O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MOVE MUNDI LTDA. R$ 394.900 pagos pela cota em 104 despesas
Na campanha de 2022, Odair Cunha pagou R$ 29.727 a MOVE MUNDI LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 394.900 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 104 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.326.841/0001-32. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 394.900 em 104 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 29.727 em 7 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 29.727 da campanha e R$ 394.900 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
KAYRA COSTA DE SOUZA ***.891.146-**. R$ 93.370 pagos pela cota em 32 despesas
Na campanha de 2022, Odair Cunha pagou R$ 13.250 a KAYRA COSTA DE SOUZA ***.891.146-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 93.370 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 32 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 43.987.683/0001-25. Atividade registrada: atividades de pos-producao cinematografica de videos e de programas de televisao (CNAE 59120).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 93.370 em 32 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 13.250 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 13.250 da campanha e R$ 93.370 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MARIA DAS GRACAS BELO BERTOLI CIA LTDA. R$ 40.550 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2018, Odair Cunha pagou R$ 90.885 a MARIA DAS GRACAS BELO BERTOLI CIA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 40.550 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.215.755/0001-15. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- Dimas Fabiano (PP-MG), despesa de campanha: R$ 371.522 em 145 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 107.935 em 103 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 40.550 em 3 pagamentos em 2023
- Greyce Elias (PL-MG), despesa de campanha: R$ 4.684 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 90.885 da campanha e R$ 40.550 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO JOAO URBANO LTDA. R$ 1.357 pagos pela cota em 11 despesas
Na campanha de 2022, Odair Cunha pagou R$ 3.739 a AUTO POSTO JOAO URBANO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.357 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 42.107.337/0001-42. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.739 em 10 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.357 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 190 em 1 pagamento em 2024
- Dimas Fabiano (PP-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 150 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.739 da campanha e R$ 1.357 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO SAO PAULO LTDA. R$ 827 pagos pela cota em 6 despesas
Na campanha de 2022, Odair Cunha pagou R$ 8.399 a AUTO POSTO SAO PAULO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 827 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.904.424/0001-06. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 8.399 em 8 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 827 em 6 pagamentos entre 2024 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 8.399 da campanha e R$ 827 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PRIMAVERA AUTO POSTO LTDA. R$ 518 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2018, Odair Cunha pagou R$ 5.617 a PRIMAVERA AUTO POSTO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 518 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.615.169/0001-44. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 5.617 em 5 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 518 em 3 pagamentos entre 2023 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.617 da campanha e R$ 518 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO HD LTDA. R$ 350 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2018, Odair Cunha pagou R$ 8.352 a POSTO HD LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 350 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 15.011.160/0001-03. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 8.352 em 7 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 350 em 3 pagamentos em 2024
- Dimas Fabiano (PP-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 321 em 3 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 8.352 da campanha e R$ 350 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
BICUDO CENTER LTDA. R$ 340 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Odair Cunha pagou R$ 955 a BICUDO CENTER LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 340 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 11.211.524/0001-48. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 955 em 6 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 340 em 1 pagamento em 2023
- Nely Aquino (PODE-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 320 em 1 pagamento em 2024
- Subtenente Gonzaga (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 260 em 1 pagamento em 2022
- Célia Xakriabá (PSOL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 199 em 1 pagamento em 2023
- Paulo Guedes (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 196 em 1 pagamento em 2023
- Samuel Viana (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 189 em 1 pagamento em 2026
- Newton Cardoso Jr (MDB-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 120 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 955 da campanha e R$ 340 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO RIBEIRAO LTDA. R$ 250 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Odair Cunha pagou R$ 2.156 a AUTO POSTO RIBEIRAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 250 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.641.098/0001-91. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.156 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 250 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.156 da campanha e R$ 250 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SANTIAGO NOGUEIRA FILHO LTDA. R$ 120 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Odair Cunha pagou R$ 11.262 a SANTIAGO NOGUEIRA FILHO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 120 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.883.014/0001-14. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 11.262 em 18 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 120 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 11.262 da campanha e R$ 120 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO DUDU LTDA. R$ 80 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Odair Cunha pagou R$ 1.663 a POSTO DUDU LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 80 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.096.207/0002-55. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Zé Silva (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.341 em 10 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.663 em 4 pagamentos em 2022
- Mauricio do Vôlei (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 515 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
- Rogério Correia (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 236 em 2 pagamentos em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 80 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.663 da campanha e R$ 80 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
w9 cominica. R$ 93.370 pagos pela cota em 32 despesas
Odair Cunha destinou R$ 98.608 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Administração / Telecomunicações, Cultura / Difusão cultural (2020, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a w9 cominica. Separadamente, o gabinete pagou R$ 93.370 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (32 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 43.987.683/0001-25.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 93.370 em 32 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 13.250 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 60 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Facebook Serviços Online do Brasil ltda. R$ 79.796 pagos pela cota em 38 despesas
Odair Cunha destinou R$ 98.608 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Administração / Telecomunicações, Cultura / Difusão cultural (2020, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Facebook Serviços Online do Brasil ltda. Separadamente, o gabinete pagou R$ 79.796 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (38 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 13.347.016/0001-17.
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 60 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 79.796 pagos pela cota em 38 despesas
Na campanha de 2018, Odair Cunha pagou R$ 16.000 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 79.796 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 38 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 16.000 da campanha e R$ 79.796 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 40 de 100