Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
EMPRESA JORNALISTICA PIONEIRO S A, sócio AFONSO ANTUNES DA MOTTA
AFONSO ANTUNES DA MOTTA é sócio/a pessoa física de EMPRESA JORNALISTICA PIONEIRO S A (CNPJ 88.629.027/0001-99), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Afonso Motta (camara), nome legal comparado: AFONSO ANTUNES DA MOTTA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AFONSO, ANTUNES, MOTTA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
RADIO E TELEVISAO SERRANA LTDA, sócio AFONSO ANTUNES DA MOTTA
AFONSO ANTUNES DA MOTTA é sócio/a pessoa física de RADIO E TELEVISAO SERRANA LTDA (CNPJ 93.266.708/0001-70), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Afonso Motta (camara), nome legal comparado: AFONSO ANTUNES DA MOTTA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AFONSO, ANTUNES, MOTTA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
A NOTICIA S A EMPRESA JORNALISTICA, sócio AFONSO ANTUNES DA MOTTA
AFONSO ANTUNES DA MOTTA é sócio/a pessoa física de A NOTICIA S A EMPRESA JORNALISTICA (CNPJ 84.687.003/0001-35), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Afonso Motta (camara), nome legal comparado: AFONSO ANTUNES DA MOTTA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AFONSO, ANTUNES, MOTTA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
RADIO TV CAXIAS SA, sócio AFONSO ANTUNES DA MOTTA
AFONSO ANTUNES DA MOTTA é sócio/a pessoa física de RADIO TV CAXIAS SA (CNPJ 88.655.774/0001-00), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Afonso Motta (camara), nome legal comparado: AFONSO ANTUNES DA MOTTA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AFONSO, ANTUNES, MOTTA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
MOTTA & CORREA ADVOGADOS ASSOCIADOS, sócio AFONSO ANTUNES DA MOTTA
AFONSO ANTUNES DA MOTTA é sócio/a pessoa física de MOTTA & CORREA ADVOGADOS ASSOCIADOS (CNPJ 07.076.337/0001-21), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Afonso Motta (camara), nome legal comparado: AFONSO ANTUNES DA MOTTA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AFONSO, ANTUNES, MOTTA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
RBS TV - PARTICIPACOES S.A., sócio AFONSO ANTUNES DA MOTTA
AFONSO ANTUNES DA MOTTA é sócio/a pessoa física de RBS TV - PARTICIPACOES S.A. (CNPJ 07.654.993/0001-64), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Afonso Motta (camara), nome legal comparado: AFONSO ANTUNES DA MOTTA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AFONSO, ANTUNES, MOTTA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
TELEVISAO GAUCHA SA, sócio AFONSO ANTUNES DA MOTTA
AFONSO ANTUNES DA MOTTA é sócio/a pessoa física de TELEVISAO GAUCHA SA (CNPJ 92.735.877/0001-49), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Afonso Motta (camara), nome legal comparado: AFONSO ANTUNES DA MOTTA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AFONSO, ANTUNES, MOTTA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
CABOPARBS PARTICIPACOES S.A., sócio AFONSO ANTUNES DA MOTTA
AFONSO ANTUNES DA MOTTA é sócio/a pessoa física de CABOPARBS PARTICIPACOES S.A. (CNPJ 72.257.751/0001-07), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Afonso Motta (camara), nome legal comparado: AFONSO ANTUNES DA MOTTA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AFONSO, ANTUNES, MOTTA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
IMPRESSOS PORTAO LTDA. R$ 100.132 pagos pela cota em 9 despesas
Na campanha de 2018, Afonso Motta pagou R$ 160.257 a IMPRESSOS PORTAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 100.132 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 88.263.942/0001-03. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 400.057 em 70 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 100.132 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- Luis Carlos Heinze (PP-RS), despesa de campanha: R$ 78.200 em 2 pagamentos em 2018
- Marcel van Hattem (NOVO-RS), despesa de campanha: R$ 35.040 em 15 pagamentos em 2022
- Covatti Filho (PP-RS), despesa de campanha: R$ 1.470 em 2 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 160.257 da campanha e R$ 100.132 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ELF LOCADORA DE VEICULOS EIRELI. R$ 422.300 pagos pela cota em 90 despesas
Na campanha de 2018, Afonso Motta pagou R$ 32.650 a ELF LOCADORA DE VEICULOS EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 422.300 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 90 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.447.405/0001-11. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 422.300 em 91 pagamentos entre 2023 e 2026
- Covatti Filho (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 381.510 em 37 pagamentos entre 2023 e 2026
- Giovani Cherini (PL-RS), despesa de campanha: R$ 259.976 em 95 pagamentos entre 2018 e 2026
- Covatti Filho (PP-RS), despesa de campanha: R$ 225.805 em 39 pagamentos entre 2018 e 2026
- Giovani Cherini (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 197.257 em 59 pagamentos entre 2023 e 2026
- Márcio Biolchi (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 162.568 em 39 pagamentos entre 2023 e 2026
- Franciane Bayer (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 133.516 em 31 pagamentos entre 2023 e 2025
- Heitor Schuch (PSD-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 88.567 em 13 pagamentos entre 2024 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 32.650 da campanha e R$ 422.300 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LIBRE COMUNICACAO E MARKETING LTDA. R$ 344.389 pagos pela cota em 40 despesas
Na campanha de 2022, Afonso Motta pagou R$ 105.000 a LIBRE COMUNICACAO E MARKETING LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 344.389 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 40 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.345.631/0001-54. Atividade registrada: outras atividades de prestacao de servicos de informacao nao especificadas anteriormente (CNAE 63992).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 352.389 em 41 pagamentos entre 2023 e 2026
- Jandira Feghali (PCdoB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 332.655 em 41 pagamentos entre 2023 e 2026
- Léo Prates (REPUBLICANOS-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 311.772 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
- Wolney Queiroz (PDT-PE), despesa de campanha: R$ 250.000 em 1 pagamento em 2022
- Marcos Tavares (PDT-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 225.750 em 29 pagamentos entre 2024 e 2026
- Leonardo Monteiro (PT-MG), despesa de campanha: R$ 120.000 em 3 pagamentos entre 2018 e 2026
- Alice Portugal (PCdoB-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 118.000 em 18 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 105.000 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 105.000 da campanha e R$ 344.389 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AMPLA EMPRESA JORNALISTICA LTDA. R$ 11.550 pagos pela cota em 12 despesas
Na campanha de 2018, Afonso Motta pagou R$ 2.400 a AMPLA EMPRESA JORNALISTICA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 11.550 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 12 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.185.347/0001-07. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 11.550 em 12 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 5.350 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- Sanderson (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.700 em 9 pagamentos entre 2025 e 2026
- Fernanda Melchionna (PSOL-RS), despesa de campanha: R$ 500 em 1 pagamento em 2026
- Márcio Biolchi (MDB-RS), despesa de campanha: R$ 468 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.400 da campanha e R$ 11.550 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MINUANO COMUNICACAO ASSESSORIA E REPRESENTACAO COMERCIAL LTDA. R$ 9.500 pagos pela cota em 9 despesas
Na campanha de 2018, Afonso Motta pagou R$ 1.200 a MINUANO COMUNICACAO ASSESSORIA E REPRESENTACAO COMERCIAL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 18.770.458/0001-95. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.500 em 9 pagamentos entre 2024 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.570 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- Sanderson (PL-RS), despesa de campanha: R$ 395 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.200 da campanha e R$ 9.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO DE COMBUSTIVEIS DA FELIX LTDA. R$ 5.345 pagos pela cota em 25 despesas
Na campanha de 2022, Afonso Motta pagou R$ 6.000 a POSTO DE COMBUSTIVEIS DA FELIX LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.345 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 25 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 34.488.405/0001-32. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 11.000 em 3 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.345 em 25 pagamentos entre 2023 e 2026
- Ronaldo Nogueira (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.067 em 7 pagamentos em 2025
- Sanderson (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 891 em 4 pagamentos em 2026
- Luciano Azevedo (PSD-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 643 em 2 pagamentos em 2024
- Maria do Rosário (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 612 em 2 pagamentos em 2024
- Paulo Pimenta (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 525 em 1 pagamento em 2026
- Zucco (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 524 em 2 pagamentos entre 2023 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.000 da campanha e R$ 5.345 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CLARO NXT TELECOMUNICACOES S/A. R$ 10.783 pagos pela cota em 36 despesas
Na campanha de 2022, Afonso Motta pagou R$ 187 a CLARO NXT TELECOMUNICACOES S/A com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 10.783 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 36 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 66.970.229/0006-71. Atividade registrada: telecomunicacoes sem fio (CNAE 61205).
Quem pagou esta empresa
- Paulo Paim (PT-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 36.629 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marcon (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 16.768 em 43 pagamentos entre 2023 e 2026
- Lucas Redecker (PSD-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 15.663 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- Daniel Trzeciak (PSDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 14.058 em 41 pagamentos entre 2023 e 2026
- Hamilton Mourão (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 12.668 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 10.783 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Any Ortiz (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 8.738 em 41 pagamentos entre 2023 e 2026
- Afonso Hamm (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 7.588 em 39 pagamentos entre 2023 e 2026
R$ 187 da campanha e R$ 10.783 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100