Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
BELA ADMINISTRADORA DE BENS LTDA, sócio ANA PAULA DE SOUZA LIMA
ANA PAULA DE SOUZA LIMA aparece como sócio(a) pessoa física de BELA ADMINISTRADORA DE BENS LTDA (CNPJ 19.386.115/0001-94), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Ana Paula Lima (camara), nome legal comparado: ANA PAULA DE SOUZA LIMA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: ANA, LIMA, PAULA, SOUZA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
ACRIAFI - ASSOCIACAO DE APOIO A CRIANCA, AO ADOLESCENTE, A FAMILIA E AO IDOSO, sócio ANA PAULA DE SOUZA LIMA
ANA PAULA DE SOUZA LIMA aparece como sócio(a) pessoa física de ACRIAFI - ASSOCIACAO DE APOIO A CRIANCA, AO ADOLESCENTE, A FAMILIA E AO IDOSO (CNPJ 83.106.898/0001-04), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Ana Paula Lima (camara), nome legal comparado: ANA PAULA DE SOUZA LIMA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: ANA, LIMA, PAULA, SOUZA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CRIACAO PROPAGANDA E PUBLICIDADE LTDA. R$ 583.950 pagos pela cota em 30 despesas
Na campanha de 2022, Ana Paula Lima pagou R$ 50.000 a CRIACAO PROPAGANDA E PUBLICIDADE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 583.950 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 30 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 82.123.266/0001-96. Atividade registrada: agencias de publicidade (CNAE 73114).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 583.950 em 30 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 50.000 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 50.000 da campanha e R$ 583.950 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTOMIO AUTOCAR LTDA. R$ 672 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Ana Paula Lima pagou R$ 3.186 a POSTOMIO AUTOCAR LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 672 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.825.319/0001-07. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.186 em 10 pagamentos em 2022
- Jorge Seif (PL-SC), cota parlamentar (Senado): R$ 906 em 3 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 672 em 3 pagamentos entre 2023 e 2024
- Hermes Klann (PL-SC), cota parlamentar (Senado): R$ 150 em 1 pagamento em 2026
- Ministério do Planejamento e Orçamento, cartão corporativo do Governo Federal: R$ 62 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.186 da campanha e R$ 672 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SUHRE GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 450 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Ana Paula Lima pagou R$ 450 a SUHRE GRAFICA E EDITORA LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 610 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 46.740.402/0001-23. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 900 em 2 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 610 em 2 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 610 da campanha e R$ 450 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
VILA RICA COM DE COMBUSTIVEL LTDA. R$ 234 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Ana Paula Lima pagou R$ 2.500 a VILA RICA COM DE COMBUSTIVEL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 234 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.314.908/0002-86. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.500 em 2 pagamentos em 2018
- Cobalchini (MDB-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 900 em 4 pagamentos entre 2023 e 2026
- Pedro Uczai (PT-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 879 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- Ricardo Guidi (PL-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 620 em 2 pagamentos em 2025
- Carla Ayres (PT-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 507 em 2 pagamentos em 2024
- Carlos Chiodini (MDB-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 474 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
- Daniela Reinehr (PL-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 250 em 2 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 234 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.500 da campanha e R$ 234 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AMAZONAS COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA. R$ 226 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Ana Paula Lima pagou R$ 14.298 a AMAZONAS COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 226 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 40.903.279/0001-38. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 26.331 em 75 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 226 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 14.298 da campanha e R$ 226 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
IDEAL GUAPO LTDA. R$ 225 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Ana Paula Lima pagou R$ 2.000 a IDEAL GUAPO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 225 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.626.094/0007-92. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.000 em 2 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 225 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.000 da campanha e R$ 225 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
VIA SUL LTDA. R$ 200 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Ana Paula Lima pagou R$ 27.025 a VIA SUL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 200 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.542.337/0001-81. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 27.025 em 19 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 27.025 da campanha e R$ 200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100