O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO SAO BERNARDO LTDA. R$ 92.580 pagos pela cota em 72 despesas
Na campanha de 2018, Vicentinho pagou R$ 9.042 a AUTO POSTO SAO BERNARDO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 92.580 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 72 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 59.115.402/0001-84. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 92.580 em 72 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 33.899 em 13 pagamentos entre 2018 e 2022
- Luiz Marinho (PT-SP), despesa de campanha: R$ 13.726 em 11 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 9.042 da campanha e R$ 92.580 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
INVESTCAR VEICULOS LTDA. R$ 171.853 pagos pela cota em 34 despesas
Na campanha de 2022, Vicentinho pagou R$ 3.300 a INVESTCAR VEICULOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 171.853 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 34 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.615.224/0001-70. Atividade registrada: transporte rodoviario de carga (CNAE 49302).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 171.853 em 34 pagamentos entre 2023 e 2026
- Simone Marquetto (PP-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 43.350 em 10 pagamentos em 2023
- Arlindo Chinaglia (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 18.750 em 5 pagamentos em 2025
- Flávia Arruda (PL-DF), despesa de campanha: R$ 5.000 em 2 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.300 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.300 da campanha e R$ 171.853 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ZIULOSCAR GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 45.580 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Vicentinho pagou R$ 234.636 a ZIULOSCAR GRAFICA E EDITORA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 45.580 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 34.276.520/0001-43. Atividade registrada: impressao de jornais livros revistas e outras publicacoes periodicas (CNAE 18113).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 290.165 em 151 pagamentos entre 2022 e 2026
- Alfredinho (PT-SP), despesa de campanha: R$ 198.707 em 183 pagamentos entre 2022 e 2026
- Luiz Marinho (PT-SP), despesa de campanha: R$ 112.477 em 96 pagamentos em 2022
- Pedro Tourinho (PT-SP), despesa de campanha: R$ 103.065 em 110 pagamentos em 2022
- Kiko Celeguim (PT-SP), despesa de campanha: R$ 74.579 em 105 pagamentos em 2022
- Paulo Teixeira (PT-SP), despesa de campanha: R$ 69.466 em 29 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 45.580 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
- Alfredinho (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 24.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 234.636 da campanha e R$ 45.580 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SB JORNAIS REGIONAIS LTDA. R$ 9.256 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2022, Vicentinho pagou R$ 5.616 a SB JORNAIS REGIONAIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.256 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 27.859.199/0001-64. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.256 em 8 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 5.616 em 1 pagamento em 2022
- Luiz Carlos Motta (PL-SP), despesa de campanha: R$ 480 em 1 pagamento em 2022
- Alexandre Padilha (PT-SP), despesa de campanha: R$ 480 em 1 pagamento em 2022
- Vitor Lippi (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 420 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.616 da campanha e R$ 9.256 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CLARO NXT TELECOMUNICACOES S/A. R$ 7.681 pagos pela cota em 28 despesas
Na campanha de 2022, Vicentinho pagou R$ 328 a CLARO NXT TELECOMUNICACOES S/A com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 7.681 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 28 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 66.970.229/0001-67. Atividade registrada: telecomunicacoes sem fio (CNAE 61205).
Quem pagou esta empresa
- Ivan Valente (PSOL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 15.551 em 33 pagamentos entre 2023 e 2026
- Jefferson Campos (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 15.252 em 38 pagamentos entre 2023 e 2026
- Maria Rosas (REPUBLICANOS-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 14.987 em 27 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Zarattini (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 14.061 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Vitor Lippi (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 13.862 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
- Vinicius Carvalho (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 12.737 em 70 pagamentos entre 2023 e 2026
- Mara Gabrilli (PSD-SP), cota parlamentar (Senado): R$ 12.550 em 79 pagamentos entre 2023 e 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 11.445 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
R$ 328 da campanha e R$ 7.681 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TELEFONICA BRASIL S.A.. R$ 7.401 pagos pela cota em 51 despesas
Na campanha de 2018, Vicentinho pagou R$ 99 a TELEFONICA BRASIL S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 7.401 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 51 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.558.157/0001-62. Atividade registrada: telecomunicacoes por fio (CNAE 61108).
Quem pagou esta empresa
- Luiza Erundina (PSOL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 102.598 em 238 pagamentos entre 2023 e 2026
- Celso Russomanno (REPUBLICANOS-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 96.001 em 202 pagamentos entre 2023 e 2026
- Paulo Alexandre Barbosa (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 95.715 em 78 pagamentos entre 2023 e 2026
- Cezinha de Madureira (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 94.383 em 47 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dayany do Capitão (UNIÃO-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 87.508 em 35 pagamentos entre 2023 e 2026
- Átila Lins (PSD-AM), cota parlamentar (Câmara): R$ 76.983 em 84 pagamentos entre 2023 e 2026
- Arlindo Chinaglia (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 75.706 em 83 pagamentos entre 2023 e 2026
- Odair Cunha (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 73.707 em 56 pagamentos entre 2023 e 2026
R$ 99 da campanha e R$ 7.401 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
BOM SINAL COMUNICACAO VISUAL LTDA. R$ 7.252 pagos pela cota em 9 despesas
Na campanha de 2018, Vicentinho pagou R$ 1.108 a BOM SINAL COMUNICACAO VISUAL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 7.252 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.745.665/0001-85. Atividade registrada: atividades de servicos prestados principalmente as empresas nao especificadas anteriormente (CNAE 82997).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 7.252 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.108 em 3 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.108 da campanha e R$ 7.252 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LEANDRO FERRAREZI. R$ 6.816 pagos pela cota em 9 despesas
Na campanha de 2018, Vicentinho pagou R$ 4.780 a LEANDRO FERRAREZI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 6.816 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 00.335.449/0001-00. Atividade registrada: comercio atacadista de mercadorias em geral sem predominancia de alimentos ou de insumos agropecuari (CNAE 46931).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 6.816 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 4.780 em 2 pagamentos em 2018
- Alex Manente (CIDADANIA-SP), despesa de campanha: R$ 1.814 em 30 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 4.780 da campanha e R$ 6.816 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
SB Jornais Regionais EIRELI. R$ 9.256 pagos pela cota em 8 despesas
Vicentinho destinou R$ 4.253.035 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2020, 2021, 2022, 2023, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a SB Jornais Regionais EIRELI. Separadamente, o gabinete pagou R$ 9.256 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (8 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 27.859.199/0001-64.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.256 em 8 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 5.616 em 1 pagamento em 2022
- Luiz Carlos Motta (PL-SP), despesa de campanha: R$ 480 em 1 pagamento em 2022
- Alexandre Padilha (PT-SP), despesa de campanha: R$ 480 em 1 pagamento em 2022
- Vitor Lippi (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 420 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
DIARIO REGIONAL. R$ 2.800 pagos pela cota em 1 despesa
Vicentinho destinou R$ 4.253.035 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2020, 2021, 2022, 2023, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a DIARIO REGIONAL. Separadamente, o gabinete pagou R$ 2.800 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (1 despesa). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 59.161.521/0001-73.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.010 em 1 pagamento em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.800 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GRUPO ABCD DE JORNAIS LTDA.. R$ 2.800 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Vicentinho pagou R$ 3.010 a GRUPO ABCD DE JORNAIS LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.800 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 59.161.521/0001-73. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.010 em 1 pagamento em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.800 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.010 da campanha e R$ 2.800 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100