Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
VIVHIFLOR PRODUCAO E GOMERCIO DE FLORES LTDA, sócio ADRIANA SAUTHIER ACCORSI
ADRIANA SAUTHIER ACCORSI é sócio/a pessoa física de VIVHIFLOR PRODUCAO E GOMERCIO DE FLORES LTDA (CNPJ 02.637.661/0001-58), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Delegada Adriana Accorsi (camara), nome legal comparado: ADRIANA SAUTHIER ACCORSI. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: ACCORSI, ADRIANA, SAUTHIER.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO T-SETE LTDA. R$ 217.707 pagos pela cota em 231 despesas
Na campanha de 2022, Delegada Adriana Accorsi pagou R$ 16.983 a POSTO T-SETE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 217.707 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 231 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.135.714/0001-70. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 217.707 em 231 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 31.321 em 70 pagamentos entre 2022 e 2026
- Silvye Alves (UNIÃO-GO), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.308 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marussa Boldrin (REPUBLICANOS-GO), cota parlamentar (Câmara): R$ 954 em 3 pagamentos entre 2023 e 2024
- Daniel Agrobom (PSD-GO), cota parlamentar (Câmara): R$ 435 em 1 pagamento em 2024
- Gustavo Gayer (PL-GO), cota parlamentar (Câmara): R$ 93 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 16.983 da campanha e R$ 217.707 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DANIELE MATOS BRAGA. R$ 36.000 pagos pela cota em 6 despesas
Na campanha de 2022, Delegada Adriana Accorsi pagou R$ 216.000 a DANIELE MATOS BRAGA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 36.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 38.089.684/0001-12. Atividade registrada: edicao de cadastros listas e outros produtos graficos (CNAE 58191).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 216.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 36.000 em 6 pagamentos em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 216.000 da campanha e R$ 36.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
DANIELE MATOS BRAGA. R$ 36.000 pagos pela cota em 6 despesas
Delegada Adriana Accorsi destinou R$ 1.420.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a DANIELE MATOS BRAGA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 36.000 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (6 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 38.089.684/0001-12.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 216.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 36.000 em 6 pagamentos em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 75 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
PAHARGANJ MARKETING LTDA. R$ 30.000 pagos pela cota em 3 despesas
Delegada Adriana Accorsi destinou R$ 1.420.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a PAHARGANJ MARKETING LTDA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 30.000 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (3 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 65.670.198/0001-66.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 30.000 em 3 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 10.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PAHARGANJ MARKETING LTDA. R$ 30.000 pagos pela cota em 3 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Delegada Adriana Accorsi pagou R$ 30.000 a PAHARGANJ MARKETING LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 10.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 65.670.198/0001-66. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 30.000 em 3 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 10.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.000 da campanha e R$ 30.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. R$ 17.354 pagos pela cota em 2 despesas
Delegada Adriana Accorsi destinou R$ 1.420.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. Separadamente, o gabinete pagou R$ 17.354 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (2 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 13.347.016/0001-17.
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 8.677 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Delegada Adriana Accorsi pagou R$ 15.000 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 8.677 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 15.000 da campanha e R$ 8.677 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100