Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
ITALIAN & ITALIAN PARTICIPACOES LTDA, sócio MIGUEL LOMBARDI
MIGUEL LOMBARDI é sócio/a pessoa física de ITALIAN & ITALIAN PARTICIPACOES LTDA (CNPJ 52.489.019/0001-47), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Miguel Lombardi (camara), nome legal comparado: MIGUEL LOMBARDI. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: LOMBARDI, MIGUEL.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
VIEIRA, ALMEIDA BARROS GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 86.400 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2018, Miguel Lombardi pagou R$ 123.745 a VIEIRA, ALMEIDA BARROS GRAFICA E EDITORA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 86.400 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.746.845/0001-56. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 532.645 em 72 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 86.400 em 5 pagamentos entre 2023 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 123.745 da campanha e R$ 86.400 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GRAFFIT LIMEIRA PAPELARIA LTDA. R$ 25.881 pagos pela cota em 45 despesas
Na campanha de 2018, Miguel Lombardi pagou R$ 6.458 a GRAFFIT LIMEIRA PAPELARIA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 25.881 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 45 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 68.917.061/0001-51. Atividade registrada: comercio varejista de livros jornais revistas e papelaria (CNAE 47610).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 25.881 em 45 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 12.951 em 53 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.458 da campanha e R$ 25.881 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TECNICA INFORMATICA COMERCIO E REPRESENTACOES LTDA. R$ 23.385 pagos pela cota em 34 despesas
Na campanha de 2018, Miguel Lombardi pagou R$ 702 a TECNICA INFORMATICA COMERCIO E REPRESENTACOES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 23.385 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 34 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 64.905.359/0001-90. Atividade registrada: comercio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informatica (CNAE 47512).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 23.385 em 34 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 702 em 4 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 702 da campanha e R$ 23.385 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TELEFONICA BRASIL S.A.. R$ 20.131 pagos pela cota em 47 despesas
Na campanha de 2018, Miguel Lombardi pagou R$ 181 a TELEFONICA BRASIL S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 20.131 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 47 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.558.157/0001-62. Atividade registrada: telecomunicacoes por fio (CNAE 61108).
Quem pagou esta empresa
- Luiza Erundina (PSOL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 102.598 em 238 pagamentos entre 2023 e 2026
- Celso Russomanno (REPUBLICANOS-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 96.000 em 202 pagamentos entre 2023 e 2026
- Paulo Alexandre Barbosa (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 95.715 em 78 pagamentos entre 2023 e 2026
- Cezinha de Madureira (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 94.383 em 47 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dayany do Capitão (UNIÃO-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 87.508 em 35 pagamentos entre 2023 e 2026
- Átila Lins (PSD-AM), cota parlamentar (Câmara): R$ 76.983 em 84 pagamentos entre 2023 e 2026
- Arlindo Chinaglia (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 75.706 em 83 pagamentos entre 2023 e 2026
- Odair Cunha (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 73.707 em 56 pagamentos entre 2023 e 2026
R$ 181 da campanha e R$ 20.131 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GAZETA DE LIMEIRA LTDA. R$ 12.956 pagos pela cota em 9 despesas
Na campanha de 2018, Miguel Lombardi pagou R$ 23.400 a GAZETA DE LIMEIRA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 12.956 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 51.474.872/0001-22. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 28.080 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 12.956 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- Daniel José (PODE-SP), despesa de campanha: R$ 2.340 em 1 pagamento em 2022
- Alexis Fonteyne (NOVO-SP), despesa de campanha: R$ 1.092 em 1 pagamento em 2018
- Coronel Telhada (PP-SP), despesa de campanha: R$ 480 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 23.400 da campanha e R$ 12.956 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO CLASSE A LTDA. R$ 9.434 pagos pela cota em 60 despesas
Na campanha de 2018, Miguel Lombardi pagou R$ 10.707 a AUTO POSTO CLASSE A LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.434 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 60 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 60.578.101/0001-76. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 28.950 em 24 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.434 em 60 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marcos Pereira (REPUBLICANOS-SP), despesa de campanha: R$ 5.268 em 5 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.707 da campanha e R$ 9.434 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
UNIKA PANFLETAGEM EIRELI. R$ 9.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Miguel Lombardi pagou R$ 12.000 a UNIKA PANFLETAGEM EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 20.699.768/0001-02. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 94.000 em 4 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.000 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 12.000 da campanha e R$ 9.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TZG MARKETING LTDA. R$ 72.200 pagos pela cota em 5 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Miguel Lombardi pagou R$ 72.200 a TZG MARKETING LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 53.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 49.276.242/0001-00. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- Jonas Donizette (PSB-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 140.000 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 72.200 em 5 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 53.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 53.000 da campanha e R$ 72.200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
RECARJET RECARGAS DE CARTUCHOS E TONER LIMEIRA LTDA. R$ 9.002 pagos pela cota em 33 despesas
Na campanha de 2022, Miguel Lombardi pagou R$ 621 a RECARJET RECARGAS DE CARTUCHOS E TONER LIMEIRA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.002 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 33 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.992.721/0001-37. Atividade registrada: comercio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informatica (CNAE 47512).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.002 em 33 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 621 em 5 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 621 da campanha e R$ 9.002 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ALEXANDRE MARCOS DE CAMPOS. R$ 4.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Miguel Lombardi pagou R$ 12.250 a ALEXANDRE MARCOS DE CAMPOS com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 09.013.088/0001-50. Atividade registrada: atividades de producao cinematografica de videos e de programas de televisao (CNAE 59111).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 132.250 em 4 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.000 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 12.250 da campanha e R$ 4.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TRIBUNA DE LIMEIRA LTDA. R$ 1.400 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Miguel Lombardi pagou R$ 10.920 a TRIBUNA DE LIMEIRA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.400 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 23.908.748/0001-92. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 15.600 em 3 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.400 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.920 da campanha e R$ 1.400 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO PORTAL DE LIMEIRA LTDA. R$ 682 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2018, Miguel Lombardi pagou R$ 3.217 a AUTO POSTO PORTAL DE LIMEIRA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 682 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 16.965.157/0001-91. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 15.521 em 23 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 682 em 5 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.217 da campanha e R$ 682 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PRESSVILLE COMUNICACOES LTDA. R$ 4.490 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2018, Miguel Lombardi pagou R$ 1.350 a PRESSVILLE COMUNICACOES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.490 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 11.161.861/0001-78. Atividade registrada: fotocopias preparacao de documentos e outros servicos especializados de apoio administrativo (CNAE 82199).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.490 em 3 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.350 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.350 da campanha e R$ 4.490 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO ALINGHI LTDA. R$ 1.814 pagos pela cota em 10 despesas
Na campanha de 2018, Miguel Lombardi pagou R$ 194 a AUTO POSTO ALINGHI LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.814 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 10 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.800.690/0001-99. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Mario Frias (PL-SP), despesa de campanha: R$ 5.515 em 7 pagamentos em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.814 em 10 pagamentos entre 2023 e 2024
- Vanderlei Macris (PSDB-SP), despesa de campanha: R$ 1.392 em 4 pagamentos em 2018
- Ministério do Planejamento e Orçamento, cartão corporativo do Governo Federal: R$ 331 em 1 pagamento em 2023
- Saulo Pedroso (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 221 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 194 em 2 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 194 da campanha e R$ 1.814 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
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