Selic 13,75%: a bomba que o governo Lula insiste em largar na cabeça do Brasil
Manter a taxa de juros em 13,75% ao ano é o maior erro econômico da atual gestão.
Augusto Valente05 de nov. de 2026Em 30 segundos
- Copom manteve a Selic em 13,75% ao ano, interrompendo cortes.
- Setor produtivo reclama do impacto negativo sobre crédito e investimentos.
- Brasil lidera ranking mundial de juros reais, sufocando crescimento.
13,75% ao ano — taxa básica de juros mantida pelo Copom
O que realmente importa é que o Copom, em sua reunião de 04/11, manteve a taxa básica de juros em 13,75% ao ano, interrompendo o ciclo de cortes iniciado nos últimos meses. Segundo a Folha de S.Paulo, com a decisão o Brasil manteve a "primeira posição no ranking mundial de juros reais". Para esta coluna, isso evidencia a falta de coragem do governo Lula em proteger a atividade econômica.
O setor produtivo já sinalizou forte crítica à manutenção da Selic em 13,75% ao ano, apontando prejuízos ao crédito, ao investimento e ao consumo, segundo Agência Brasil.
Enquanto isso, a colega Marina Couto defende que o sigilo de cinco anos aos documentos das apostas é "estratégia". Ela acha que a medida visa resguardar a estratégia do Desenrola 3.0, mas a verdade é que transparência é a única arma contra a manipulação política. O debate sobre apostas não pode ofuscar o fato de que o Brasil está pagando o preço mais alto de juros do mundo.
A manutenção da Selic não é apenas uma escolha monetária; é um ato político que favorece o Estado interventor e penaliza quem produz.
Concluo que a única saída é pressionar o Banco Central a retomar os cortes e a reduzir a Selic para patamares que incentivem a produção. Só assim o Brasil deixará de ser o líder de juros reais e voltará a crescer com liberdade econômica e menos Estado.
Conta que não fecha, alguém paga. E quase sempre é você.
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