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Congresso

Fachin homologa delação no caso Master e reforça investigação sobre fraudes bancárias

Acordo de João Carlos Mansur foi firmado com a PGR em setembro e tramita sob segredo de Justiça no STF.

Marina CoutoMarina Couto07 de nov. de 2026

Em 30 segundos

  • Ministro Edson Fachin homologou delação de João Carlos Mansur, fundador da Reag Investimentos.
  • Acordo foi fechado com a PGR em setembro e apura fraudes no Banco Master.
  • Processo segue sob segredo de Justiça no gabinete da presidência do STF.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, homologou na sexta-feira (6) o acordo de delação premiada de João Carlos Mansur, fundador e ex-presidente da Reag Investimentos. A colaboração foi firmada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) em setembro e tramita sob segredo de Justiça no gabinete da presidência da Corte, segundo informaram o g1, o Poder360 e O Antagonista.

Mansur é investigado no caso que apura fraudes no Banco Master. A Reag administrava fundos de investimento ligados ao banco. A homologação pelo STF dá validade jurídica ao acordo e permite que as informações prestadas pelo delator sejam usadas nas investigações e em eventuais ações penais.

Os depoimentos devem subsidiar a apuração sobre o desvio de recursos e a atuação de outros envolvidos. A PGR avaliou que a colaboração preenche os requisitos legais, o que levou Fachin a referendar o acordo. O conteúdo detalhado da delação permanece sigiloso.

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Texto gerado por inteligência artificial e conferido por verificação automática, sem revisão humana prévia.

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