O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
INCOMUN ASSESSORIA DE COMUNICACAO LTDA. R$ 312.000 pagos pela cota em 39 despesas
Bandeira de Mello destinou R$ 3.200.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a INCOMUN ASSESSORIA DE COMUNICACAO LTDA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 312.000 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (39 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 50.145.038/0001-20.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 312.000 em 39 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 78.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
IMPRINT 2001 GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 5.620 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2018, Bandeira de Mello pagou R$ 34.618 a IMPRINT 2001 GRAFICA E EDITORA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.620 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.495.060/0001-58. Atividade registrada: impressao de jornais livros revistas e outras publicacoes periodicas (CNAE 18113).
Quem pagou esta empresa
- Jandira Feghali (PCdoB-RJ), despesa de campanha: R$ 1.168.612 em 201 pagamentos entre 2018 e 2026
- Leonardo Picciani (MDB-RJ), despesa de campanha: R$ 661.351 em 539 pagamentos entre 2022 e 2026
- Laura Carneiro (PSD-RJ), despesa de campanha: R$ 513.404 em 166 pagamentos entre 2018 e 2026
- Jones Moura (PSD-RJ), despesa de campanha: R$ 318.427 em 112 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 266.946 em 59 pagamentos entre 2018 e 2026
- Enfermeira Rejane (PCdoB-RJ), despesa de campanha: R$ 257.432 em 60 pagamentos entre 2022 e 2026
- Chiquinho Brazão (S.PART.-RJ), despesa de campanha: R$ 161.220 em 7 pagamentos entre 2018 e 2022
- Luiz Antonio Corrêa (PP-RJ), despesa de campanha: R$ 128.925 em 67 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 34.618 da campanha e R$ 5.620 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
INCOMUN ASSESSORIA DE COMUNICACAO LTDA. R$ 64.000 pagos pela cota em 8 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Bandeira de Mello pagou R$ 64.000 a INCOMUN ASSESSORIA DE COMUNICACAO LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 78.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 50.145.038/0001-20. Atividade registrada: agencias de publicidade (CNAE 73114).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 312.000 em 39 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 78.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 78.000 da campanha e R$ 64.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. R$ 18.801 pagos pela cota em 8 despesas
Bandeira de Mello destinou R$ 3.200.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. Separadamente, o gabinete pagou R$ 18.801 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (8 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 13.347.016/0001-17.
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
DIÁRIO DE PETROPOLIS S/A. R$ 3.800 pagos pela cota em 3 despesas
Bandeira de Mello destinou R$ 3.200.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a DIÁRIO DE PETROPOLIS S/A. Separadamente, o gabinete pagou R$ 3.800 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (3 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 31.131.774/0001-85.
Quem pagou esta empresa
- Hugo Leal (PSD-RJ), despesa de campanha: R$ 24.100 em 3 pagamentos entre 2018 e 2026
- Vinicius Farah (UNIÃO-RJ), despesa de campanha: R$ 4.400 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.800 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.450 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
66.024.853 MARCELO DE MATOS NEJM. R$ 15.400 pagos pela cota em 2 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Bandeira de Mello pagou R$ 15.400 a 66.024.853 MARCELO DE MATOS NEJM com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 39.500 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 66.024.853/0001-71. Atividade registrada: atividades fotograficas e similares (CNAE 74200).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 39.500 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 15.400 em 2 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 39.500 da campanha e R$ 15.400 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 65 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DIARIO DE PETROPOLIS SOCIEDADE ANONIMA. R$ 1.500 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Bandeira de Mello pagou R$ 1.500 a DIARIO DE PETROPOLIS SOCIEDADE ANONIMA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 3.450 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 31.131.774/0001-85. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- Hugo Leal (PSD-RJ), despesa de campanha: R$ 24.100 em 3 pagamentos entre 2018 e 2026
- Vinicius Farah (UNIÃO-RJ), despesa de campanha: R$ 4.400 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.800 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.450 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.450 da campanha e R$ 1.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 60 de 100
Sócio com o mesmo sobrenome em empresa fornecedora
POSTO RETIRO DOS BANDEIRANTES LTDA., sócio IONARA DE MELLO. R$ 454 pagos pela cota em 3 despesas
IONARA DE MELLO é sócio/a de POSTO RETIRO DOS BANDEIRANTES LTDA. (CNPJ 28.618.882/0001-72), empresa que recebeu R$ 453,88 em 3 despesa(s) de Bandeira de Mello. Sobrenomes comuns: MELLO.
Quem pagou esta empresa
- Lourival Gomes (PP-RJ), despesa de campanha: R$ 2.481 em 31 pagamentos em 2022
- Murillo Gouvea (PSDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.747 em 7 pagamentos entre 2023 e 2026
- Otoni de Paula (PSD-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.259 em 4 pagamentos entre 2023 e 2024
- Marcelo Crivella (REPUBLICANOS-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 531 em 3 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 454 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- Bebeto (PP-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 440 em 2 pagamentos entre 2023 e 2026
- Hugo Leal (PSD-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 413 em 2 pagamentos entre 2024 e 2025
- Carlos Portinho (PL-RJ), cota parlamentar (Senado): R$ 338 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
índice de semelhança 55 de 100
Sócio com o mesmo sobrenome em empresa fornecedora
POSTO DE GASOLINA AMIGAO DA DUTRA LTDA, sócio IONARA DE MELLO. R$ 388 pagos pela cota em 2 despesas
IONARA DE MELLO é sócio/a de POSTO DE GASOLINA AMIGAO DA DUTRA LTDA (CNPJ 40.233.686/0001-85), empresa que recebeu R$ 387,67 em 2 despesa(s) de Bandeira de Mello. Sobrenomes comuns: MELLO.
Quem pagou esta empresa
- Juninho do Pneu (PSDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.680 em 6 pagamentos entre 2023 e 2025
- Laura Carneiro (PSD-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 651 em 3 pagamentos entre 2024 e 2025
- Dani Cunha (PL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 609 em 3 pagamentos entre 2024 e 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 388 em 2 pagamentos entre 2025 e 2026
- Luciano Vieira (PSDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 373 em 1 pagamento em 2025
- Max Lemos (UNIÃO-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 287 em 1 pagamento em 2023
- Marcos Braz (PSDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 239 em 1 pagamento em 2026
- Carlos Jordy (PL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 185 em 1 pagamento em 2023
índice de semelhança 55 de 100
Sócio com o mesmo sobrenome em empresa fornecedora
POSTO AMIGAO DE ITAIPAVA BM, sócio IONARA DE MELLO. R$ 252 pagos pela cota em 1 despesa
IONARA DE MELLO é sócio/a de POSTO AMIGAO DE ITAIPAVA BM (CNPJ 68.656.545/0001-94), empresa que recebeu R$ 251,98 em 1 despesa(s) de Bandeira de Mello. Sobrenomes comuns: MELLO.
Quem pagou esta empresa
- Carlos Portinho (PL-RJ), cota parlamentar (Senado): R$ 520 em 2 pagamentos em 2023
- Ana Pimentel (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 440 em 3 pagamentos entre 2024 e 2025
- Bebeto (PP-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 300 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 252 em 1 pagamento em 2026
- Murillo Gouvea (PSDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 245 em 1 pagamento em 2023
- Marcelo Queiroz (PSDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 244 em 1 pagamento em 2023
- Max Lemos (UNIÃO-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 230 em 1 pagamento em 2025
- Hugo Leal (PSD-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 196 em 1 pagamento em 2025
índice de semelhança 55 de 100
Sócio com o mesmo sobrenome em empresa fornecedora
MADERO INDUSTRIA E COMERCIO S., sócio RAFAEL DE OLIVEIRA MELLO. R$ 181 pagos pela cota em 3 despesas
RAFAEL DE OLIVEIRA MELLO é sócio/a de MADERO INDUSTRIA E COMERCIO S. (CNPJ 13.783.221/0186-87), empresa que recebeu R$ 181,30 em 3 despesa(s) de Bandeira de Mello. Sobrenomes comuns: MELLO.
Quem pagou esta empresa
- Marcelo Crivella (REPUBLICANOS-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 709 em 5 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 181 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 129 em 1 pagamento em 2026
- Marcelo Queiroz (PSDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 102 em 1 pagamento em 2025
- Caio Vianna (PSD-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 60 em 1 pagamento em 2023
índice de semelhança 55 de 100
Sócio com o mesmo sobrenome em empresa fornecedora
SANTORO E LEONE COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA, sócio MARCELO SANTORO MELLO. R$ 149 pagos pela cota em 3 despesas
MARCELO SANTORO MELLO é sócio/a de SANTORO E LEONE COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA (CNPJ 47.312.500/0001-22), empresa que recebeu R$ 148,56 em 3 despesa(s) de Bandeira de Mello. Sobrenomes comuns: MELLO.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 149 em 3 pagamentos entre 2024 e 2026
índice de semelhança 55 de 100
Sócio com o mesmo sobrenome em empresa fornecedora
MADERO INDUSTRIA E COMERCIO S., sócio RAFAEL DE OLIVEIRA MELLO. R$ 57 pagos pela cota em 1 despesa
RAFAEL DE OLIVEIRA MELLO é sócio/a de MADERO INDUSTRIA E COMERCIO S. (CNPJ 13.783.221/0156-61), empresa que recebeu R$ 56,60 em 1 despesa(s) de Bandeira de Mello. Sobrenomes comuns: MELLO.
Quem pagou esta empresa
- Jorge Braz (REPUBLICANOS-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 869 em 7 pagamentos entre 2023 e 2024
- Otto Alencar Filho (PSD-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 515 em 7 pagamentos entre 2023 e 2025
- Delegado Palumbo (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 470 em 5 pagamentos entre 2024 e 2025
- Merlong Solano (PT-PI), cota parlamentar (Câmara): R$ 462 em 7 pagamentos entre 2023 e 2024
- Ricardo Guidi (PL-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 400 em 6 pagamentos entre 2023 e 2025
- Bibo Nunes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 323 em 3 pagamentos entre 2024 e 2026
- Sergio Moro (PL-PR), cota parlamentar (Senado): R$ 308 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- Afonso Motta (PDT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 296 em 4 pagamentos em 2025
índice de semelhança 55 de 100
Sócio com o mesmo sobrenome em empresa fornecedora
BRAND E SANTORO COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA, sócio MARCELO SANTORO MELLO. R$ 27 pagos pela cota em 1 despesa
MARCELO SANTORO MELLO é sócio/a de BRAND E SANTORO COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA (CNPJ 40.807.292/0001-93), empresa que recebeu R$ 27,28 em 1 despesa(s) de Bandeira de Mello. Sobrenomes comuns: MELLO.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 27 em 1 pagamento em 2025
índice de semelhança 55 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MLS WIRELESS S.A.. R$ 111 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Bandeira de Mello pagou R$ 588 a MLS WIRELESS S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 111 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.629.642/0001-42. Atividade registrada: outras atividades de telecomunicacoes (CNAE 61906).
Quem pagou esta empresa
- Tarcísio Motta (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.598 em 18 pagamentos entre 2023 e 2026
- General Pazuello (PL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.871 em 13 pagamentos entre 2023 e 2026
- Sargento Portugal (PODE-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.718 em 17 pagamentos entre 2023 e 2024
- Alessandro Molon (PSB-RJ), despesa de campanha: R$ 727 em 3 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 588 em 1 pagamento em 2018
- Hugo Leal (PSD-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 436 em 3 pagamentos em 2024
- General Pazuello (PL-RJ), despesa de campanha: R$ 242 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 111 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 588 da campanha e R$ 111 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100