Doador que é sócio de fornecedor: o que quer dizer?
O TSE publica o CPF de quem doa à campanha, e a Receita publica os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio de empresa. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Se a Receita não publicou os dígitos, fica só o nome, e pode ser coincidência: a descrição de cada caso diz qual das duas situações é. Doar a uma campanha e ser fornecedor não é ilegal; é um ponto que merece verificação, não uma acusação.
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
INOVACAO METALURGIA COMUNICACAO E SERVICOS LTDA. R$ 47.500 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Mauricio do Vôlei pagou R$ 47.500 a INOVACAO METALURGIA COMUNICACAO E SERVICOS LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 310.760 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 34.801.319/0002-19. Atividade registrada: acabamentos em fios, tecidos e artefatos texteis (CNAE 13405).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 310.760 em 5 pagamentos em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 47.500 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 310.760 da campanha e R$ 47.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO PAMPLONA LTDA. R$ 4.591 pagos pela cota em 24 despesas
Na campanha de 2022, Mauricio do Vôlei pagou R$ 1.561 a AUTO POSTO PAMPLONA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.591 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 24 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 20.186.854/0001-11. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.591 em 24 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.561 em 7 pagamentos em 2022
- Zé Silva (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.152 em 4 pagamentos entre 2023 e 2025
- Zé Vitor (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 412 em 3 pagamentos entre 2024 e 2026
- Subtenente Gonzaga (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 405 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
- Igor Timo (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 118 em 1 pagamento em 2025
- Emidinho Madeira (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 100 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.561 da campanha e R$ 4.591 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MAGELA SILVA LTDA. R$ 753 pagos pela cota em 3 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Mauricio do Vôlei pagou R$ 753 a MAGELA SILVA LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 300 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 17.202.789/0001-66. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.336 em 16 pagamentos entre 2023 e 2026
- Nely Aquino (PODE-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 809 em 3 pagamentos entre 2024 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 300 em 1 pagamento em 2026
- Samuel Viana (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 275 em 1 pagamento em 2023
- Zé Silva (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 263 em 1 pagamento em 2024
- Subtenente Gonzaga (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 197 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 300 da campanha e R$ 753 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Doador de campanha é sócio de fornecedor da cota
AUTO POSTO DOMVITAL III LTDA., sócio ISNARD MONTENEGRO DE QUEIROZ NETO. R$ 494 pagos pela cota em 3 despesas
ISNARD MONTENEGRO DE QUEIROZ NETO doou R$ 5.000 à campanha de Mauricio do Vôlei (2026; fonte: TSE, que publica o CPF do doador). Uma pessoa com o mesmo nome completo e os mesmos 6 dígitos do meio do CPF (os que a Receita Federal publica) é sócia de AUTO POSTO DOMVITAL III LTDA., no quadro de sócios desde 16/06/2010, empresa paga por Mauricio do Vôlei com a cota parlamentar: R$ 494 em 3 despesa(s). Os registros têm em comum o nome completo e os 6 dígitos do CPF mascarado; a identidade deve ser confirmada por documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Doar a uma campanha e ser fornecedor não é ilegal: é um ponto que merece verificação, não uma acusação. CNPJ: 12.095.566/0001-23.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 494 em 3 pagamentos em 2024
- Odair Cunha (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 201 em 1 pagamento em 2024
- Pedro Lupion (REPUBLICANOS-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 170 em 1 pagamento em 2023
- Gutemberg Reis (MDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 100 em 1 pagamento em 2025
índice de semelhança 45 de 100
Doador de campanha é sócio de fornecedor da cota
AUTO POSTO DOM VITAL II LTDA, sócio ISNARD MONTENEGRO DE QUEIROZ NETO. R$ 477 pagos pela cota em 3 despesas
ISNARD MONTENEGRO DE QUEIROZ NETO doou R$ 5.000 à campanha de Mauricio do Vôlei (2026; fonte: TSE, que publica o CPF do doador). Uma pessoa com o mesmo nome completo e os mesmos 6 dígitos do meio do CPF (os que a Receita Federal publica) é sócia de AUTO POSTO DOM VITAL II LTDA, no quadro de sócios desde 09/04/2009, empresa paga por Mauricio do Vôlei com a cota parlamentar: R$ 477 em 3 despesa(s). Os registros têm em comum o nome completo e os 6 dígitos do CPF mascarado; a identidade deve ser confirmada por documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Doar a uma campanha e ser fornecedor não é ilegal: é um ponto que merece verificação, não uma acusação. CNPJ: 10.751.904/0001-02.
Quem pagou esta empresa
- Célio Silveira (MDB-GO), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.195 em 8 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rubens Otoni (PT-GO), despesa de campanha: R$ 1.248 em 9 pagamentos em 2022
- Daniel Freitas (PL-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 600 em 4 pagamentos em 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 477 em 3 pagamentos entre 2024 e 2025
- Gustavo Gayer (PL-GO), cota parlamentar (Câmara): R$ 263 em 1 pagamento em 2023
- Padre João (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 251 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
índice de semelhança 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SANDRA DE ASEVEDO. R$ 392 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Mauricio do Vôlei pagou R$ 5.440 a SANDRA DE ASEVEDO com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 392 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 71.494.587/0001-80. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 5.440 em 2 pagamentos em 2022
- Zé Silva (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.192 em 10 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 392 em 1 pagamento em 2023
- Subtenente Gonzaga (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 278 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.440 da campanha e R$ 392 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DECIO COMERCIO E SERVICOS RODOVIARIOS LTDA. R$ 257 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Mauricio do Vôlei pagou R$ 257 a DECIO COMERCIO E SERVICOS RODOVIARIOS LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 270 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 19.046.218/0017-72. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Ana Paula Leão (PP-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 4.032 em 23 pagamentos entre 2023 e 2026
- Zé Vitor (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.195 em 16 pagamentos entre 2023 e 2026
- Zé Trovão (PL-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.200 em 6 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.087 em 5 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dandara (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 586 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- Mario Frias (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 532 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
- Juliana Cardoso (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 392 em 1 pagamento em 2025
- Greyce Elias (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 293 em 1 pagamento em 2025
R$ 270 da campanha e R$ 257 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
BELA VISTA PETRO LTDA. R$ 237 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Mauricio do Vôlei pagou R$ 300 a BELA VISTA PETRO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 237 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.068.322/0001-60. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Subtenente Gonzaga (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 444 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
- Igor Timo (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 422 em 1 pagamento em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 300 em 1 pagamento em 2022
- Zé Vitor (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 281 em 1 pagamento em 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 237 em 1 pagamento em 2023
- André Janones (REDE-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 190 em 1 pagamento em 2024
- Carlos Viana (PSD-MG), cota parlamentar (Senado): R$ 186 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 300 da campanha e R$ 237 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100