Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem com os do político, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO DISNEY LTDA. R$ 15.273 pagos pela cota em 33 despesas
Na campanha de 2022, Pastor Claudio Mariano pagou R$ 34.000 a AUTO POSTO DISNEY LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 15.273 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 33 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.028.117/0001-05. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 34.000 em 5 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 15.273 em 33 pagamentos em 2025
- Delegado Caveira (PL-PA), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.544 em 9 pagamentos entre 2023 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 34.000 da campanha e R$ 15.273 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EDITORA VISAO LTDA. R$ 3.250 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Pastor Claudio Mariano pagou R$ 69.400 a EDITORA VISAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.250 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.273.807/0001-59. Atividade registrada: edicao de livros (CNAE 58115).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 129.600 em 12 pagamentos entre 2022 e 2026
- Otoni de Paula (PSD-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 55.000 em 2 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.250 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 69.400 da campanha e R$ 3.250 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
D7 MOTORS COMERCIO E LOCACAO DE VEICULOS IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA. R$ 29.000 pagos pela cota em 4 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Pastor Claudio Mariano pagou R$ 29.000 a D7 MOTORS COMERCIO E LOCACAO DE VEICULOS IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 66.930 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 01.427.144/0001-91. Atividade registrada: comercio a varejo e por atacado de veiculos automotores (CNAE 45111).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 121.800 em 13 pagamentos em 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 66.930 em 4 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 66.930 da campanha e R$ 29.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ARAGUAIA MIDIAS E PRODUCOES LTDA. R$ 4.554 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Pastor Claudio Mariano pagou R$ 179.952 a ARAGUAIA MIDIAS E PRODUCOES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.554 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 21.245.462/0001-49. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 179.952 em 13 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.554 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 179.952 da campanha e R$ 4.554 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO PRIMAVERA LTDA. R$ 1.412 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Pastor Claudio Mariano pagou R$ 11.021 a AUTO POSTO PRIMAVERA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.412 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 15.332.141/0001-89. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 11.021 em 12 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.412 em 4 pagamentos em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 11.021 da campanha e R$ 1.412 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO PRACA GOIANESIA LTDA. R$ 1.098 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Pastor Claudio Mariano pagou R$ 2.000 a POSTO PRACA GOIANESIA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.098 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 46.745.356/0001-55. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.098 em 4 pagamentos em 2025
- Zequinha Marinho (PODE-PA), cota parlamentar (Senado): R$ 1.058 em 4 pagamentos entre 2023 e 2025
- Delegado Caveira (PL-PA), cota parlamentar (Câmara): R$ 393 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.000 da campanha e R$ 1.098 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
59.620.192 LUIZ FERNANDO PEREIRA DA SILVA. R$ 18.300 pagos pela cota em 4 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Pastor Claudio Mariano pagou R$ 18.300 a 59.620.192 LUIZ FERNANDO PEREIRA DA SILVA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 10.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 59.620.192/0001-81. Atividade registrada: atividades de pos-producao cinematografica, de videos e de programas de televisao (CNAE 59120).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 18.300 em 4 pagamentos em 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 10.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.000 da campanha e R$ 18.300 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 65 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO DO BOLINHA LTDA. R$ 833 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Pastor Claudio Mariano pagou R$ 1.679 a POSTO DO BOLINHA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 833 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.332.446/0001-86. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Airton Faleiro (PT-PA), despesa de campanha: R$ 8.000 em 2 pagamentos em 2018
- Delegado Caveira (PL-PA), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.782 em 6 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.679 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 833 em 2 pagamentos em 2025
- Alexandre Guimarães (MDB-TO), cota parlamentar (Câmara): R$ 251 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.679 da campanha e R$ 833 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
CADES - CAMPO DAS ASSEMBLEIA DE DEUS DE SAPUCAIA, sócio CLAUDIO MARIANO SILVA
CLAUDIO MARIANO SILVA aparece como sócio(a) pessoa física de CADES - CAMPO DAS ASSEMBLEIA DE DEUS DE SAPUCAIA (CNPJ 10.630.455/0001-44), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Pastor Claudio Mariano (camara), nome legal comparado: CLAUDIO MARIANO SILVA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: CLAUDIO, MARIANO, SILVA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
COMERCIAL MARIANO LTDA, sócio CLAUDIO MARIANO SILVA
CLAUDIO MARIANO SILVA aparece como sócio(a) pessoa física de COMERCIAL MARIANO LTDA (CNPJ 03.993.852/0001-15), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Pastor Claudio Mariano (camara), nome legal comparado: CLAUDIO MARIANO SILVA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: CLAUDIO, MARIANO, SILVA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100