Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
AMJ EDIFICACOES LTDA, sócio ALFREDO ALVES CAVALCANTE
ALFREDO ALVES CAVALCANTE é sócio/a pessoa física de AMJ EDIFICACOES LTDA (CNPJ 20.489.180/0001-24), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Alfredinho (camara), nome legal comparado: ALFREDO ALVES CAVALCANTE. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: ALFREDO, ALVES, CAVALCANTE.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GRAFTEC GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 64.850 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2018, Alfredinho pagou R$ 3.750 a GRAFTEC GRAFICA E EDITORA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 64.850 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.059.685/0001-00. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- Juliana Cardoso (PT-SP), despesa de campanha: R$ 204.508 em 41 pagamentos em 2022
- Juliana Cardoso (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 121.674 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 94.494 em 37 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 64.850 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.750 da campanha e R$ 64.850 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ZIULOSCAR GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 24.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Alfredinho pagou R$ 115.546 a ZIULOSCAR GRAFICA E EDITORA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 24.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 34.276.520/0001-43. Atividade registrada: impressao de jornais livros revistas e outras publicacoes periodicas (CNAE 18113).
Quem pagou esta empresa
- Vicentinho (PT-SP), despesa de campanha: R$ 290.165 em 151 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 198.707 em 183 pagamentos entre 2022 e 2026
- Luiz Marinho (PT-SP), despesa de campanha: R$ 112.477 em 96 pagamentos em 2022
- Pedro Tourinho (PT-SP), despesa de campanha: R$ 103.065 em 110 pagamentos em 2022
- Kiko Celeguim (PT-SP), despesa de campanha: R$ 74.579 em 105 pagamentos em 2022
- Paulo Teixeira (PT-SP), despesa de campanha: R$ 69.466 em 29 pagamentos em 2022
- Vicentinho (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 45.580 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 24.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 115.546 da campanha e R$ 24.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TONINHO TRINTA AUTO POSTO LTDA. R$ 23.726 pagos pela cota em 107 despesas
Na campanha de 2018, Alfredinho pagou R$ 12.775 a TONINHO TRINTA AUTO POSTO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 23.726 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 107 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 59.469.775/0001-53. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 23.726 em 107 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 12.775 em 15 pagamentos em 2018
- Fábio Teruel (MDB-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 411 em 2 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 12.775 da campanha e R$ 23.726 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
M DESIGNER CITY LTDA. R$ 4.200 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Alfredinho pagou R$ 18.727 a M DESIGNER CITY LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.200 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 22.317.550/0001-71. Atividade registrada: edicao de livros (CNAE 58115).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 7.247.936 em 63 pagamentos entre 2018 e 2026
- Jilmar Tatto (PT-SP), despesa de campanha: R$ 957.415 em 548 pagamentos entre 2022 e 2026
- Odair Cunha (PT-MG), despesa de campanha: R$ 225.038 em 50 pagamentos em 2022
- Gleisi Hoffmann (PT-PR), despesa de campanha: R$ 90.000 em 7 pagamentos em 2022
- Alex Manente (CIDADANIA-SP), despesa de campanha: R$ 79.760 em 8 pagamentos entre 2018 e 2022
- Rui Falcão (PT-SP), despesa de campanha: R$ 75.598 em 24 pagamentos entre 2022 e 2026
- Júnior Bozzella (UNIÃO-SP), despesa de campanha: R$ 66.080 em 19 pagamentos em 2022
- Arlindo Chinaglia (PT-SP), despesa de campanha: R$ 57.680 em 30 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 18.727 da campanha e R$ 4.200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
M DESIGNER CITY LTDA. R$ 4.200 pagos pela cota em 1 despesa
Alfredinho destinou R$ 9.626.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Comunicações / Tecnologia da informação, Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a M DESIGNER CITY LTDA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 4.200 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (1 despesa). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 22.317.550/0001-71.
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 7.247.936 em 63 pagamentos entre 2018 e 2026
- Jilmar Tatto (PT-SP), despesa de campanha: R$ 957.415 em 548 pagamentos entre 2022 e 2026
- Odair Cunha (PT-MG), despesa de campanha: R$ 225.038 em 50 pagamentos em 2022
- Gleisi Hoffmann (PT-PR), despesa de campanha: R$ 90.000 em 7 pagamentos em 2022
- Alex Manente (CIDADANIA-SP), despesa de campanha: R$ 79.760 em 8 pagamentos entre 2018 e 2022
- Rui Falcão (PT-SP), despesa de campanha: R$ 75.598 em 24 pagamentos entre 2022 e 2026
- Júnior Bozzella (UNIÃO-SP), despesa de campanha: R$ 66.080 em 19 pagamentos em 2022
- Arlindo Chinaglia (PT-SP), despesa de campanha: R$ 57.680 em 30 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100