 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA.. R$ 6.677 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Alencar Santana pagou R$ 80.000 a GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 6.677 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 06.990.590/0001-23. Atividade registrada: portais provedores de conteudo e outros servicos de informacao na internet (CNAE 63194).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 58.494.158 em 56 pagamentos entre 2018 e 2022
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 528.000 em 11 pagamentos em 2022
- Danilo Forte (PP-CE), despesa de campanha: R$ 521.000 em 8 pagamentos entre 2018 e 2022
- Romário (S/Partido-RJ), despesa de campanha: R$ 499.986 em 3 pagamentos em 2022
- Deltan Dallagnol (PODE-PR), despesa de campanha: R$ 440.000 em 10 pagamentos em 2022
- Alberto Mourão (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 440.000 em 7 pagamentos em 2022
- Marcos Pollon (PL-MS), despesa de campanha: R$ 410.000 em 6 pagamentos em 2022
- Ricardo Salles (NOVO-SP), despesa de campanha: R$ 387.000 em 7 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 80.000 da campanha e R$ 6.677 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100