Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
INEVAR INSTITUTO DE ESTUDOS DO VAREJO LTDA., sócio ENIO JOSE VERRI
ENIO JOSE VERRI é sócio/a pessoa física de INEVAR INSTITUTO DE ESTUDOS DO VAREJO LTDA. (CNPJ 05.674.895/0001-63), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Enio Verri (camara), nome legal comparado: ENIO JOSÉ VERRI. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: ENIO, JOSE, VERRI.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
A SANT ANA ANDRADE SCHMIDT - MARKETING. R$ 15.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Enio Verri pagou R$ 150.000 a A SANT ANA ANDRADE SCHMIDT - MARKETING com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 15.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 28.473.077/0001-06. Atividade registrada: agencias de publicidade (CNAE 73114).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 150.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 15.000 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 150.000 da campanha e R$ 15.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SIAO AUTO POSTO LTDA. R$ 4.885 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Enio Verri pagou R$ 18.922 a SIAO AUTO POSTO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.885 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 24.350.771/0001-77. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 18.922 em 2 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.885 em 1 pagamento em 2023
- Diego Garcia (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 2.012 em 4 pagamentos em 2018
- Sargento Fahur (PL-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.196 em 4 pagamentos entre 2024 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 18.922 da campanha e R$ 4.885 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100