Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem com os do político, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SAMIRA LIS LOPES SOUZA ***.696.533-**. R$ 138.000 pagos pela cota em 34 despesas
Na campanha de 2022, Márcio Honaiser pagou R$ 18.000 a SAMIRA LIS LOPES SOUZA ***.696.533-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 138.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 34 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 37.845.697/0001-01. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 138.000 em 34 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 53.000 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
- Lucyana Genésio (PDT-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 15.000 em 4 pagamentos em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 18.000 da campanha e R$ 138.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DAVID LUZ BRUNO ***.885.923-**. R$ 114.500 pagos pela cota em 25 despesas
Na campanha de 2022, Márcio Honaiser pagou R$ 16.000 a DAVID LUZ BRUNO ***.885.923-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 114.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 25 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 41.876.961/0001-41. Atividade registrada: edicao de cadastros listas e outros produtos graficos (CNAE 58191).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 114.500 em 25 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 16.000 em 1 pagamento em 2022
- Lucyana Genésio (PDT-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.000 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 16.000 da campanha e R$ 114.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
M. MENDONCA - GRAFICA E EDITORA. R$ 49.200 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Márcio Honaiser pagou R$ 203.921 a M. MENDONCA - GRAFICA E EDITORA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 49.200 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 74.178.526/0001-00. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 428.921 em 79 pagamentos entre 2022 e 2026
- Pedro Lucas Fernandes (UNIÃO-MA), despesa de campanha: R$ 297.325 em 9 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 49.200 em 1 pagamento em 2023
- Pedro Lucas Fernandes (UNIÃO-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 41.000 em 1 pagamento em 2023
- Lucyana Genésio (PDT-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 22.500 em 1 pagamento em 2024
- Ivan Junior (UNIÃO-MA), despesa de campanha: R$ 9.300 em 3 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 203.921 da campanha e R$ 49.200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
L S COMERCIO E SERVICOS LTDA. R$ 1.583 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2022, Márcio Honaiser pagou R$ 8.780 a L S COMERCIO E SERVICOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.583 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 12.125.791/0001-65. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Hildo Rocha (MDB-MA), despesa de campanha: R$ 260.000 em 8 pagamentos entre 2022 e 2026
- Duarte Jr. (AVANTE-MA), despesa de campanha: R$ 49.832 em 5 pagamentos entre 2022 e 2026
- Aluisio Mendes (REPUBLICANOS-MA), despesa de campanha: R$ 20.000 em 1 pagamento em 2022
- Silvio Antonio (PL-MA), despesa de campanha: R$ 20.000 em 5 pagamentos em 2026
- Gil Cutrim (REPUBLICANOS-MA), despesa de campanha: R$ 18.500 em 1 pagamento em 2022
- Ribeiro Neto (SOLIDARIEDADE-MA), despesa de campanha: R$ 9.500 em 4 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 8.780 em 1 pagamento em 2022
- Bira do Pindaré (PSB-MA), despesa de campanha: R$ 6.990 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 8.780 da campanha e R$ 1.583 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
BEETHOVEN BRANDAO EMPREENDIMENTOS LTDA. R$ 800 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Márcio Honaiser pagou R$ 28.078 a BEETHOVEN BRANDAO EMPREENDIMENTOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 800 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.991.038/0003-06. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 28.078 em 8 pagamentos em 2022
- Ministério do Planejamento e Orçamento, cartão corporativo do Governo Federal: R$ 945 em 4 pagamentos em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 800 em 2 pagamentos em 2023
- Marreca Filho (PRD-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 374 em 1 pagamento em 2025
- Aluisio Mendes (REPUBLICANOS-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 330 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 28.078 da campanha e R$ 800 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CARONE COMBUSTIVEIS LTDA. R$ 655 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Márcio Honaiser pagou R$ 3.590 a CARONE COMBUSTIVEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 655 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 23.037.695/0001-81. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Ivan Junior (UNIÃO-MA), despesa de campanha: R$ 18.351 em 13 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.590 em 6 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 655 em 4 pagamentos entre 2023 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.590 da campanha e R$ 655 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DUETTO CRIATIVO COMERCIO E SERVICOS LTDA. R$ 640 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Márcio Honaiser pagou R$ 6.870 a DUETTO CRIATIVO COMERCIO E SERVICOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 640 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 23.439.510/0001-65. Atividade registrada: comercio varejista de vidros (CNAE 47431).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 6.870 em 10 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 640 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.870 da campanha e R$ 640 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
REVENDEDORA SOPETRO LTDA. R$ 450 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Márcio Honaiser pagou R$ 47.014 a REVENDEDORA SOPETRO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 450 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 06.269.773/0001-54. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Gastão Vieira (PROS-MA), despesa de campanha: R$ 215.000 em 3 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 47.014 em 7 pagamentos em 2022
- João Marcelo Souza (MDB-MA), despesa de campanha: R$ 30.000 em 4 pagamentos em 2022
- Pedro Lucas Fernandes (UNIÃO-MA), despesa de campanha: R$ 28.500 em 2 pagamentos em 2018
- Bira do Pindaré (PSB-MA), despesa de campanha: R$ 26.708 em 10 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 450 em 3 pagamentos em 2025
- Pedro Lucas Fernandes (UNIÃO-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 383 em 1 pagamento em 2024
- Dr. Allan Garcês (PP-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 263 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 47.014 da campanha e R$ 450 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CARONE COMBUSTIVEIS LTDA. R$ 276 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Márcio Honaiser pagou R$ 6.071 a CARONE COMBUSTIVEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 276 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 23.037.695/0003-43. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 6.071 em 5 pagamentos em 2022
- Aluisio Mendes (REPUBLICANOS-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 939 em 3 pagamentos em 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 276 em 1 pagamento em 2025
- Ministério do Planejamento e Orçamento, cartão corporativo do Governo Federal: R$ 237 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.071 da campanha e R$ 276 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO CARONE LTDA. R$ 200 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Márcio Honaiser pagou R$ 200 a POSTO CARONE LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 2.564 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 29.018.539/0003-11. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.890 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.564 em 2 pagamentos em 2026
- Márcio Jerry (PCdoB-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.056 em 6 pagamentos entre 2023 e 2025
- Dr. Allan Garcês (PP-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 848 em 2 pagamentos em 2024
- Pedro Lucas Fernandes (UNIÃO-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 674 em 2 pagamentos entre 2024 e 2025
- Hildo Rocha (MDB-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 412 em 1 pagamento em 2025
- Amanda Gentil (PP-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 361 em 1 pagamento em 2023
- Marreca Filho (PRD-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 300 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.564 da campanha e R$ 200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CARONE COMBUSTIVEIS LTDA. R$ 200 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Márcio Honaiser pagou R$ 15.346 a CARONE COMBUSTIVEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 200 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 23.037.695/0002-62. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 15.346 em 10 pagamentos em 2022
- Lucyana Genésio (PDT-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 320 em 1 pagamento em 2024
- Marreca Filho (PRD-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 2 pagamentos entre 2023 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 15.346 da campanha e R$ 200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 100.423 pagos pela cota em 30 despesas
Na campanha de 2022, Márcio Honaiser pagou R$ 40.000 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 100.423 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 30 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 40.000 da campanha e R$ 100.423 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 40 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
DIRETORIO ACADEMICO GOMES DE SOUZA, sócio MARCIO JOSE HONAISER
MARCIO JOSE HONAISER aparece como sócio(a) pessoa física de DIRETORIO ACADEMICO GOMES DE SOUZA (CNPJ 05.296.413/0001-89), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Márcio Honaiser (camara), nome legal comparado: MARCIO JOSE HONAISER. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: HONAISER, JOSE, MARCIO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
KAP CONSTRUCOES LTDA, sócio MARCIO JOSE HONAISER
MARCIO JOSE HONAISER aparece como sócio(a) pessoa física de KAP CONSTRUCOES LTDA (CNPJ 63.408.181/0001-00), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Márcio Honaiser (camara), nome legal comparado: MARCIO JOSE HONAISER. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: HONAISER, JOSE, MARCIO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
MH PARTICIPACOES LTDA, sócio MARCIO JOSE HONAISER
MARCIO JOSE HONAISER aparece como sócio(a) pessoa física de MH PARTICIPACOES LTDA (CNPJ 44.328.647/0001-12), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Márcio Honaiser (camara), nome legal comparado: MARCIO JOSE HONAISER. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: HONAISER, JOSE, MARCIO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100