Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
N & M SERVICOS E ORGANIZACAO DE DOCUMENTOS LTDA, sócio NILTO IGNACIO TATTO
NILTO IGNACIO TATTO é sócio/a pessoa física de N & M SERVICOS E ORGANIZACAO DE DOCUMENTOS LTDA (CNPJ 04.037.609/0001-96), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Nilto Tatto (camara), nome legal comparado: NILTO IGNACIO TATTO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: IGNACIO, NILTO, TATTO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
VISTAR PRESTACAO DE SERVICOS DE DIGITACAO LTDA. R$ 229.000 pagos pela cota em 51 despesas
Na campanha de 2018, Nilto Tatto pagou R$ 5.000 a VISTAR PRESTACAO DE SERVICOS DE DIGITACAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 229.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 51 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.689.647/0001-84. Atividade registrada: portais provedores de conteudo e outros servicos de informacao na internet (CNAE 63194).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 229.000 em 51 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 15.000 em 3 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.000 da campanha e R$ 229.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE DESIGN SGA LTDA. R$ 508.846 pagos pela cota em 44 despesas
Nilto Tatto destinou R$ 751.400 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2020, 2021, 2023, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE DESIGN SGA LTDA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 508.846 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (44 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 49.895.296/0001-45.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 508.846 em 44 pagamentos entre 2023 e 2026
- Jilmar Tatto (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 351.600 em 39 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 17.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PRESTACAO DE SERVICOS DE DESIGN SGA LTDA. R$ 162.196 pagos pela cota em 13 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Nilto Tatto pagou R$ 162.196 a PRESTACAO DE SERVICOS DE DESIGN SGA LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 13 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 17.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 49.895.296/0001-45. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 508.846 em 44 pagamentos entre 2023 e 2026
- Jilmar Tatto (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 351.600 em 39 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 17.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 17.000 da campanha e R$ 162.196 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
BIGFORMS LTDA. R$ 15.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Nilto Tatto pagou R$ 191.151 a BIGFORMS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 15.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.262.031/0001-46. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de cadastros listas e outros produtos graficos (CNAE 58298).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 191.151 em 81 pagamentos em 2018
- Jilmar Tatto (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 53.200 em 5 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 15.000 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 191.151 da campanha e R$ 15.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DPT EDITORACAO S/S LTDA. R$ 7.450 pagos pela cota em 10 despesas
Na campanha de 2018, Nilto Tatto pagou R$ 1.800 a DPT EDITORACAO S/S LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 7.450 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 10 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 11.905.708/0001-08. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- Enrico Misasi (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 29.409 em 10 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 7.450 em 10 pagamentos entre 2023 e 2025
- Felipe Becari (PODE-SP), despesa de campanha: R$ 2.500 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.800 em 2 pagamentos em 2018
- Alfredinho (PT-SP), despesa de campanha: R$ 1.000 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.800 da campanha e R$ 7.450 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Facebook Serviços Online do Brasil ltda. R$ 27.814 pagos pela cota em 22 despesas
Nilto Tatto destinou R$ 751.400 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2020, 2021, 2023, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Facebook Serviços Online do Brasil ltda. Separadamente, o gabinete pagou R$ 27.814 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (22 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 13.347.016/0001-17.
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
BIGFORMS LTDA ME. R$ 15.000 pagos pela cota em 1 despesa
Nilto Tatto destinou R$ 751.400 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2020, 2021, 2023, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a BIGFORMS LTDA ME. Separadamente, o gabinete pagou R$ 15.000 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (1 despesa). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 02.262.031/0001-46.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 191.151 em 81 pagamentos em 2018
- Jilmar Tatto (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 53.200 em 5 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 15.000 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
DPT EDITORAÇÃO LTDA. R$ 7.450 pagos pela cota em 10 despesas
Nilto Tatto destinou R$ 751.400 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2020, 2021, 2023, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a DPT EDITORAÇÃO LTDA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 7.450 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (10 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 11.905.708/0001-08.
Quem pagou esta empresa
- Enrico Misasi (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 29.409 em 10 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 7.450 em 10 pagamentos entre 2023 e 2025
- Felipe Becari (PODE-SP), despesa de campanha: R$ 2.500 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.800 em 2 pagamentos em 2018
- Alfredinho (PT-SP), despesa de campanha: R$ 1.000 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CASA CULTURAL DO POVO BRASILEIRO. R$ 3.000 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Nilto Tatto pagou R$ 3.000 a CASA CULTURAL DO POVO BRASILEIRO com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 3.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 42.954.476/0001-01. Atividade registrada: atividades de organizacoes associativas ligadas a cultura e a arte (CNAE 94936).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.000 da campanha e R$ 3.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 60 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO PORTAL DE INTERLAGOS LTDA.. R$ 447 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2018, Nilto Tatto pagou R$ 595 a AUTO POSTO PORTAL DE INTERLAGOS LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 447 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 10.203.913/0001-69. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Felipe Becari (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 11.980 em 67 pagamentos entre 2023 e 2026
- Alfredinho (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 9.376 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- Douglas Viegas (UNIÃO-SP), despesa de campanha: R$ 7.022 em 10 pagamentos em 2022
- Alexandre Leite (UNIÃO-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 5.540 em 17 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 595 em 5 pagamentos em 2018
- Alexandre Leite (UNIÃO-SP), despesa de campanha: R$ 569 em 3 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 447 em 2 pagamentos em 2024
- Enrico Misasi (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 173 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 595 da campanha e R$ 447 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 13.907 pagos pela cota em 11 despesas
Na campanha de 2022, Nilto Tatto pagou R$ 30.000 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 13.907 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 30.000 da campanha e R$ 13.907 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100