Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GOLD CAR BRASILIA LOCACAO DE VEICULOS LTDA. R$ 82.500 pagos pela cota em 11 despesas
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 18.900 a GOLD CAR BRASILIA LOCACAO DE VEICULOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 82.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 26.735.227/0001-79. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- Dr. Jaziel (PL-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 113.413 em 19 pagamentos em 2023
- Fabio Schiochet (UNIÃO-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 84.100 em 14 pagamentos em 2023
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 82.500 em 11 pagamentos em 2023
- Fernanda Pessoa (PSD-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 70.782 em 11 pagamentos em 2023
- Nicoletti (PL-RR), cota parlamentar (Câmara): R$ 50.600 em 11 pagamentos em 2023
- Geraldo Mendes (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 44.500 em 12 pagamentos em 2023
- Professora Dayane Pimentel (UNIÃO-BA), despesa de campanha: R$ 40.950 em 2 pagamentos em 2022
- Dr. Zacharias Calil (MDB-GO), cota parlamentar (Câmara): R$ 35.000 em 7 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 18.900 da campanha e R$ 82.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PONTA LOCACAO DE VEICULOS LTDA. R$ 130.800 pagos pela cota em 19 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Junio Amaral pagou R$ 130.800 a PONTA LOCACAO DE VEICULOS LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 19 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 7.920 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 42.761.872/0001-12. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- Fabio Schiochet (UNIÃO-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 548.078 em 70 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dr. Zacharias Calil (MDB-GO), cota parlamentar (Câmara): R$ 366.619 em 52 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 309.443 em 52 pagamentos entre 2023 e 2026
- Daniela Reinehr (PL-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 265.500 em 36 pagamentos entre 2025 e 2026
- Luiz Lima (NOVO-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 206.200 em 43 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dr. Jaziel (PL-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 199.260 em 23 pagamentos entre 2024 e 2026
- Amaro Neto (PP-ES), cota parlamentar (Câmara): R$ 160.750 em 28 pagamentos entre 2023 e 2026
- Caroline de Toni (PL-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 77.500 em 20 pagamentos entre 2024 e 2025
R$ 7.920 da campanha e R$ 130.800 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MERCANTIL LAGUNA LTDA. R$ 9.184 pagos pela cota em 39 despesas
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 1.100 a MERCANTIL LAGUNA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.184 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 39 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 86.398.872/0001-75. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.184 em 39 pagamentos entre 2023 e 2026
- Felipe Saliba (PRD-MG), despesa de campanha: R$ 7.200 em 5 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.100 em 3 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.100 da campanha e R$ 9.184 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO SUPREMO LTDA. R$ 5.079 pagos pela cota em 20 despesas
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 7.000 a POSTO SUPREMO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.079 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 20 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.738.100/0001-45. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 7.000 em 35 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.079 em 20 pagamentos entre 2023 e 2026
- Lincoln Portela (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 370 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
- Gilberto Abramo (REPUBLICANOS-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 300 em 1 pagamento em 2023
- Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 219 em 1 pagamento em 2024
- Stefano Aguiar (PSD-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 174 em 1 pagamento em 2025
- Nikolas Ferreira (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 150 em 1 pagamento em 2024
- Nely Aquino (PODE-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 100 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 7.000 da campanha e R$ 5.079 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EVERTON BARBOSA DE MORAIS ***.602.056-**. R$ 1.170 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 48.660 a EVERTON BARBOSA DE MORAIS ***.602.056-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.170 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 22.735.577/0001-84. Atividade registrada: carga e descarga (CNAE 52125).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 55.054 em 22 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.170 em 3 pagamentos em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 48.660 da campanha e R$ 1.170 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DIVENDAS COMERCIAL EIRELI. R$ 385 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 18.426 a DIVENDAS COMERCIAL EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 385 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 22.090.526/0001-42. Atividade registrada: atividades de correio (CNAE 53105).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 64.135 em 66 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 385 em 8 pagamentos entre 2025 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 18.426 da campanha e R$ 385 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
A C F AGUA BRANCA LTDA. R$ 359 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 11.412 a A C F AGUA BRANCA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 359 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 38.511.887/0001-55. Atividade registrada: atividades de correio (CNAE 53105).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 11.446 em 23 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 359 em 4 pagamentos entre 2025 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 11.412 da campanha e R$ 359 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUGUSTO URIAS DA CRUZ E FILHOS LTDA. R$ 1.871 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 387 a AUGUSTO URIAS DA CRUZ E FILHOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.871 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.138.114/0001-65. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Zé Vitor (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 7.604 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- Zé Trovão (PL-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 5.865 em 17 pagamentos entre 2023 e 2026
- Greyce Elias (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 4.153 em 23 pagamentos entre 2023 e 2026
- Ana Paula Leão (PP-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.459 em 12 pagamentos entre 2023 e 2026
- Mauricio do Vôlei (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.540 em 10 pagamentos entre 2023 e 2026
- Adilson Barroso (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.252 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.871 em 8 pagamentos entre 2023 e 2026
- Weliton Prado (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 1.678 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 387 da campanha e R$ 1.871 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMBO AUTO POSTO COMBUSTIVEIS LTDA. R$ 1.790 pagos pela cota em 7 despesas
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 247 a COMBO AUTO POSTO COMBUSTIVEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.790 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 7 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 17.212.995/0001-57. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.790 em 7 pagamentos entre 2024 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 247 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 247 da campanha e R$ 1.790 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO OLIMAR COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA. R$ 824 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 209 a POSTO OLIMAR COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 824 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 14.135.978/0001-75. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 824 em 4 pagamentos entre 2023 e 2025
- Eros Biondini (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 563 em 3 pagamentos em 2023
- Miguel Ângelo (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 510 em 3 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rodrigo de Castro (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 430 em 2 pagamentos entre 2024 e 2025
- Rogério Correia (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 397 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
- Bruno Farias (REPUBLICANOS-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 234 em 1 pagamento em 2023
- Odair Cunha (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 219 em 1 pagamento em 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 209 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 209 da campanha e R$ 824 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO 5 ABASTECIMENTO DE COMBUSTIVEIS LTDA. R$ 653 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 173 a POSTO 5 ABASTECIMENTO DE COMBUSTIVEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 653 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.186.497/0001-00. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 653 em 4 pagamentos entre 2024 e 2026
- Odair Cunha (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 482 em 3 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 173 em 1 pagamento em 2022
- Dimas Fabiano (PP-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 50 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 173 da campanha e R$ 653 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO SANTOS RIOS S.R. LTDA. R$ 506 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 191 a AUTO POSTO SANTOS RIOS S.R. LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 506 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 10.218.152/0001-19. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Miguel Ângelo (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.733 em 14 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 506 em 3 pagamentos entre 2023 e 2024
- Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 250 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 191 em 1 pagamento em 2022
- Luis Tibé (AVANTE-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 100 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 191 da campanha e R$ 506 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LIDER HOTEL ITUIUTABA LTDA. R$ 484 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 320 a LIDER HOTEL ITUIUTABA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 484 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 18.152.256/0001-80. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- André Janones (REDE-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 4.230 em 9 pagamentos entre 2024 e 2026
- Domingos Sávio (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 618 em 3 pagamentos em 2026
- Dandara (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 503 em 1 pagamento em 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 484 em 1 pagamento em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 320 em 1 pagamento em 2022
- Carla Zambelli (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 229 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 320 da campanha e R$ 484 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MGM HOTEIS LTDA. R$ 315 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 120 a MGM HOTEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 315 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.833.599/0001-32. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- Dandara (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 580 em 1 pagamento em 2025
- Rosângela Moro (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 567 em 3 pagamentos em 2024
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 315 em 1 pagamento em 2024
- Eduardo Barbosa (PSDB-MG), despesa de campanha: R$ 261 em 1 pagamento em 2018
- Carlos Viana (PSD-MG), cota parlamentar (Senado): R$ 223 em 1 pagamento em 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 120 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 120 da campanha e R$ 315 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AGENOR POSTO DE COMBUSTIVEIS LTDA.. R$ 280 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Junio Amaral pagou R$ 2.531 a AGENOR POSTO DE COMBUSTIVEIS LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 280 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 19.283.605/0001-65. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Rafael Simoes (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 215.745 em 79 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.531 em 19 pagamentos em 2022
- Odair Cunha (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 902 em 5 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 280 em 2 pagamentos entre 2023 e 2025
- Bruno Farias (REPUBLICANOS-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 217 em 1 pagamento em 2024
- Gilberto Abramo (REPUBLICANOS-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 189 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.531 da campanha e R$ 280 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100