Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
ESTACIONE PONTO COM LTDA, sócio MARCO AURELIO BERTAIOLLI
MARCO AURELIO BERTAIOLLI é sócio/a pessoa física de ESTACIONE PONTO COM LTDA (CNPJ 42.296.745/0001-90), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Marco Bertaiolli (camara), nome legal comparado: MARCO AURELIO BERTAIOLLI. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AURELIO, BERTAIOLLI, MARCO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
M B ADMINISTRACAO DE EMPRESAS LTDA, sócio MARCO AURELIO BERTAIOLLI
MARCO AURELIO BERTAIOLLI é sócio/a pessoa física de M B ADMINISTRACAO DE EMPRESAS LTDA (CNPJ 05.115.299/0001-43), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Marco Bertaiolli (camara), nome legal comparado: MARCO AURELIO BERTAIOLLI. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AURELIO, BERTAIOLLI, MARCO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
METRICAS DIGITAIS MARKETING DIRETO EIRELI. R$ 77.500 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2022, Marco Bertaiolli pagou R$ 100.000 a METRICAS DIGITAIS MARKETING DIRETO EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 77.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 36.813.438/0001-36. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- Ricardo Salles (NOVO-SP), despesa de campanha: R$ 250.000 em 6 pagamentos em 2022
- Ricardo Salles (NOVO-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 131.606 em 13 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 100.000 em 1 pagamento em 2022
- Deltan Dallagnol (PODE-PR), despesa de campanha: R$ 92.000 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 87.500 em 9 pagamentos em 2023
- Deltan Dallagnol (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 13.500 em 2 pagamentos em 2023
- Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), despesa de campanha: R$ 5.000 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 100.000 da campanha e R$ 77.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
INTEGRA EDITORA GRAFICA LTDA. R$ 28.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Marco Bertaiolli pagou R$ 279.179 a INTEGRA EDITORA GRAFICA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 28.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.171.495/0001-60. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de cadastros listas e outros produtos graficos (CNAE 58298).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 659.864 em 276 pagamentos entre 2018 e 2022
- Marcio Alvino (PL-SP), despesa de campanha: R$ 155.972 em 101 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 28.000 em 1 pagamento em 2023
- Alexandre Leite (UNIÃO-SP), despesa de campanha: R$ 2.250 em 2 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 279.179 da campanha e R$ 28.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO TOTALITY LTDA. R$ 6.394 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2022, Marco Bertaiolli pagou R$ 6.936 a AUTO POSTO TOTALITY LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 6.394 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 16.539.604/0001-40. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 6.936 em 36 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 6.394 em 8 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.936 da campanha e R$ 6.394 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
KAPRINTER COMERCIO, SERVICOS E LOCACAO DE EQUIPAMENTOS LTDA. R$ 5.209 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2022, Marco Bertaiolli pagou R$ 3.450 a KAPRINTER COMERCIO, SERVICOS E LOCACAO DE EQUIPAMENTOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.209 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 16.893.341/0001-73. Atividade registrada: aluguel de maquinas e equipamentos para escritorio (CNAE 77331).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.209 em 8 pagamentos em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.450 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.450 da campanha e R$ 5.209 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EMPRESA JORNALISTICA E EDITORA SANTOS SANTOS LTDA. R$ 1.200 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Marco Bertaiolli pagou R$ 3.000 a EMPRESA JORNALISTICA E EDITORA SANTOS SANTOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.200 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 20.059.324/0001-02. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.000 em 5 pagamentos em 2022
- Rodrigo Gambale (PODE-SP), despesa de campanha: R$ 2.100 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.200 em 1 pagamento em 2023
- Saulo Pedroso (PSD-SP), despesa de campanha: R$ 600 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.000 da campanha e R$ 1.200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
A COMARCA DE SUZANO EDITORA GRAFICA LTDA. R$ 605 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Marco Bertaiolli pagou R$ 594 a A COMARCA DE SUZANO EDITORA GRAFICA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 605 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 71.907.786/0001-73. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- Luiza Erundina (PSOL-SP), despesa de campanha: R$ 3.510 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.794 em 3 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 605 em 1 pagamento em 2023
- Coronel Telhada (PP-SP), despesa de campanha: R$ 600 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 594 da campanha e R$ 605 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EMPRESA JORNALISTICA E EDITORA ESTEVO DINIZ LTDA. R$ 600 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Marco Bertaiolli pagou R$ 2.400 a EMPRESA JORNALISTICA E EDITORA ESTEVO DINIZ LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 600 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.014.107/0001-51. Atividade registrada: edicao de livros (CNAE 58115).
Quem pagou esta empresa
- Roberto de Lucena (REPUBLICANOS-SP), despesa de campanha: R$ 3.900 em 3 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.400 em 3 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 600 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.400 da campanha e R$ 600 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 10.022 pagos pela cota em 9 despesas
Na campanha de 2018, Marco Bertaiolli pagou R$ 29.000 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 10.022 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 29.000 da campanha e R$ 10.022 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100