Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
EMPRESA DE COMUNICACAO GAIA LTDA, sócio DARCI DE MATOS
DARCI DE MATOS é sócio/a pessoa física de EMPRESA DE COMUNICACAO GAIA LTDA (CNPJ 01.941.165/0001-20), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Darci de Matos (camara), nome legal comparado: DARCI DE MATOS. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: DARCI, MATOS.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
MATOS CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA., sócio DARCI DE MATOS
DARCI DE MATOS é sócio/a pessoa física de MATOS CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA. (CNPJ 62.564.969/0001-42), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Darci de Matos (camara), nome legal comparado: DARCI DE MATOS. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: DARCI, MATOS.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PRATICA PUBLICIDADE LTDA. R$ 120.518 pagos pela cota em 11 despesas
Na campanha de 2022, Darci de Matos pagou R$ 40.000 a PRATICA PUBLICIDADE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 120.518 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.444.783/0001-41. Atividade registrada: agencias de publicidade (CNAE 73114).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 135.618 em 12 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 40.000 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 40.000 da campanha e R$ 120.518 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GRAFICA WILLEJACK LTDA. R$ 12.450 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Darci de Matos pagou R$ 64.704 a GRAFICA WILLEJACK LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 12.450 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 85.191.146/0001-14. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 148.504 em 30 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 12.450 em 1 pagamento em 2024
- Rodrigo Coelho (PODE-SC), despesa de campanha: R$ 11.583 em 4 pagamentos em 2026
- Cobalchini (MDB-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 8.200 em 1 pagamento em 2023
- Pedro Uczai (PT-SC), despesa de campanha: R$ 2.319 em 2 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 64.704 da campanha e R$ 12.450 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PORTAL ACONTECEU EM JOINVILLE LTDA. R$ 10.500 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2022, Darci de Matos pagou R$ 2.500 a PORTAL ACONTECEU EM JOINVILLE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 10.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 24.135.913/0001-83. Atividade registrada: edicao de revistas (CNAE 58131).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 10.500 em 5 pagamentos entre 2023 e 2024
- Fabio Schiochet (UNIÃO-SC), despesa de campanha: R$ 2.500 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.500 em 1 pagamento em 2022
- Zé Trovão (PL-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.000 em 2 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.500 da campanha e R$ 10.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Sócio com o mesmo sobrenome em empresa fornecedora
POSTO DOIS PINHEIROS PERDIZES LTDA, sócio LEDIANE RAQUEL LUNARDI DE MATOS. R$ 174 pagos pela cota em 1 despesa
LEDIANE RAQUEL LUNARDI DE MATOS é sócio/a de POSTO DOIS PINHEIROS PERDIZES LTDA (CNPJ 04.046.613/0001-10), empresa que recebeu R$ 173,60 em 1 despesa(s) de Darci de Matos. Sobrenomes comuns: MATOS.
Quem pagou esta empresa
- Cobalchini (MDB-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 189 em 1 pagamento em 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 174 em 1 pagamento em 2024
- Daniela Reinehr (PL-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 98 em 1 pagamento em 2026
índice de semelhança 55 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
NC COMUNICACOES SA. R$ 89 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Darci de Matos pagou R$ 13.967 a NC COMUNICACOES SA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 89 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 79.227.963/0002-63. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- Rodrigo Coelho (PODE-SC), despesa de campanha: R$ 38.501 em 7 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 13.967 em 1 pagamento em 2018
- Gilson Marques (NOVO-SC), despesa de campanha: R$ 4.200 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 89 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 13.967 da campanha e R$ 89 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100