Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Doador com nome de sócio: o que quer dizer?
É um cruzamento de nomes, não de CPF: o cadastro de sócios da Receita não traz o CPF. Pode ser a mesma pessoa ou uma coincidência. Não é acusação; é um ponto que merece verificação.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
MICROLIG - COMERCIO E SERVICOS DE MATERIAL DE INFORMATICA LTDA, sócio IGOR TARCIANO TIMO
IGOR TARCIANO TIMO aparece como sócio(a) pessoa física de MICROLIG - COMERCIO E SERVICOS DE MATERIAL DE INFORMATICA LTDA (CNPJ 08.445.706/0001-79), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Igor Timo (camara), nome legal comparado: IGOR TARCIANO TIMO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: IGOR, TARCIANO, TIMO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SIGGO - SISTEMAS DE INFORMACAO GERENCIAL E GOVERNANCA OPPORTUNE LTDA. R$ 164.502 pagos pela cota em 33 despesas
Na campanha de 2018, Igor Timo pagou R$ 6.372 a SIGGO - SISTEMAS DE INFORMACAO GERENCIAL E GOVERNANCA OPPORTUNE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 164.502 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 33 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 12.146.589/0001-10. Atividade registrada: suporte tecnico manutencao e outros servicos em tecnologia da informacao (CNAE 62091).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 164.502 em 33 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 6.373 em 3 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.373 da campanha e R$ 164.502 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO TOCANTINS LTDA. R$ 33.954 pagos pela cota em 81 despesas
Na campanha de 2018, Igor Timo pagou R$ 19.553 a POSTO TOCANTINS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 33.954 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 81 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 17.462.474/0001-58. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Célia Xakriabá (PSOL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 77.388 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- Patrus Ananias (PT-MG), despesa de campanha: R$ 59.397 em 17 pagamentos entre 2018 e 2022
- Rogério Correia (PT-MG), despesa de campanha: R$ 34.018 em 31 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 33.954 em 81 pagamentos entre 2023 e 2026
- Reginaldo Lopes (PT-MG), despesa de campanha: R$ 23.735 em 13 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 19.553 em 14 pagamentos em 2018
- Dandara (PT-MG), despesa de campanha: R$ 13.310 em 4 pagamentos em 2022
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 3.978 em 4 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 19.553 da campanha e R$ 33.954 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FILIBRAS COMERCIAL IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA. R$ 10.101 pagos pela cota em 42 despesas
Na campanha de 2022, Igor Timo pagou R$ 3.696 a FILIBRAS COMERCIAL IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 10.101 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 42 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.781.815/0001-79. Atividade registrada: comercio varejista de outros produtos novos nao especificados anteriormente (CNAE 47890).
Quem pagou esta empresa
- Rodrigo de Castro (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 15.606 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 10.101 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rosângela Reis (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 7.214 em 39 pagamentos entre 2023 e 2026
- Greyce Elias (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 5.945 em 41 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.696 em 2 pagamentos em 2022
- Rodrigo de Castro (UNIÃO-MG), despesa de campanha: R$ 3.224 em 6 pagamentos entre 2018 e 2022
- Eros Biondini (PL-MG), despesa de campanha: R$ 450 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.696 da campanha e R$ 10.101 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ARAUJO COMERCIO DERIVADOS DE PETROLEO LTDA. R$ 5.842 pagos pela cota em 34 despesas
Na campanha de 2018, Igor Timo pagou R$ 130 a ARAUJO COMERCIO DERIVADOS DE PETROLEO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.842 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 34 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.775.850/0001-12. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.842 em 34 pagamentos entre 2023 e 2026
- Pedro Aihara (PP-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.380 em 6 pagamentos entre 2023 e 2024
- Miguel Ângelo (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 754 em 4 pagamentos entre 2023 e 2024
- Fred Costa (PRD-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 660 em 3 pagamentos entre 2023 e 2026
- Lincoln Portela (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 500 em 4 pagamentos entre 2023 e 2025
- Luis Tibé (AVANTE-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 430 em 6 pagamentos entre 2024 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), cota parlamentar (Senado): R$ 330 em 1 pagamento em 2025
- Felipe Saliba (PRD-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 216 em 1 pagamento em 2023
R$ 130 da campanha e R$ 5.842 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FIBRA TELECOMUNICACOES LTDA. R$ 4.660 pagos pela cota em 10 despesas
Na campanha de 2022, Igor Timo pagou R$ 3.100 a FIBRA TELECOMUNICACOES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.660 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 10 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 00.896.242/0001-05. Atividade registrada: comercio varejista especializado de equipamentos de telefonia e comunicacao (CNAE 47521).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.660 em 10 pagamentos em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.100 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.100 da campanha e R$ 4.660 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
OTONI E ANDRADE LTDA. R$ 4.556 pagos pela cota em 11 despesas
Na campanha de 2018, Igor Timo pagou R$ 1.040 a OTONI E ANDRADE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.556 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 11.573.885/0001-34. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.556 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
- Bruno Farias (REPUBLICANOS-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.513 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- Vavá (AVANTE-MG), despesa de campanha: R$ 1.220 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.040 em 3 pagamentos em 2018
- Reginaldo Lopes (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.040 em 2 pagamentos em 2026
- Ana Pimentel (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 820 em 1 pagamento em 2025
- Lafayette de Andrada (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 532 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.040 da campanha e R$ 4.556 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO SANTOS FRANCA LTDA. R$ 2.190 pagos pela cota em 9 despesas
Na campanha de 2018, Igor Timo pagou R$ 143 a POSTO SANTOS FRANCA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.190 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.213.721/0001-30. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.190 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- Bruno Farias (REPUBLICANOS-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 771 em 2 pagamentos em 2025
- Padre João (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 679 em 2 pagamentos entre 2025 e 2026
- Rogério Correia (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 520 em 2 pagamentos entre 2023 e 2025
- Zé Silva (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 305 em 1 pagamento em 2024
- Padre João (PT-MG), despesa de campanha: R$ 299 em 1 pagamento em 2026
- Fred Costa (PRD-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 224 em 1 pagamento em 2024
- Lafayette de Andrada (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 222 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 143 da campanha e R$ 2.190 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO SHALON LTDA. R$ 2.063 pagos pela cota em 7 despesas
Na campanha de 2018, Igor Timo pagou R$ 235 a POSTO SHALON LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.063 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 7 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 25.416.090/0001-27. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.063 em 7 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 235 em 1 pagamento em 2018
- Subtenente Gonzaga (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 200 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 235 da campanha e R$ 2.063 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO FLORIDA LTDA. R$ 1.809 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2018, Igor Timo pagou R$ 213 a POSTO FLORIDA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.809 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.076.962/0001-48. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.809 em 5 pagamentos entre 2023 e 2026
- Padre João (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 538 em 3 pagamentos em 2024
- Delegado Marcelo Freitas (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 320 em 1 pagamento em 2023
- Carlos Viana (PSD-MG), cota parlamentar (Senado): R$ 244 em 1 pagamento em 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 213 em 1 pagamento em 2018
- Samuel Viana (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 207 em 1 pagamento em 2025
- Pedro Aihara (PP-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 198 em 1 pagamento em 2025
- Chris Tonietto (PL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 169 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 213 da campanha e R$ 1.809 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ADYEN DO BRASIL INSTITUICAO DE PAGAMENTO LTDA.. R$ 1.151 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Igor Timo pagou R$ 10.500 a ADYEN DO BRASIL INSTITUICAO DE PAGAMENTO LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.151 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 14.796.606/0001-90. Atividade registrada: atividades de servicos prestados principalmente as empresas nao especificadas anteriormente (CNAE 82997).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 4.598.993 em 105 pagamentos entre 2018 e 2022
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 1.413.100 em 70 pagamentos entre 2018 e 2022
- Sergio Moro (PL-PR), despesa de campanha: R$ 584.005 em 23 pagamentos em 2022
- Policial Katia Sastre (PL-SP), despesa de campanha: R$ 579.500 em 46 pagamentos em 2022
- Gleisi Hoffmann (PT-PR), despesa de campanha: R$ 405.000 em 41 pagamentos entre 2018 e 2022
- Marcelo Queiroz (PSDB-RJ), despesa de campanha: R$ 394.800 em 64 pagamentos em 2022
- General Peternelli (UNIÃO-SP), despesa de campanha: R$ 352.789 em 21 pagamentos em 2022
- Delegado Bruno Lima (PODE-SP), despesa de campanha: R$ 330.000 em 12 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.500 da campanha e R$ 1.151 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Doador de campanha com o mesmo nome de sócio de fornecedor
VISAO CONSULTORIA E MARKETING LTDA, sócio JORGE ANDRE SOUZA PERIQUITO. R$ 260.300 pagos pela cota em 6 despesas
Uma pessoa chamada JORGE ANDRE SOUZA PERIQUITO doou R$ 50.000 à campanha de Igor Timo em 2026 (fonte: TSE). Uma pessoa com o mesmo nome completo consta como sócio/a de VISAO CONSULTORIA E MARKETING LTDA, empresa paga por Igor Timo com dinheiro público via CEAP: R$ 260.300 em 6 despesa(s). Os registos públicos de sócios de empresa (Receita Federal) não incluem CPF, por isso não é possível confirmar que se trata da mesma pessoa — pode ser coincidência de nome. Isto não é uma acusação, é uma coincidência de nomes que pode merecer verificação adicional. CNPJ: 06.097.072/0001-85.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 260.300 em 6 pagamentos entre 2023 e 2025
índice de semelhança 55 de 100
Sócio com o mesmo sobrenome em empresa fornecedora
ORGANIZACAO BRASIL LTDA -ME, sócio ROGERIO TIMO. R$ 200 pagos pela cota em 1 despesa
ROGERIO TIMO é sócio/a de ORGANIZACAO BRASIL LTDA -ME (CNPJ 05.360.807/0001-59), empresa que recebeu R$ 200,00 em 1 despesa(s) de Igor Timo. Sobrenomes comuns: TIMO.
Quem pagou esta empresa
- Patrus Ananias (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.200 em 6 pagamentos entre 2023 e 2025
- Subtenente Gonzaga (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 525 em 3 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
índice de semelhança 55 de 100
Sócio com o mesmo sobrenome em empresa fornecedora
ORGANIZACAO BRASIL LTDA -ME, sócio HELOISIA OLIVEIRA URSINE TIMO. R$ 200 pagos pela cota em 1 despesa
HELOISIA OLIVEIRA URSINE TIMO é sócio/a de ORGANIZACAO BRASIL LTDA -ME (CNPJ 05.360.807/0001-59), empresa que recebeu R$ 200,00 em 1 despesa(s) de Igor Timo. Sobrenomes comuns: TIMO.
Quem pagou esta empresa
- Patrus Ananias (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.200 em 6 pagamentos entre 2023 e 2025
- Subtenente Gonzaga (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 525 em 3 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
índice de semelhança 55 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SUCESSO ADMINISTRACAO E PARTICIPACAO HOTELEIRA SA. R$ 784 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Igor Timo pagou R$ 109 a SUCESSO ADMINISTRACAO E PARTICIPACAO HOTELEIRA SA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 784 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 11.824.567/0002-80. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- Célia Xakriabá (PSOL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 12.230 em 19 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 784 em 1 pagamento em 2026
- Nikolas Ferreira (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 558 em 2 pagamentos em 2024
- Mauricio do Vôlei (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 299 em 1 pagamento em 2025
- Zé Silva (UNIÃO-MG), despesa de campanha: R$ 152 em 2 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 109 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 109 da campanha e R$ 784 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100