Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
M D L C RODRIGUES COMERCIO LTDA, sócio MARIA DEUSDETE LIMA CUNHA RODRIGUES
MARIA DEUSDETE LIMA CUNHA RODRIGUES aparece como sócio(a) pessoa física de M D L C RODRIGUES COMERCIO LTDA (CNPJ 51.020.203/0001-80), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Detinha (camara), nome legal comparado: MARIA DEUSDETE LIMA CUNHA RODRIGUES. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: CUNHA, DEUSDETE, LIMA, MARIA, RODRIGUES.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
JASMYM COSMETICOS LTDA, sócio MARIA DEUSDETE LIMA CUNHA RODRIGUES
MARIA DEUSDETE LIMA CUNHA RODRIGUES aparece como sócio(a) pessoa física de JASMYM COSMETICOS LTDA (CNPJ 54.347.832/0001-08), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Detinha (camara), nome legal comparado: MARIA DEUSDETE LIMA CUNHA RODRIGUES. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: CUNHA, DEUSDETE, LIMA, MARIA, RODRIGUES.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
ELEICOES 2004 CF - MARANHAOZINHO - MA - COMITE FINANC MUN UNICO - PL, sócio MARIA DEUSDETE LIMA CUNHA RODRIGUES
MARIA DEUSDETE LIMA CUNHA RODRIGUES aparece como sócio(a) pessoa física de ELEICOES 2004 CF - MARANHAOZINHO - MA - COMITE FINANC MUN UNICO - PL (CNPJ 06.961.755/0001-39), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Detinha (camara), nome legal comparado: MARIA DEUSDETE LIMA CUNHA RODRIGUES. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: CUNHA, DEUSDETE, LIMA, MARIA, RODRIGUES.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
C C A COELHO DE SOUZA EIRELI. R$ 400.000 pagos pela cota em 32 despesas
Na campanha de 2022, Detinha pagou R$ 67.000 a C C A COELHO DE SOUZA EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 400.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 32 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 19.088.859/0001-22. Atividade registrada: atividades de organizacao de eventos exceto culturais e esportivos (CNAE 82300).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 400.000 em 32 pagamentos entre 2023 e 2026
- Josimar Maranhãozinho (PL-MA), despesa de campanha: R$ 87.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 67.000 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 67.000 da campanha e R$ 400.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EVERSON CARLOS DO NASCIMENTO MOREIRA. R$ 400.000 pagos pela cota em 31 despesas
Na campanha de 2022, Detinha pagou R$ 5.000 a EVERSON CARLOS DO NASCIMENTO MOREIRA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 400.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 31 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 37.210.133/0001-00. Atividade registrada: atividades de producao cinematografica de videos e de programas de televisao (CNAE 59111).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 400.000 em 31 pagamentos entre 2023 e 2026
- Josimar Maranhãozinho (PL-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 355.000 em 31 pagamentos entre 2023 e 2026
- Paulo Marinho Jr (PL-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 101.500 em 5 pagamentos entre 2023 e 2024
- Silvio Antonio (PL-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 7.000 em 1 pagamento em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 5.000 em 2 pagamentos em 2022
- Josimar Maranhãozinho (PL-MA), despesa de campanha: R$ 3.026 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.000 da campanha e R$ 400.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO JB COMERCIO DE COMBUSTIVEIS E LUBRIFICANTES LTDA. R$ 44.670 pagos pela cota em 15 despesas
Na campanha de 2022, Detinha pagou R$ 29.850 a POSTO JB COMERCIO DE COMBUSTIVEIS E LUBRIFICANTES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 44.670 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 15 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 36.486.642/0001-90. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Josimar Maranhãozinho (PL-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 65.104 em 23 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 44.670 em 15 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 29.851 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 29.851 da campanha e R$ 44.670 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
C O DA SILVA MELO CIA LTDA. R$ 41.508 pagos pela cota em 13 despesas
Na campanha de 2022, Detinha pagou R$ 65.699 a C O DA SILVA MELO CIA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 41.508 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 13 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 22.105.176/0001-40. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Josimar Maranhãozinho (PL-MA), despesa de campanha: R$ 73.098 em 8 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 65.699 em 4 pagamentos em 2022
- Josimar Maranhãozinho (PL-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 59.927 em 19 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 41.508 em 13 pagamentos entre 2023 e 2026
- Pastor Gil (PL-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 894 em 3 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 65.699 da campanha e R$ 41.508 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
I DAMASCENO DOS SANTOS LTDA. R$ 27.178 pagos pela cota em 12 despesas
Na campanha de 2022, Detinha pagou R$ 31.650 a I DAMASCENO DOS SANTOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 27.178 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 12 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 12.612.426/0001-85. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 31.650 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 27.178 em 12 pagamentos entre 2023 e 2026
- Josimar Maranhãozinho (PL-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 23.266 em 10 pagamentos entre 2024 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 31.650 da campanha e R$ 27.178 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100