Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
ZANCANARO VIVA PARK LTDA, sócio CAROLINE RODRIGUES DE TONI
CAROLINE RODRIGUES DE TONI é sócio/a pessoa física de ZANCANARO VIVA PARK LTDA (CNPJ 47.242.066/0001-51), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Caroline de Toni (camara), nome legal comparado: CAROLINE RODRIGUES DE TONI. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: CAROLINE, RODRIGUES, TONI.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
REVISTA DE CHAPECO LTDA. R$ 7.200 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2022, Caroline de Toni pagou R$ 1.584 a REVISTA DE CHAPECO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 7.200 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 19.080.715/0001-20. Atividade registrada: edicao de revistas (CNAE 58131).
Quem pagou esta empresa
- Daniela Reinehr (PL-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 13.150 em 10 pagamentos entre 2023 e 2026
- Daniela Reinehr (PL-SC), despesa de campanha: R$ 8.316 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 7.200 em 5 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.584 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.584 da campanha e R$ 7.200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
V.V GRAFICA LTDA. R$ 5.029 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Caroline de Toni pagou R$ 5.816 a V.V GRAFICA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.029 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 26.676.883/0001-48. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de livros (CNAE 58212).
Quem pagou esta empresa
- Pedro Uczai (PT-SC), despesa de campanha: R$ 844.164 em 266 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 5.816 em 3 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.029 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.816 da campanha e R$ 5.029 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GRA EDITORA JORNALSTICA LTDA. R$ 1.300 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Caroline de Toni pagou R$ 750 a GRA EDITORA JORNALSTICA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.300 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.368.633/0001-04. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.300 em 1 pagamento em 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.250 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- Daniela Reinehr (PL-SC), despesa de campanha: R$ 1.000 em 1 pagamento em 2022
- Carmen Zanotto (CIDADANIA-SC), despesa de campanha: R$ 742 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- Pedro Uczai (PT-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 350 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 750 da campanha e R$ 1.300 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DANIEL PRUDENTE ***.554.109-**. R$ 2.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Caroline de Toni pagou R$ 2.000 a DANIEL PRUDENTE ***.554.109-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 27.395.687/0001-68. Atividade registrada: outras atividades de prestacao de servicos de informacao nao especificadas anteriormente (CNAE 63992).
Quem pagou esta empresa
- Daniela Reinehr (PL-SC), despesa de campanha: R$ 4.350 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.000 em 1 pagamento em 2025
- Daniela Reinehr (PL-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 800 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.000 da campanha e R$ 2.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CARLOS GIOVANI BIGUELINI. R$ 800 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Caroline de Toni pagou R$ 8.871 a CARLOS GIOVANI BIGUELINI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 800 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 09.083.373/0001-48. Atividade registrada: impressao de material de seguranca (CNAE 18121).
Quem pagou esta empresa
- Pedro Uczai (PT-SC), despesa de campanha: R$ 17.085 em 29 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 8.871 em 21 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 800 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 8.871 da campanha e R$ 800 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 8.543 pagos pela cota em 10 despesas
Na campanha de 2018, Caroline de Toni pagou R$ 11.000 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 8.543 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 10 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 11.000 da campanha e R$ 8.543 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100