Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
LINHALIS E BARBOSA ADVOGADOS ASSOCIADOS, sócio VICTOR GAROZI LINHALIS
VICTOR GAROZI LINHALIS aparece como sócio(a) pessoa física de LINHALIS E BARBOSA ADVOGADOS ASSOCIADOS (CNPJ 43.951.133/0001-56), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Dr. Victor Linhalis (camara), nome legal comparado: VICTOR GAROZI LINHALIS. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: GAROZI, LINHALIS, VICTOR.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
DALLAPICCOLA E GAROZI LTDA, sócio VICTOR GAROZI LINHALIS
VICTOR GAROZI LINHALIS aparece como sócio(a) pessoa física de DALLAPICCOLA E GAROZI LTDA (CNPJ 08.808.350/0001-90), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Dr. Victor Linhalis (camara), nome legal comparado: VICTOR GAROZI LINHALIS. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: GAROZI, LINHALIS, VICTOR.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
SAMPAIO E LINHALIS LTDA, sócio VICTOR GAROZI LINHALIS
VICTOR GAROZI LINHALIS aparece como sócio(a) pessoa física de SAMPAIO E LINHALIS LTDA (CNPJ 08.664.063/0001-54), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Dr. Victor Linhalis (camara), nome legal comparado: VICTOR GAROZI LINHALIS. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: GAROZI, LINHALIS, VICTOR.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JORNAL CANELA VERDE LTDA. R$ 311.350 pagos pela cota em 6 despesas
Na campanha de 2022, Dr. Victor Linhalis pagou R$ 52.123 a JORNAL CANELA VERDE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 311.350 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 23.191.363/0001-57. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 311.350 em 6 pagamentos entre 2023 e 2026
- Neucimar Fraga (PP-ES), despesa de campanha: R$ 202.457 em 34 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 52.123 em 62 pagamentos em 2022
- Messias Donato (UNIÃO-ES), despesa de campanha: R$ 2.250 em 3 pagamentos em 2022
- Messias Donato (UNIÃO-ES), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.230 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 52.123 da campanha e R$ 311.350 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Sobrenomes em comum com sócio de fornecedor
POSTO DE COMBUSTIVEIS 206 LTDA, sócio JOAO VICTOR GARRIDO DE ANDRADE BRITO. R$ 35.052 pagos pela cota em 63 despesas
JOAO VICTOR GARRIDO DE ANDRADE BRITO é sócio/a de POSTO DE COMBUSTIVEIS 206 LTDA (CNPJ 40.084.269/0001-18), empresa que recebeu R$ 35.052,46 em 63 despesa(s) de Dr. Victor Linhalis. Sobrenomes comuns: VICTOR.
Quem pagou esta empresa
- Duda Ramos (PODE-RR), cota parlamentar (Câmara): R$ 87.259 em 51 pagamentos entre 2023 e 2026
- Bruno Farias (REPUBLICANOS-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 60.594 em 64 pagamentos entre 2023 e 2026
- Antonio Carlos Rodrigues (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 50.130 em 66 pagamentos entre 2023 e 2026
- Lafayette de Andrada (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 37.977 em 71 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 35.052 em 63 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rosângela Reis (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 31.753 em 52 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dr. Frederico (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 29.342 em 54 pagamentos entre 2023 e 2026
- Ruy Carneiro (PODE-PB), cota parlamentar (Câmara): R$ 27.212 em 56 pagamentos entre 2023 e 2026
índice de semelhança 43 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 67.885 pagos pela cota em 32 despesas
Na campanha de 2022, Dr. Victor Linhalis pagou R$ 158.000 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 67.885 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 32 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 158.000 da campanha e R$ 67.885 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 40 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA.. R$ 180 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Dr. Victor Linhalis pagou R$ 181.000 a GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 180 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 06.990.590/0001-23. Atividade registrada: portais provedores de conteudo e outros servicos de informacao na internet (CNAE 63194).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 58.494.158 em 56 pagamentos entre 2018 e 2022
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 528.000 em 11 pagamentos em 2022
- Danilo Forte (PP-CE), despesa de campanha: R$ 521.000 em 8 pagamentos entre 2018 e 2022
- Romário (S/Partido-RJ), despesa de campanha: R$ 499.986 em 3 pagamentos em 2022
- Deltan Dallagnol (PODE-PR), despesa de campanha: R$ 440.000 em 10 pagamentos em 2022
- Alberto Mourão (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 440.000 em 7 pagamentos em 2022
- Marcos Pollon (PL-MS), despesa de campanha: R$ 410.000 em 6 pagamentos em 2022
- Ricardo Salles (NOVO-SP), despesa de campanha: R$ 387.000 em 7 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 181.000 da campanha e R$ 180 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100