O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CASABLANCA RENT A CAR LTDA. R$ 423.116 pagos pela cota em 37 despesas
Na campanha de 2018, André Figueiredo pagou R$ 26.827 a CASABLANCA RENT A CAR LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 423.116 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 37 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.977.401/0001-94. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 423.116 em 37 pagamentos entre 2023 e 2026
- Ronaldo Martins (REPUBLICANOS-CE), despesa de campanha: R$ 234.346 em 20 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 94.327 em 12 pagamentos entre 2018 e 2026
- Priscila Costa (PL-CE), despesa de campanha: R$ 63.733 em 1 pagamento em 2022
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 60.000 em 5 pagamentos em 2022
- Priscila Costa (PL-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 50.852 em 4 pagamentos em 2023
- Vaidon Oliveira (UNIÃO-CE), despesa de campanha: R$ 50.800 em 3 pagamentos em 2022
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 29.000 em 5 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 26.827 da campanha e R$ 423.116 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MEIOS E CONTEUDOS ESTRATEGIAS EM COMUNICACAO LTDA. R$ 394.965 pagos pela cota em 40 despesas
Na campanha de 2022, André Figueiredo pagou R$ 184.565 a MEIOS E CONTEUDOS ESTRATEGIAS EM COMUNICACAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 394.965 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 40 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 29.251.632/0001-00. Atividade registrada: atividades de consultoria em gestao empresarial (CNAE 70204).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 394.965 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 308.315 em 4 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 184.565 da campanha e R$ 394.965 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ORGANIZACAO HELIO MEIRELES PETROLEO LTDA. R$ 122.302 pagos pela cota em 38 despesas
Na campanha de 2018, André Figueiredo pagou R$ 9.480 a ORGANIZACAO HELIO MEIRELES PETROLEO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 122.302 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 38 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 73.676.140/0002-39. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 122.302 em 38 pagamentos entre 2023 e 2026
- Mauro Benevides Filho (UNIÃO-CE), despesa de campanha: R$ 81.049 em 21 pagamentos entre 2018 e 2026
- Augusta Brito (PT-CE), cota parlamentar (Senado): R$ 44.804 em 16 pagamentos em 2023
- Eduardo Girão (NOVO-CE), despesa de campanha: R$ 40.992 em 10 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 22.055 em 30 pagamentos entre 2018 e 2022
- Idilvan Alencar (PSB-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 9.675 em 35 pagamentos entre 2023 e 2026
- AJ Albuquerque (PP-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.002 em 6 pagamentos entre 2025 e 2026
- Eduardo Bismarck (PV-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 615 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 9.480 da campanha e R$ 122.302 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LIBRE COMUNICACAO E MARKETING EIRELI. R$ 10.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, André Figueiredo pagou R$ 100.000 a LIBRE COMUNICACAO E MARKETING EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 10.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.345.631/0001-54. Atividade registrada: outras atividades de prestacao de servicos de informacao nao especificadas anteriormente (CNAE 63992).
Quem pagou esta empresa
- Afonso Motta (PDT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 352.389 em 41 pagamentos entre 2023 e 2026
- Jandira Feghali (PCdoB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 332.655 em 41 pagamentos entre 2023 e 2026
- Léo Prates (REPUBLICANOS-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 311.772 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
- Wolney Queiroz (PDT-PE), despesa de campanha: R$ 250.000 em 1 pagamento em 2022
- Marcos Tavares (PDT-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 225.750 em 29 pagamentos entre 2024 e 2026
- Leonardo Monteiro (PT-MG), despesa de campanha: R$ 120.000 em 3 pagamentos entre 2018 e 2026
- Alice Portugal (PCdoB-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 118.000 em 18 pagamentos entre 2023 e 2025
- Afonso Motta (PDT-RS), despesa de campanha: R$ 105.000 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 100.000 da campanha e R$ 10.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PRINTCOLOR GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 620 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, André Figueiredo pagou R$ 31.800 a PRINTCOLOR GRAFICA E EDITORA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 620 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.824.298/0001-80. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 612.505 em 110 pagamentos entre 2018 e 2026
- Inácio Arruda (PCdoB-CE), despesa de campanha: R$ 608.761 em 98 pagamentos entre 2018 e 2022
- Luizianne Lins (REDE-CE), despesa de campanha: R$ 560.213 em 40 pagamentos entre 2018 e 2022
- José Airton Félix Cirilo (PT-CE), despesa de campanha: R$ 359.026 em 77 pagamentos em 2022
- José Guimarães (PT-CE), despesa de campanha: R$ 290.510 em 77 pagamentos entre 2018 e 2022
- Idilvan Alencar (PSB-CE), despesa de campanha: R$ 220.260 em 19 pagamentos em 2026
- André Fernandes (PL-CE), despesa de campanha: R$ 96.810 em 43 pagamentos entre 2022 e 2026
- José Guimarães (PT-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 79.900 em 12 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 31.800 da campanha e R$ 620 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TD COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA. R$ 445 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de André Figueiredo pagou R$ 445 a TD COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 5.010 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 21.512.617/0001-66. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 5.010 em 2 pagamentos em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 445 em 1 pagamento em 2026
- Inácio Arruda (PCdoB-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 281 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.010 da campanha e R$ 445 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Emendas concentradas em comunicação
. R$ 200.030 pagos pela cota em 3 despesas
André Figueiredo concentrou R$ 200.030 em 3 emendas parlamentares (dinheiro público) para a área de Comunicações (Tecnologia da informação). Destinar emendas a esta área é uma escolha legítima e comum entre parlamentares; este alerta apenas sinaliza volume elevado para acompanhamento, sem indicar, por si só, qualquer irregularidade ou empresa beneficiária específica.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
peso do alerta 40 de 100