
Nenhuma situação financeira sem explicação nos dados
Radar Financeiro e verificações de integridade, atualizados em 27 de out. de 2026. Uma situação é um convite a ler a fonte, não uma acusação.
Remuneração de 08/2026
- Subsídio
- R$ 0
- Indenizações
- R$ 0
- Vantagens eventuais
- R$ 0
- Total de créditos
- R$ 0
- -100% face à mediana dele
- Rendimento líquido
- Não divulgado
O total de créditos é a remuneração regular do cargo (subsídio, vantagens e indenizações, já com o teto aplicado), sem verbas eventuais como férias ou gratificação natalina. O rendimento líquido é o valor publicado pelo tribunal, já com essas verbas e os descontos.
| Mês | Subsídio | Indenizações | Eventuais | Total de créditos | Radar |
|---|---|---|---|---|---|
| 08/2026 | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 | — |
| 07/2026 | R$ 44.048 | R$ 1.221 | R$ 0 | R$ 44.048 | — |
| 06/2026 | R$ 61.667 | R$ 1.221 | R$ 0 | R$ 61.667 | — |
| 05/2026 | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 | — |
A comparação é com o histórico da própria pessoa, não com colegas. Retroativos, férias ou verbas eventuais legítimas aparecem como desvio.
Diárias nos últimos 12 meses
R$ 6.209 pagos por afastamentos a serviço, fora do subsídio.
- 07/2026: R$ 3.393
- 06/2026: R$ 2.816
Radar Financeiro
Compara cada mês com o histórico da própria pessoa e procura explicação nos próprios dados (mudança de cargo, férias, vantagens, evento coletivo no tribunal). O que fica sem explicação aparece como situação que requer análise: não é acusação nem conclusão de irregularidade.
Nenhuma situação a requerer análise documental até agora.
Verificações de integridade
8 fontes consultadas: 4 sem ocorrências, 4 sem cobertura para este magistrado.
| Fonte | Resultado | Como foi verificado |
|---|---|---|
| CEIS / CNEP (CGU) | nenhum registo | por CPF |
| PGFN, dívida ativa e FGTS | nenhum registo | por CPF |
| TCU, inabilitados, inidôneos e contas irregulares | nenhum registo | por CPF |
| ANAC, aeronaves não declaradas | não verificado | não implementado: poucos CPFs confirmados |
| DataJud (CNJ), processos | não verificado | sem cobertura DataJud para TCU |
| CNJ, remuneração | não verificado | sem API pública (painel QlikSense) |
| CNJ, disciplinar e PAD | não verificado | fonte ainda não investigada |
| Sócio de empresa (registo nacional CNPJ) | nenhum registo | por nome: a Receita não publica o CPF dos sócios |
Outros membros do TCU
Metodologia e fontes
Esta ficha cruza dados públicos de fontes oficiais. Um registo não é uma acusação: é um facto documentado que merece leitura da fonte original antes de qualquer conclusão.
Fontes ativas: Wikidata (biografia); CEIS/CNEP da CGU (sanções, por CPF quando há, senão por nome); PGFN (dívida ativa e FGTS, por CPF); TCU (inabilitados, inidôneos e contas irregulares, por CPF); dados abertos do STJ (folha mensal desde 01/2020); portal EGESP do STF; API pública de remuneração do TCU; Diário Oficial da União, Seção 2, via INLABS (cobertura dos últimos meses).
Ainda não integradas: DataJud/CNJ (processos), painel de remuneração do CNJ (sem API pública) e processos disciplinares do CNJ.
TSE: não tem folha própria. Os membros são ministros do STF e do STJ em rotação e são pagos pelo tribunal de origem.
Radar Financeiro: compara cada mês com a mediana e o desvio absoluto mediano dos 12 meses anteriores da própria pessoa, nunca entre magistrados de tribunais diferentes. Com menos de 6 meses de histórico não há avaliação. Antes de qualquer sinal procura explicação nos dados (mudança de cargo, situação funcional, vantagens no mesmo mês, alteração semelhante em pelo menos 25% dos colegas). Sem explicação, fica “requer análise documental”. Não produz score nem ranking e não avalia se uma verba é legal.
Fonte da folha: TCU API oficial.






