O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PAIAGUAS HOTEIS LTDA. R$ 161.506 pagos pela cota em 185 despesas
Na campanha de 2022, José Medeiros pagou R$ 15.468 a PAIAGUAS HOTEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 161.506 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 185 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.982.156/0001-88. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 161.506 em 185 pagamentos entre 2023 e 2026
- Juarez Costa (REPUBLICANOS-MT), cota parlamentar (Câmara): R$ 53.293 em 57 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 15.468 em 2 pagamentos em 2022
- Fabio Garcia (UNIÃO-MT), despesa de campanha: R$ 9.764 em 2 pagamentos em 2022
- Rodrigo da Zaeli (PL-MT), cota parlamentar (Câmara): R$ 5.084 em 12 pagamentos entre 2025 e 2026
- Wellington Fagundes (PL-MT), cota parlamentar (Senado): R$ 4.738 em 9 pagamentos em 2023
- Não identificado, cota parlamentar (Senado): R$ 1.356 em 4 pagamentos em 2024
- Emanuel Pinheiro Neto (PSD-MT), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.172 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 15.468 da campanha e R$ 161.506 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LUZEIRO SERVICE LOCADORA DE VEICULOS E SEGUROS LTDA. R$ 84.336 pagos pela cota em 25 despesas
Na campanha de 2022, José Medeiros pagou R$ 45.450 a LUZEIRO SERVICE LOCADORA DE VEICULOS E SEGUROS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 84.336 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 25 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.306.495/0001-93. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 84.336 em 25 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 45.450 em 9 pagamentos em 2022
- Fabio Garcia (UNIÃO-MT), despesa de campanha: R$ 33.500 em 3 pagamentos em 2026
- Gisela Simona (UNIÃO-MT), cota parlamentar (Câmara): R$ 28.300 em 4 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Fávaro (PSD-MT), despesa de campanha: R$ 13.649 em 1 pagamento em 2026
- Amália Barros (PL-MT), cota parlamentar (Câmara): R$ 6.477 em 4 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 45.450 da campanha e R$ 84.336 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CENTRO OESTE NEWS COMUNICACOES LTDA. R$ 44.500 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2022, José Medeiros pagou R$ 400.000 a CENTRO OESTE NEWS COMUNICACOES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 44.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 41.957.276/0001-40. Atividade registrada: portais provedores de conteudo e outros servicos de informacao na internet (CNAE 63194).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 400.000 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 44.500 em 5 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 400.000 da campanha e R$ 44.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
C. DE SOUZA SOARES LTDA. R$ 7.039 pagos pela cota em 47 despesas
Na campanha de 2018, José Medeiros pagou R$ 1.673 a C. DE SOUZA SOARES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 7.039 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 47 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.884.314/0001-18. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 7.039 em 47 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.673 em 19 pagamentos em 2018
- Gisela Simona (UNIÃO-MT), cota parlamentar (Câmara): R$ 214 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.673 da campanha e R$ 7.039 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. R$ 7.526 pagos pela cota em 3 despesas
José Medeiros destinou R$ 4.839.219 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Ciência e Tecnologia / Tecnologia da informação, Comunicações / Tecnologia da informação, Cultura / Difusão cultural (2020, 2021, 2022, 2023, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. Separadamente, o gabinete pagou R$ 7.526 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (3 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 13.347.016/0001-17.
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ELDORADO HOTEL LTDA. R$ 900 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, José Medeiros pagou R$ 620 a ELDORADO HOTEL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 900 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 15.345.713/0001-64. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 900 em 4 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 620 em 1 pagamento em 2022
- Gisela Simona (UNIÃO-MT), cota parlamentar (Câmara): R$ 400 em 2 pagamentos em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 620 da campanha e R$ 900 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 7.526 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, José Medeiros pagou R$ 92.000 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 7.526 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 92.000 da campanha e R$ 7.526 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100