O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
OLIVA.AG MARKETING LTDA. R$ 314.000 pagos pela cota em 24 despesas
Na campanha de 2022, Guilherme Boulos pagou R$ 239.153 a OLIVA.AG MARKETING LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 314.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 24 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 25.160.423/0001-08. Atividade registrada: atividades de ensino nao especificadas anteriormente (CNAE 85996).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 314.000 em 24 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 239.153 em 1 pagamento em 2022
- Ivan Valente (PSOL-SP), despesa de campanha: R$ 202.900 em 3 pagamentos em 2022
- Orlando Silva (PCdoB-SP), despesa de campanha: R$ 200.000 em 2 pagamentos em 2026
- Orlando Silva (PCdoB-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 106.000 em 7 pagamentos entre 2025 e 2026
- Ivan Valente (PSOL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 53.500 em 11 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 239.153 da campanha e R$ 314.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
VALLILO GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 49.040 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2022, Guilherme Boulos pagou R$ 6.700 a VALLILO GRAFICA E EDITORA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 49.040 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 61.997.755/0001-05. Atividade registrada: impressao de jornais livros revistas e outras publicacoes periodicas (CNAE 18113).
Quem pagou esta empresa
- Saulo Pedroso (PSD-SP), despesa de campanha: R$ 144.300 em 37 pagamentos em 2022
- Juliana Cardoso (PT-SP), despesa de campanha: R$ 99.900 em 12 pagamentos em 2026
- Paulo Teixeira (PT-SP), despesa de campanha: R$ 91.830 em 79 pagamentos em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 49.040 em 5 pagamentos entre 2024 e 2025
- Saulo Pedroso (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 46.500 em 2 pagamentos entre 2024 e 2025
- Juliana Cardoso (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 46.000 em 4 pagamentos entre 2023 e 2024
- Ricardo Izar (REPUBLICANOS-SP), despesa de campanha: R$ 31.180 em 7 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 6.700 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.700 da campanha e R$ 49.040 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MAIS PUBLICIDADE BRASIL LTDA. R$ 35.960 pagos pela cota em 6 despesas
Na campanha de 2022, Guilherme Boulos pagou R$ 51.375 a MAIS PUBLICIDADE BRASIL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 35.960 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.611.453/0001-78. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 51.375 em 20 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 35.960 em 6 pagamentos entre 2023 e 2025
- Alencar Santana (PT-SP), despesa de campanha: R$ 890 em 1 pagamento em 2018
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 270 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 51.375 da campanha e R$ 35.960 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LEANDRO PAIVA CARDOSO. R$ 30.000 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Guilherme Boulos pagou R$ 43.200 a LEANDRO PAIVA CARDOSO com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 30.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 23.971.897/0001-04. Atividade registrada: atividades de producao cinematografica de videos e de programas de televisao (CNAE 59111).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 43.200 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 30.000 em 2 pagamentos entre 2024 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 43.200 da campanha e R$ 30.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
VIATV EVENTOS LTDA.. R$ 29.600 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Guilherme Boulos pagou R$ 26.000 a VIATV EVENTOS LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 29.600 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 15.251.961/0001-46. Atividade registrada: artes cenicas espetaculos e atividades complementares (CNAE 90019).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 54.500 em 3 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 29.600 em 4 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 26.000 em 1 pagamento em 2022
- Paulo Teixeira (PT-SP), despesa de campanha: R$ 23.680 em 1 pagamento em 2022
- Alfredinho (PT-SP), despesa de campanha: R$ 4.000 em 1 pagamento em 2022
- Luiza Erundina (PSOL-SP), despesa de campanha: R$ 1.500 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 26.000 da campanha e R$ 29.600 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
LEANDRO PAIVA CARDOSO. R$ 30.000 pagos pela cota em 2 despesas
Guilherme Boulos destinou R$ 3.471.351 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Ciência e Tecnologia / Tecnologia da informação, Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a LEANDRO PAIVA CARDOSO. Separadamente, o gabinete pagou R$ 30.000 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (2 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 23.971.897/0001-04.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 43.200 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 30.000 em 2 pagamentos entre 2024 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DO RAMO FINANCEIRO DE SAO PAULO OSASCO E REGIAO. R$ 3.020 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Guilherme Boulos pagou R$ 500 a SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DO RAMO FINANCEIRO DE SAO PAULO OSASCO E REGIAO com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.020 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 61.651.675/0001-95. Atividade registrada: atividades de organizacoes sindicais (CNAE 94201).
Quem pagou esta empresa
- Paulo Teixeira (PT-SP), despesa de campanha: R$ 8.000 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.020 em 1 pagamento em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 500 em 1 pagamento em 2022
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 250 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 500 da campanha e R$ 3.020 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GIGA SOM EVENTOS LTDA. R$ 2.200 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Guilherme Boulos pagou R$ 21.000 a GIGA SOM EVENTOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.200 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 11.003.549/0001-56. Atividade registrada: artes cenicas espetaculos e atividades complementares (CNAE 90019).
Quem pagou esta empresa
- Alex Manente (CIDADANIA-SP), despesa de campanha: R$ 30.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 21.000 em 2 pagamentos em 2022
- Policial Katia Sastre (PL-SP), despesa de campanha: R$ 8.500 em 1 pagamento em 2022
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 3.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.200 em 2 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 21.000 da campanha e R$ 2.200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100