Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
J A LEITE NAVEGACAO LTDA, sócio EDUARDO PAZUELLO
EDUARDO PAZUELLO é sócio/a pessoa física de J A LEITE NAVEGACAO LTDA (CNPJ 04.355.608/0001-90), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: General Pazuello (camara), nome legal comparado: EDUARDO PAZUELLO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: EDUARDO, PAZUELLO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
PETROPURUS REPRESENTACOES E COMERCIO DE PETROLEO LTDA, sócio EDUARDO PAZUELLO
EDUARDO PAZUELLO é sócio/a pessoa física de PETROPURUS REPRESENTACOES E COMERCIO DE PETROLEO LTDA (CNPJ 04.453.387/0001-92), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: General Pazuello (camara), nome legal comparado: EDUARDO PAZUELLO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: EDUARDO, PAZUELLO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
N PAZUELLO E CIA MANAUS LTDA, sócio EDUARDO PAZUELLO
EDUARDO PAZUELLO é sócio/a pessoa física de N PAZUELLO E CIA MANAUS LTDA (CNPJ 04.565.024/0001-49), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: General Pazuello (camara), nome legal comparado: EDUARDO PAZUELLO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: EDUARDO, PAZUELLO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TARGET COMUNICACAO E TECNOLOGIA LTDA. R$ 133.500 pagos pela cota em 16 despesas
Na campanha de 2022, General Pazuello pagou R$ 4.000 a TARGET COMUNICACAO E TECNOLOGIA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 133.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 16 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 33.405.550/0001-40. Atividade registrada: agencias de publicidade (CNAE 73114).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 133.500 em 16 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 4.000 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 4.000 da campanha e R$ 133.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PONEI POSTO DE GASOLINA LTDA. R$ 23.680 pagos pela cota em 96 despesas
Na campanha de 2022, General Pazuello pagou R$ 3.061 a PONEI POSTO DE GASOLINA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 23.680 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 96 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 34.035.303/0001-61. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Julio Lopes (PP-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 118.627 em 17 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 23.680 em 96 pagamentos entre 2023 e 2026
- Julio Lopes (PP-RJ), despesa de campanha: R$ 3.326 em 14 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.061 em 15 pagamentos em 2022
- Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 785 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
- Delegado Ramagem (PL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 570 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
- Luiz Lima (NOVO-RJ), despesa de campanha: R$ 400 em 2 pagamentos em 2026
- Dani Cunha (PL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 229 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.061 da campanha e R$ 23.680 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MLS WIRELESS S.A.. R$ 1.871 pagos pela cota em 13 despesas
Na campanha de 2022, General Pazuello pagou R$ 242 a MLS WIRELESS S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.871 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 13 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.629.642/0001-42. Atividade registrada: outras atividades de telecomunicacoes (CNAE 61906).
Quem pagou esta empresa
- Tarcísio Motta (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.598 em 18 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.871 em 13 pagamentos entre 2023 e 2026
- Sargento Portugal (PODE-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.718 em 17 pagamentos entre 2023 e 2024
- Alessandro Molon (PSB-RJ), despesa de campanha: R$ 727 em 3 pagamentos em 2018
- Bandeira de Mello (PV-RJ), despesa de campanha: R$ 588 em 1 pagamento em 2018
- Hugo Leal (PSD-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 436 em 3 pagamentos em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 242 em 1 pagamento em 2022
- Bandeira de Mello (PV-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 111 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 242 da campanha e R$ 1.871 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO DE GASOLINA PEQUENA CRUZADA LTDA. R$ 205 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de General Pazuello pagou R$ 205 a POSTO DE GASOLINA PEQUENA CRUZADA LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 1.187 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 09.646.518/0001-71. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Carlos Portinho (PL-RJ), cota parlamentar (Senado): R$ 5.649 em 29 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.187 em 6 pagamentos em 2026
- Benedita da Silva (PT-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 789 em 4 pagamentos entre 2024 e 2026
- Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 539 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
- Delegado Ramagem (PL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 467 em 2 pagamentos entre 2024 e 2025
- Marcelo Queiroz (PSDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 229 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 205 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.187 da campanha e R$ 205 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 60 de 100