Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FRANCINE MARTA GARCIA DE ALMEIDA. R$ 32.850 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Zé Trovão pagou R$ 344.084 a FRANCINE MARTA GARCIA DE ALMEIDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 32.850 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 35.817.274/0001-52. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 344.084 em 8 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 32.850 em 2 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 344.084 da campanha e R$ 32.850 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
HANNA COMERCIO DE MOVEIS PLANEJADOS LTDA. R$ 49.350 pagos pela cota em 11 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Zé Trovão pagou R$ 49.350 a HANNA COMERCIO DE MOVEIS PLANEJADOS LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 7.850 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 34.308.234/0001-12. Atividade registrada: comercio varejista especializado de moveis, colchoaria e artigos de iluminacao (CNAE 47547).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 195.050 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 7.850 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 7.850 da campanha e R$ 49.350 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MAILOU SUPPLY E STORE VENDA E LOCACAO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA LTDA. R$ 23.922 pagos pela cota em 11 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Zé Trovão pagou R$ 23.922 a MAILOU SUPPLY E STORE VENDA E LOCACAO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 4.450 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 34.200.414/0001-86. Atividade registrada: comercio atacadista de computadores, perifericos e suprimentos de informatica (CNAE 46516).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 87.560 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 4.450 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 4.450 da campanha e R$ 23.922 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JLC FETTER LOCADORA DE VEICULOS LTDA. R$ 4.980 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Zé Trovão pagou R$ 26.429 a JLC FETTER LOCADORA DE VEICULOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.980 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 36.511.663/0001-18. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 26.429 em 6 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.980 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 26.429 da campanha e R$ 4.980 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
41.897.748 SANDY LOUIZE MELARA. R$ 1.402 pagos pela cota em 5 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Zé Trovão pagou R$ 1.402 a 41.897.748 SANDY LOUIZE MELARA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 1.967 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 41.897.748/0001-16. Atividade registrada: comercio varejista de livros, jornais, revistas e papelaria (CNAE 47610).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.967 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.402 em 5 pagamentos entre 2025 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.967 da campanha e R$ 1.402 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 60 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO AG8 LTDA. R$ 948 pagos pela cota em 2 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Zé Trovão pagou R$ 948 a AUTO POSTO AG8 LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 541 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 31.199.352/0001-41. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.923 em 5 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 541 em 2 pagamentos em 2026
- Pezenti (MDB-SC), despesa de campanha: R$ 415 em 1 pagamento em 2026
- Fabio Schiochet (UNIÃO-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 300 em 1 pagamento em 2026
- Pedro Uczai (PT-SC), despesa de campanha: R$ 293 em 1 pagamento em 2026
- Jorge Goetten (REPUBLICANOS-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 290 em 1 pagamento em 2023
- Carlos Chiodini (MDB-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 214 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 541 da campanha e R$ 948 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100