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Aliados de Lula fazem ofensiva contra pressão do mercado financeiro às vésperas do Copom

Publicado por Folha de S.Paulo em 02 de nov. de 2026

Após o tombo dos ativos financeiros na semana passada em reação à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ( PT ), integrantes do governo e do PT intensificaram uma ofensiva contra o que classificam de "chantagem, terrorismo e especulação" do mercado financeiro, com críticas à cobrança de ajuste fiscal.

Resumo publicado por Folha de S.Paulo

O que se sabe

Segundo a Folha de S.Paulo (02/11/2026), a queda dos ativos financeiros na semana anterior, provocada pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), gerou uma reação de integrantes do governo e do Partido dos Trabalhadores. Esses agentes intensificaram uma ofensiva contra o que classificam como “chantagem, terrorismo e especulação” por parte do mercado financeiro.

A publicação indica que a crítica está direcionada à cobrança de ajuste fiscal feita pelos agentes do mercado, que seria responsável por pressionar a economia. A Folha relata que a postura adotada pelos aliados de Lula visa contestar essa pressão e defender a política econômica do governo.

Não há outras fontes ou checagens que abordem o caso, e os dados públicos do Política BR não são necessários para a compreensão dos fatos apresentados.

Texto escrito por inteligência artificial só a partir dos resumos publicados por Folha de S.Paulo e dos dados públicos do Política BR, sem a matéria completa. Pode ter erros: confira na fonte.

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  • Luiz Inácio Lula da SilvaMinistro(a), PT-BR

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