Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
LINDENMEYER ADVOCACIA & ASSOCIADOS, sócio ALEXANDRE DUARTE LINDENMEYER
ALEXANDRE DUARTE LINDENMEYER é sócio/a pessoa física de LINDENMEYER ADVOCACIA & ASSOCIADOS (CNPJ 02.929.989/0001-48), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Alexandre Lindenmeyer (camara), nome legal comparado: ALEXANDRE DUARTE LINDENMEYER. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: ALEXANDRE, DUARTE, LINDENMEYER.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MONTES VERDES - TURISMO E PARTICIPACOES LTDA. R$ 134.275 pagos pela cota em 47 despesas
Na campanha de 2022, Alexandre Lindenmeyer pagou R$ 50.977 a MONTES VERDES - TURISMO E PARTICIPACOES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 134.275 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 47 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.112.603/0001-00. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 134.275 em 47 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 50.977 em 13 pagamentos em 2022
- Henrique Fontana (PT-RS), despesa de campanha: R$ 27.530 em 13 pagamentos em 2018
- Franciane Bayer (REPUBLICANOS-RS), despesa de campanha: R$ 9.473 em 1 pagamento em 2026
- Paulo Paim (PT-RS), despesa de campanha: R$ 6.371 em 3 pagamentos em 2018
- Paulo Pimenta (PT-RS), despesa de campanha: R$ 2.800 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 50.977 da campanha e R$ 134.275 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DIEGO PINTO MEDEIROS ***.897.330-**. R$ 130.437 pagos pela cota em 58 despesas
Na campanha de 2022, Alexandre Lindenmeyer pagou R$ 10.580 a DIEGO PINTO MEDEIROS ***.897.330-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 130.437 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 58 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 41.127.585/0001-92. Atividade registrada: reparacao e manutencao de computadores e de equipamentos perifericos (CNAE 95118).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 130.437 em 58 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 10.580 em 3 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.580 da campanha e R$ 130.437 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TELEFONICA BRASIL S.A.. R$ 66.643 pagos pela cota em 42 despesas
Na campanha de 2022, Alexandre Lindenmeyer pagou R$ 157 a TELEFONICA BRASIL S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 66.643 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 42 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.558.157/0001-62. Atividade registrada: telecomunicacoes por fio (CNAE 61108).
Quem pagou esta empresa
- Luiza Erundina (PSOL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 102.598 em 238 pagamentos entre 2023 e 2026
- Celso Russomanno (REPUBLICANOS-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 96.000 em 202 pagamentos entre 2023 e 2026
- Paulo Alexandre Barbosa (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 95.715 em 78 pagamentos entre 2023 e 2026
- Cezinha de Madureira (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 94.383 em 47 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dayany do Capitão (UNIÃO-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 87.508 em 35 pagamentos entre 2023 e 2026
- Átila Lins (PSD-AM), cota parlamentar (Câmara): R$ 76.983 em 84 pagamentos entre 2023 e 2026
- Arlindo Chinaglia (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 75.706 em 83 pagamentos entre 2023 e 2026
- Odair Cunha (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 73.707 em 56 pagamentos entre 2023 e 2026
R$ 157 da campanha e R$ 66.643 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Facebook Serviços Online do Brasil ltda. R$ 44.369 pagos pela cota em 44 despesas
Alexandre Lindenmeyer destinou R$ 950.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Comunicações / Tecnologia da informação, Cultura / Difusão cultural (2024, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Facebook Serviços Online do Brasil ltda. Separadamente, o gabinete pagou R$ 44.369 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (44 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 13.347.016/0001-17.
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO DE COMBUSTIVEIS ULYSSE MARASCHIN LTDA. R$ 9.453 pagos pela cota em 52 despesas
Na campanha de 2022, Alexandre Lindenmeyer pagou R$ 2.676 a POSTO DE COMBUSTIVEIS ULYSSE MARASCHIN LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.453 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 52 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.978.708/0001-84. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.453 em 52 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.676 em 15 pagamentos em 2022
- Covatti Filho (PP-RS), despesa de campanha: R$ 1.727 em 10 pagamentos em 2022
- Paulo Paim (PT-RS), despesa de campanha: R$ 255 em 1 pagamento em 2018
- Afonso Hamm (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 175 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.676 da campanha e R$ 9.453 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA. R$ 5.577 pagos pela cota em 27 despesas
Na campanha de 2022, Alexandre Lindenmeyer pagou R$ 816 a COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.577 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 27 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 93.489.243/0021-60. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.577 em 27 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 816 em 5 pagamentos em 2022
- Pompeo de Mattos (PDT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 308 em 2 pagamentos entre 2023 e 2026
- Lucas Redecker (PSD-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 254 em 1 pagamento em 2024
- Denise Pessôa (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 231 em 1 pagamento em 2026
- Afonso Hamm (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 106 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 816 da campanha e R$ 5.577 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA. R$ 5.164 pagos pela cota em 25 despesas
Na campanha de 2022, Alexandre Lindenmeyer pagou R$ 263 a COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.164 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 25 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 93.489.243/0068-23. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.164 em 25 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 263 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 263 da campanha e R$ 5.164 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA. R$ 5.070 pagos pela cota em 22 despesas
Na campanha de 2022, Alexandre Lindenmeyer pagou R$ 513 a COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.070 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 22 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 93.489.243/0012-79. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.070 em 22 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 513 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 513 da campanha e R$ 5.070 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CONSTRUTORA LAR LTDA. R$ 25.500 pagos pela cota em 3 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Alexandre Lindenmeyer pagou R$ 25.500 a CONSTRUTORA LAR LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 15.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 04.043.938/0001-40. Atividade registrada: construcao de edificios (CNAE 41204).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 25.500 em 3 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 15.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 15.000 da campanha e R$ 25.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
CORAGEM FILMES EIRELI. R$ 3.900 pagos pela cota em 1 despesa
Alexandre Lindenmeyer destinou R$ 950.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Comunicações / Tecnologia da informação, Cultura / Difusão cultural (2024, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a CORAGEM FILMES EIRELI. Separadamente, o gabinete pagou R$ 3.900 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (1 despesa). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 12.904.380/0001-78.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 262.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.900 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SAN BERNARDO PARK HOTEL LTDA. R$ 3.715 pagos pela cota em 10 despesas
Na campanha de 2022, Alexandre Lindenmeyer pagou R$ 455 a SAN BERNARDO PARK HOTEL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.715 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 10 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 00.844.104/0001-82. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.715 em 10 pagamentos entre 2023 e 2026
- Osmar Terra (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.102 em 13 pagamentos entre 2024 e 2026
- Henrique Fontana (PT-RS), despesa de campanha: R$ 1.087 em 14 pagamentos em 2018
- Bibo Nunes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 810 em 3 pagamentos em 2025
- Luis Carlos Heinze (PP-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 720 em 1 pagamento em 2024
- Pedro Westphalen (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 570 em 2 pagamentos em 2026
- Maria do Rosário (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 538 em 2 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 455 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 455 da campanha e R$ 3.715 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA. R$ 3.001 pagos pela cota em 18 despesas
Na campanha de 2022, Alexandre Lindenmeyer pagou R$ 516 a COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.001 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 18 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 93.489.243/0091-72. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Afonso Hamm (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 8.675 em 47 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.001 em 18 pagamentos entre 2023 e 2026
- Afonso Motta (PDT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 979 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- Paulo Pimenta (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 647 em 2 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 516 em 3 pagamentos em 2022
- Pedro Westphalen (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 332 em 1 pagamento em 2026
- Carlos Gomes (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 307 em 1 pagamento em 2026
- Paulo Paim (PT-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 250 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 516 da campanha e R$ 3.001 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA. R$ 2.816 pagos pela cota em 13 despesas
Na campanha de 2022, Alexandre Lindenmeyer pagou R$ 8.079 a COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.816 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 13 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 93.489.243/0007-01. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 8.079 em 32 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.816 em 13 pagamentos entre 2023 e 2026
- Any Ortiz (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 256 em 1 pagamento em 2024
- Carlos Gomes (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 231 em 1 pagamento em 2023
- Maria do Rosário (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2025
- Paulo Paim (PT-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 148 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 8.079 da campanha e R$ 2.816 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA. R$ 2.763 pagos pela cota em 14 despesas
Na campanha de 2022, Alexandre Lindenmeyer pagou R$ 891 a COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.763 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 14 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 93.489.243/0029-17. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.763 em 14 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 891 em 3 pagamentos em 2022
- Marcon (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 320 em 1 pagamento em 2025
- Franciane Bayer (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 222 em 1 pagamento em 2026
- Carlos Gomes (REPUBLICANOS-RS), despesa de campanha: R$ 211 em 1 pagamento em 2022
- Fernanda Melchionna (PSOL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 190 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 891 da campanha e R$ 2.763 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100