Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FORTE AGENCIA - MARKETING, VENDAS, CONSULTORIA E TREINAMENTOS LTDA. R$ 260.000 pagos pela cota em 40 despesas
Na campanha de 2022, Heitor Schuch pagou R$ 62.000 a FORTE AGENCIA - MARKETING, VENDAS, CONSULTORIA E TREINAMENTOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 260.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 40 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 41.422.339/0001-63. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 260.000 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 127.100 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 62.000 da campanha e R$ 260.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CLOVIS ALBERTO PANSERA. R$ 157.394 pagos pela cota em 11 despesas
Na campanha de 2022, Heitor Schuch pagou R$ 294.446 a CLOVIS ALBERTO PANSERA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 157.394 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 74.858.226/0001-64. Atividade registrada: servicos de acabamentos graficos (CNAE 18229).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 514.442 em 106 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 157.394 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 294.446 da campanha e R$ 157.394 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTOLOCADORA BONAUTO LOCALIZE LTDA.. R$ 111.600 pagos pela cota em 42 despesas
Na campanha de 2022, Heitor Schuch pagou R$ 18.771 a AUTOLOCADORA BONAUTO LOCALIZE LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 111.600 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 42 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 17.133.780/0001-40. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- Marlon Santos (PL-RS), despesa de campanha: R$ 135.724 em 32 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 111.600 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 18.771 em 5 pagamentos em 2022
- Alceu Moreira (MDB-RS), despesa de campanha: R$ 1.700 em 2 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 18.771 da campanha e R$ 111.600 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EMPRESA JORNALISTICA FOLHA DO MATE LTDA. R$ 5.047 pagos pela cota em 11 despesas
Na campanha de 2018, Heitor Schuch pagou R$ 2.184 a EMPRESA JORNALISTICA FOLHA DO MATE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.047 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 98.597.719/0001-56. Atividade registrada: edicao de revistas (CNAE 58131).
Quem pagou esta empresa
- Marcelo Moraes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 6.237 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.047 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
- Alceu Moreira (MDB-RS), despesa de campanha: R$ 3.447 em 3 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.039 em 3 pagamentos entre 2018 e 2022
- Marcia Scherer (MDB-RS), despesa de campanha: R$ 1.858 em 1 pagamento em 2018
- Afonso Motta (PDT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.278 em 1 pagamento em 2025
- Pompeo de Mattos (PDT-RS), despesa de campanha: R$ 790 em 1 pagamento em 2022
- Bohn Gass (PT-RS), despesa de campanha: R$ 778 em 2 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.184 da campanha e R$ 5.047 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTOSUL LOCADORA DE VEICULOS LTDA. R$ 81.250 pagos pela cota em 11 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Heitor Schuch pagou R$ 81.250 a AUTOSUL LOCADORA DE VEICULOS LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 10.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 23.285.134/0001-00. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- Márcio Biolchi (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 197.461 em 26 pagamentos entre 2024 e 2026
- Marcelo Moraes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 172.800 em 24 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 88.750 em 12 pagamentos entre 2025 e 2026
- Giovani Cherini (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 75.947 em 12 pagamentos entre 2024 e 2025
- Covatti Filho (PP-RS), despesa de campanha: R$ 70.268 em 8 pagamentos entre 2018 e 2026
- Sérgio Turra (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 64.577 em 10 pagamentos em 2026
- Covatti Filho (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 62.903 em 9 pagamentos entre 2025 e 2026
- Franciane Bayer (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 29.500 em 5 pagamentos em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.000 da campanha e R$ 81.250 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GAZETA DO SUL S A. R$ 4.437 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2018, Heitor Schuch pagou R$ 9.140 a GAZETA DO SUL S A com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.437 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 95.424.834/0001-30. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- Marcelo Moraes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 24.774 em 4 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 17.762 em 8 pagamentos entre 2018 e 2026
- Pedro Westphalen (PP-RS), despesa de campanha: R$ 10.930 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- Henrique Fontana (PT-RS), despesa de campanha: R$ 5.699 em 2 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.437 em 8 pagamentos entre 2024 e 2026
- Giovani Feltes (MDB-RS), despesa de campanha: R$ 878 em 1 pagamento em 2022
- Marcelo Moraes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 695 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- Sanderson (PL-RS), despesa de campanha: R$ 594 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 9.140 da campanha e R$ 4.437 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DISTRIBUIDORA DE COMBUSTIVEIS REGINATTO LTDA. R$ 3.747 pagos pela cota em 13 despesas
Na campanha de 2018, Heitor Schuch pagou R$ 464 a DISTRIBUIDORA DE COMBUSTIVEIS REGINATTO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.747 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 13 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.077.510/0001-06. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.747 em 13 pagamentos entre 2023 e 2026
- Luis Carlos Heinze (PP-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 1.153 em 3 pagamentos entre 2023 e 2026
- Covatti Filho (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 749 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 731 em 4 pagamentos entre 2018 e 2022
- Any Ortiz (PP-RS), despesa de campanha: R$ 477 em 3 pagamentos em 2022
- Afonso Motta (PDT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 386 em 2 pagamentos entre 2023 e 2025
- Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 275 em 1 pagamento em 2026
- Osmar Terra (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 224 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 464 da campanha e R$ 3.747 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA. R$ 4.284 pagos pela cota em 16 despesas
Na campanha de 2018, Heitor Schuch pagou R$ 183 a COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.284 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 16 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 93.489.243/0010-07. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Marcon (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 33.127 em 114 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.284 em 16 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marcon (PT-RS), despesa de campanha: R$ 3.417 em 8 pagamentos entre 2018 e 2022
- Bohn Gass (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.086 em 4 pagamentos entre 2023 e 2026
- Luiz Carlos Busato (UNIÃO-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 817 em 2 pagamentos em 2026
- Luis Carlos Heinze (PP-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 739 em 3 pagamentos entre 2023 e 2026
- Maria do Rosário (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 659 em 3 pagamentos entre 2024 e 2026
- Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), despesa de campanha: R$ 411 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 183 da campanha e R$ 4.284 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIO DE COMBUSTIVEIS NEVOEIRO LTDA. R$ 3.262 pagos pela cota em 13 despesas
Na campanha de 2018, Heitor Schuch pagou R$ 160 a COMERCIO DE COMBUSTIVEIS NEVOEIRO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.262 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 13 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 95.425.369/0003-14. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.262 em 13 pagamentos entre 2023 e 2026
- Pedro Westphalen (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.850 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marcelo Moraes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 992 em 5 pagamentos entre 2023 e 2026
- Luis Carlos Heinze (PP-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 958 em 3 pagamentos entre 2024 e 2025
- Fernanda Melchionna (PSOL-RS), despesa de campanha: R$ 457 em 2 pagamentos em 2022
- Osmar Terra (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 441 em 2 pagamentos entre 2024 e 2025
- Alceu Moreira (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 412 em 3 pagamentos entre 2023 e 2024
- Marcon (PT-RS), despesa de campanha: R$ 390 em 2 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 160 da campanha e R$ 3.262 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ABASTECEDORA DIAS NARCIZO LTDA. R$ 3.051 pagos pela cota em 10 despesas
Na campanha de 2018, Heitor Schuch pagou R$ 160 a ABASTECEDORA DIAS NARCIZO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.051 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 10 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 25.161.722/0001-59. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.051 em 10 pagamentos entre 2023 e 2026
- Giovani Cherini (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 460 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
- Alceu Moreira (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 325 em 1 pagamento em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 160 em 1 pagamento em 2018
- Covatti Filho (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 150 em 1 pagamento em 2025
- Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 120 em 1 pagamento em 2026
- Marcon (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 85 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 160 da campanha e R$ 3.051 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA. R$ 1.493 pagos pela cota em 7 despesas
Na campanha de 2018, Heitor Schuch pagou R$ 187 a COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.493 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 7 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 93.489.243/0041-03. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Luis Carlos Heinze (PP-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 3.822 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
- Daiana Santos (PCdoB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.607 em 7 pagamentos entre 2023 e 2026
- Ronaldo Nogueira (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.497 em 6 pagamentos entre 2024 e 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.493 em 7 pagamentos entre 2023 e 2026
- Bohn Gass (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.114 em 5 pagamentos entre 2023 e 2025
- Paulo Pimenta (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 931 em 3 pagamentos em 2026
- Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), despesa de campanha: R$ 910 em 4 pagamentos em 2022
- Osmar Terra (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 848 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 187 da campanha e R$ 1.493 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIO DE COMBUSTIVEIS NEVOEIRO LTDA. R$ 1.333 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Heitor Schuch pagou R$ 287 a COMERCIO DE COMBUSTIVEIS NEVOEIRO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.333 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 95.425.369/0022-87. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.333 em 4 pagamentos entre 2024 e 2025
- Márcio Biolchi (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 617 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- Marcelo Moraes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 592 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
- Sanderson (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 524 em 2 pagamentos em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 287 em 1 pagamento em 2022
- Daiana Santos (PCdoB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 269 em 1 pagamento em 2024
- Luis Carlos Heinze (PP-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 250 em 1 pagamento em 2025
- Franciane Bayer (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 205 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 287 da campanha e R$ 1.333 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTOS DE COMBUSTIVEIS HC EIRELI. R$ 1.247 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2018, Heitor Schuch pagou R$ 169 a POSTOS DE COMBUSTIVEIS HC EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.247 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 19.037.103/0001-54. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.247 em 5 pagamentos entre 2024 e 2026
- Hamilton Mourão (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 553 em 2 pagamentos em 2024
- Pedro Westphalen (PP-RS), despesa de campanha: R$ 540 em 3 pagamentos em 2022
- Franciane Bayer (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 369 em 6 pagamentos entre 2024 e 2026
- Bibo Nunes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 311 em 1 pagamento em 2026
- Marcel van Hattem (NOVO-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 295 em 1 pagamento em 2025
- Bohn Gass (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 240 em 1 pagamento em 2024
- Pompeo de Mattos (PDT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 169 da campanha e R$ 1.247 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA. R$ 1.119 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2018, Heitor Schuch pagou R$ 381 a COMERCIAL BUFFON COMBUSTIVEIS E TRANSPORTES LIMITADA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.119 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 93.489.243/0006-20. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.014 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
- Pompeo de Mattos (PDT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.913 em 8 pagamentos entre 2023 e 2026
- Afonso Hamm (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.709 em 10 pagamentos entre 2024 e 2026
- Daniel Trzeciak (PSDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.158 em 5 pagamentos entre 2023 e 2026
- Luis Carlos Heinze (PP-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 1.146 em 4 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.119 em 4 pagamentos entre 2023 e 2025
- Fernanda Melchionna (PSOL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.051 em 5 pagamentos entre 2025 e 2026
- Bibo Nunes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 864 em 3 pagamentos entre 2025 e 2026
R$ 381 da campanha e R$ 1.119 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
OLA EMPRESA JORNALISTICA LTDA. R$ 950 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2018, Heitor Schuch pagou R$ 900 a OLA EMPRESA JORNALISTICA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 950 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 23.484.664/0001-79. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- Marcelo Moraes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 2.956 em 1 pagamento em 2022
- Alceu Moreira (MDB-RS), despesa de campanha: R$ 1.994 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.866 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 950 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 900 da campanha e R$ 950 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100