Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
RICARDO ANTONIO CALIXTO S/S LTDA. R$ 130.078 pagos pela cota em 45 despesas
Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 23.336 a RICARDO ANTONIO CALIXTO S/S LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 130.078 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 45 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 06.866.790/0001-79. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 192.047 em 27 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 130.078 em 45 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marco Brasil (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 56.593 em 14 pagamentos entre 2024 e 2025
- Luisa Canziani (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 19.979 em 8 pagamentos em 2018
- Marco Brasil (PP-PR), despesa de campanha: R$ 18.000 em 4 pagamentos em 2026
- Hermes Parcianello (MDB-PR), despesa de campanha: R$ 9.407 em 1 pagamento em 2018
- Lenir de Assis (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.309 em 4 pagamentos em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 23.336 da campanha e R$ 130.078 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO COLETI LTDA. R$ 34.055 pagos pela cota em 48 despesas
Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 3.920 a AUTO POSTO COLETI LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 34.055 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 48 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 23.883.405/0001-10. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 34.055 em 48 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 12.168 em 23 pagamentos entre 2018 e 2026
- Beto Preto (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 310 em 1 pagamento em 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 250 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.920 da campanha e R$ 34.055 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIO DE COMBUSTIVEIS CASARIN EIRELI. R$ 13.634 pagos pela cota em 55 despesas
Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 3.689 a COMERCIO DE COMBUSTIVEIS CASARIN EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 13.634 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 55 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 09.379.278/0002-77. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 17.494 em 28 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 13.634 em 55 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marco Brasil (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 4.434 em 12 pagamentos entre 2023 e 2025
- Filipe Barros (PL-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.733 em 12 pagamentos entre 2023 e 2024
- Tadeu Veneri (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 484 em 2 pagamentos em 2024
- Beto Richa (PSDB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 368 em 1 pagamento em 2023
- Luiz Carlos Hauly (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 301 em 1 pagamento em 2026
- Felipe Francischini (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 296 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.689 da campanha e R$ 13.634 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
BENVENHO CIA LTDA. R$ 11.380 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Diego Garcia pagou R$ 37.900 a BENVENHO CIA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 11.380 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 00.350.242/0001-05. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de cadastros listas e outros produtos graficos (CNAE 58298).
Quem pagou esta empresa
- Filipe Barros (PL-PR), despesa de campanha: R$ 495.484 em 36 pagamentos entre 2018 e 2022
- Luisa Canziani (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 234.525 em 33 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 198.635 em 9 pagamentos entre 2022 e 2026
- Beto Richa (PSDB-PR), despesa de campanha: R$ 12.475 em 3 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 11.380 em 4 pagamentos em 2024
- Filipe Barros (PL-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 7.120 em 3 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 37.900 da campanha e R$ 11.380 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO V Y LTDA.. R$ 5.389 pagos pela cota em 24 despesas
Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 277 a AUTO POSTO V Y LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.389 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 24 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 12.645.178/0001-79. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.389 em 24 pagamentos entre 2023 e 2026
- Sergio Moro (PL-PR), cota parlamentar (Senado): R$ 522 em 2 pagamentos em 2025
- Tadeu Veneri (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 306 em 1 pagamento em 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 277 em 2 pagamentos em 2018
- Carol Dartora (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 219 em 1 pagamento em 2023
- Luiz Carlos Hauly (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 100 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 277 da campanha e R$ 5.389 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
VALENTE PALACE HOTEL EIRELI. R$ 3.509 pagos pela cota em 6 despesas
Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 519 a VALENTE PALACE HOTEL EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.509 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 00.685.472/0001-25. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- Carol Dartora (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 4.532 em 3 pagamentos em 2026
- Sergio Souza (MDB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.975 em 4 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.509 em 6 pagamentos entre 2023 e 2025
- Paulo Litro (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.843 em 7 pagamentos entre 2023 e 2026
- Beto Preto (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.902 em 4 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.045 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- Sergio Souza (MDB-PR), despesa de campanha: R$ 742 em 1 pagamento em 2018
- Felipe Francischini (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 568 em 2 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 519 da campanha e R$ 3.509 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO JACARE LTDA. R$ 2.864 pagos pela cota em 11 despesas
Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 10.402 a AUTO POSTO JACARE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.864 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.048.982/0001-05. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 12.372 em 9 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.864 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
- Beto Preto (PSD-PR), despesa de campanha: R$ 1.350 em 3 pagamentos em 2026
- Beto Preto (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 734 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
- Carol Dartora (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 217 em 1 pagamento em 2026
- Luciano Ducci (PSB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 73 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.402 da campanha e R$ 2.864 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ORGANIZACAO HOTELEIRA DEMARCHI LTDA. R$ 1.453 pagos pela cota em 10 despesas
Na campanha de 2022, Diego Garcia pagou R$ 855 a ORGANIZACAO HOTELEIRA DEMARCHI LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.453 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 10 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 16.499.439/0001-40. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.453 em 10 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.236 em 5 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 855 da campanha e R$ 1.453 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
HOTEL CANTA GALO LTDA. R$ 1.068 pagos pela cota em 6 despesas
Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 99 a HOTEL CANTA GALO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.068 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.943.270/0001-24. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- Carol Dartora (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.085 em 3 pagamentos em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.068 em 6 pagamentos em 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 459 em 2 pagamentos entre 2018 e 2026
- Santin Roveda (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 315 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 99 da campanha e R$ 1.068 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO CAPELA LTDA. R$ 4.269 pagos pela cota em 43 despesas
Na campanha de 2022, Diego Garcia pagou R$ 6.749 a POSTO CAPELA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.269 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 43 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 80.778.574/0001-24. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 6.749 em 28 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.269 em 43 pagamentos entre 2023 e 2026
- Toninho Wandscheer (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 275 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.749 da campanha e R$ 4.269 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO FORMIGAO LTDA. R$ 3.757 pagos pela cota em 32 despesas
Na campanha de 2022, Diego Garcia pagou R$ 1.937 a AUTO POSTO FORMIGAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.757 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 32 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 78.766.797/0001-20. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.757 em 32 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.937 em 1 pagamento em 2022
- Marco Brasil (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.257 em 4 pagamentos em 2024
- Sergio Souza (MDB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 699 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
- Luiz Carlos Hauly (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 329 em 2 pagamentos entre 2023 e 2025
- Padovani (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 287 em 1 pagamento em 2024
- Lenir de Assis (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 249 em 2 pagamentos em 2025
- Gleisi Hoffmann (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 241 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.937 da campanha e R$ 3.757 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ATRIO HOTEIS S.A.. R$ 2.816 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 661 a ATRIO HOTEIS S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.816 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 80.732.928/0006-04. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.816 em 8 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 661 em 5 pagamentos em 2018
- Sergio Moro (PL-PR), cota parlamentar (Senado): R$ 608 em 2 pagamentos em 2025
- Carlos Chiodini (MDB-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 387 em 1 pagamento em 2026
- Welter (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 356 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 661 da campanha e R$ 2.816 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GASOL COMERCIO DE DERIVADOS DE PETROLEO LTDA. R$ 2.298 pagos pela cota em 20 despesas
Na campanha de 2022, Diego Garcia pagou R$ 324 a GASOL COMERCIO DE DERIVADOS DE PETROLEO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.298 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 20 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 75.047.266/0002-70. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.298 em 20 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 324 em 1 pagamento em 2022
- Itamar Paim (PL-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 280 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 324 da campanha e R$ 2.298 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
REFERENCIAL 1 COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA. R$ 1.050 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2022, Diego Garcia pagou R$ 141 a REFERENCIAL 1 COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.050 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 36.980.800/0001-63. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Flávio Arns (PSB-PR), cota parlamentar (Senado): R$ 5.867 em 26 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.050 em 8 pagamentos entre 2023 e 2026
- Beto Richa (PSDB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 645 em 3 pagamentos entre 2025 e 2026
- Carol Dartora (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 349 em 1 pagamento em 2026
- Gleisi Hoffmann (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 232 em 1 pagamento em 2026
- Tadeu Veneri (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 222 em 1 pagamento em 2026
- Lenir de Assis (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 141 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 141 da campanha e R$ 1.050 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
32.553.835 JOAO DUARTE RODRIGUES DE CARVALHO. R$ 4.000 pagos pela cota em 4 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Diego Garcia pagou R$ 4.000 a 32.553.835 JOAO DUARTE RODRIGUES DE CARVALHO com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 4.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 32.553.835/0001-65. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 7.000 em 5 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 4.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 4.000 da campanha e R$ 4.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 60 de 100