Ir para o conteúdo
Política BR
Foto de Diego Garcia

Diego Garcia

Deputado(a) federal, UNIÃO-PR, 42 anos, nasceu em Bandeirantes

Superior

[email protected]

Ficha Limpa1 gasto com alerta alto em 2026

41

score 2026
445º de 559 com score completo em 2026

Compartilhar:WhatsAppFacebookX

5 situações de alta severidade pedem atenção

Considera a cota parlamentar de 2026, o patrimônio declarado e os conflitos de interesse.

Em 2026

Score
40,6
445º de 559 com score completo em 2026
Presença
92,3%
média 90,4%
Proposições
27
média 15,6
Cota parlamentar
R$ 488.464
acima da média
Patrimônio declarado
R$ 978.215
TSE 2026
Emendas
R$ 35.410.038
valor empenhado
Gastos com alerta
278
1 de alta severidade
Assessores
21
de 25 possíveis

Comparado com a média da Câmara

Presença92,3%média 90,4%
Proposições27média 16
Cota reembolsadaR$ 488.464média R$ 312.227

O traço escuro marca a média da Câmara. Em vermelho, quando o resultado é pior que a média.

Gastos que pedem explicação

278 despesas da cota com alerta em 2026; aqui os mais graves, com os alertas sobre o total anual de uma categoria numa linha só. Um alerta é um indício para verificar, não uma acusação.

O que chamou a atençãoSeveridadeFornecedorValorDataNota
Gasto anual atípico na categoriaTotal anual em "PASSAGEM AÉREA - REEMBOLSO" (R$ 170.666) é 55,4× a mediana dos pares que usaram esta categoria (R$ 3.083BAIXA57 notas da categoria no anoR$ 170.666total do anoano todoalerta sobre o total da categoria
Gasto anual atípico na categoriaTotal anual em "TELEFONIA" (R$ 14.707) é 4,0× a mediana dos pares que usaram esta categoria (R$ 3.654) — daria para pagaBAIXA9 notas da categoria no anoR$ 14.707total do anoano todoalerta sobre o total da categoria
Despesa em fim de semana ou feriadoDespesa em fim de semana ou feriado: 2026-03-22AltaGol Linhas AéreasR$ 2.4862026-03-22Bilhete emitido pela própria Câmara (SIGEPA): não há nota fiscal; o valor é o da passagem.
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "TELEFONIA" (z=3.7σ)MédiaTELEFONICA BRASIL S.A.R$ 1.7972026-06-17—
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "TELEFONIA" (z=3.6σ)MédiaVIVO TELEFONICA BRASIL S.AR$ 1.7512026-04-15—
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "TELEFONIA" (z=3.4σ)MédiaTELEFONICA BRASIL S.A.R$ 1.6832026-09-11—
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "TELEFONIA" (z=3.3σ)MédiaTELEFONICA BRASIL S.A.R$ 1.6192026-08-13—
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "TELEFONIA" (z=3.2σ)MédiaTELEFONICA BRASIL S.A.R$ 1.5982026-07-15—
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "TELEFONIA" (z=3.2σ)MédiaTELEFONICA BRASIL S/A - VIVOR$ 1.5842026-05-13—
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "TELEFONIA" (z=3.1σ)MédiaVIVO TELEFONICA BRASILIAR$ 1.5592026-01-14—
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "TELEFONIA" (z=3.1σ)MédiaVIVO TELEFONICA BRASIL S.AR$ 1.5592026-02-13—
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "TELEFONIA" (z=3.1σ)MédiaTELEFONICA BRASIL VIVO S.A.R$ 1.5592026-03-14—
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "FORNECIMENTO DE ALIMENTAÇÃO DO PARLAMENTAR" (z=6.2σ)MédiaHOTELARIA ACCOR BRASIL S/AR$ 4102026-04-14Ver nota
Atividade da empresa não combina com o gastoAtividade "" (seção G) pode ser incompatível com "COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES."MédiaSUPER POSTO PRO TORK COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDAR$ 1222026-03-26Ver nota
Empresa inativa na data da despesaCNPJ 31328731000194 — situação: BAIXADA desde 2024-04-15MédiaDjango TaxisR$ 742026-05-10Ver nota
Atividade da empresa não combina com o gastoAtividade "" (seção G) pode ser incompatível com "COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES."MédiaAUTO POSTO BR 116 LTDAR$ 502026-06-02Ver nota
Mesma despesa repetidaMesma nota (número 002106) apresentada mais de uma vezMédiaASSOCIACAO DOS TAXISTAS DO DISTRITO FEDERALR$ 252026-07-23Ver nota
Mesma despesa repetidaMesma nota (número 002106) apresentada mais de uma vezMédiaASSOCIACAO DOS TAXISTAS DO DISTRITO FEDERALR$ 252026-07-23Ver nota
Mesma despesa repetidaMesma nota (número V4NN2Q1B824L) apresentada mais de uma vezMédiaCONCESSIONARIA VIA ARAUCARIAR$ 122026-06-09Ver nota
Mesma despesa repetidaMesma nota (número V4NN2Q1B824L) apresentada mais de uma vezMédiaCONCESSIONARIA VIA ARAUCARIAR$ 122026-06-09Ver nota

Dinheiro da campanha

O que cada candidatura gastou para se eleger, declarado ao TSE. É outro dinheiro, não a cota parlamentar.

Campanha e cota: qual a diferença?

São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

Campanha de 2026
R$ 1.501.434
220 fornecedores; R$ 66.500 doados por 28 pessoas; R$ 3 do próprio candidato
Campanha de 2022
R$ 1.122.329
394 fornecedores; R$ 251.699 doados por 9 pessoas
Campanha de 2018
R$ 504.797
226 fornecedores; R$ 1.690 doados por 5 pessoas; R$ 1.750 do próprio candidato
Maiores fornecedores das campanhas; 30 também receberam da cota parlamentar
FornecedorEleiçãoPago pela campanhaPago pela cota
BENVENHO CIA LTDA00.350.242/0001-05edicao integrada a impressao de cadastros, listas e outros produtos graficos2022, 2026R$ 198.635R$ 11.3804 despesas, 05/2024
RICARDO ANTONIO CALIXTO S/S LTDA06.866.790/0001-79locacao de automoveis sem condutor2018, 2022, 2026R$ 192.047R$ 130.07845 despesas, 02/2023 a 10/2026
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.13.347.016/0001-17agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao2022R$ 125.226R$ 41.77829 despesas, 02/2023 a 05/2026
40.822.210 JOHANN VICTOR DE ALMEIDA SANTOS40.822.210/0001-80impressao de materiais para outros usos2026R$ 68.810R$ 14.0609 despesas, 03/2024 a 12/2025
COMERCIO DE COMBUSTIVEIS CASARIN LTDA09.379.278/0002-77comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2018, 2022, 2026R$ 17.494R$ 13.63455 despesas, 02/2023 a 10/2026
AUTO POSTO JACARE LTDA05.048.982/0001-05comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2018, 2022, 2026R$ 12.372R$ 2.86411 despesas, 04/2023 a 10/2026
MAGIOLI MILANI LTDA23.883.405/0001-10comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2018, 2022, 2026R$ 12.168R$ 34.05548 despesas, 02/2023 a 09/2026
POSTO CAPELA LTDA80.778.574/0001-24comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2022R$ 6.749R$ 4.26943 despesas, 06/2023 a 07/2026
AUTO POSTO VICENTE MACHADO LTDA05.658.350/0001-63comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2022, 2026R$ 4.222R$ 991 despesa, 08/2026
32.553.835 JOAO DUARTE RODRIGUES DE CARVALHO32.553.835/0001-65atividades de publicidade nao especificadas anteriormente2026R$ 4.000R$ 7.0005 despesas, 09/2025 a 05/2026
CRILLON PALACE HOTEL LTDA80.362.627/0001-21hoteis e similares2018, 2022R$ 3.599R$ 5131 despesa, 10/2023
HOTELARIA ACCOR BRASIL S/A09.967.852/0036-57hoteis e similares2026R$ 2.095R$ 2.3267 despesas, 05/2026 a 09/2026
AUTO POSTO FORMIGAO LTDA78.766.797/0001-20comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2022R$ 1.937R$ 3.75732 despesas, 11/2023 a 07/2026
ENE - COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA32.726.545/0001-76comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2022R$ 1.885R$ 1301 despesa, 09/2023
H .FERNANDES COMERCIO DE COMBUSTIVEIS EIRELI26.615.067/0001-24comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2018R$ 1.782R$ 7137 despesas, 04/2023 a 07/2026
GCS ADMINISTRACAO DE HOTEIS LTDA04.114.525/0001-09hoteis e similares2022R$ 1.710R$ 1401 despesa, 04/2023
ORGANIZACAO HOTELEIRA DEMARCHI LTDA16.499.439/0001-40hoteis e similares2022, 2026R$ 1.236R$ 1.45310 despesas, 11/2023 a 08/2026
VALENTE PALACE HOTEL LTDA00.685.472/0001-25hoteis e similares2018, 2022R$ 1.045R$ 3.5096 despesas, 09/2023 a 10/2025
BDL CONSULTORIA EM GESTAO EMPRESARIAL LTDA.37.575.269/0002-97hoteis e similares2026R$ 948R$ 2501 despesa, 11/2025
PETROARA - COMERCIO DE COMBUSTIVEIS - EIRELI25.452.255/0001-16comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2018R$ 800R$ 3982 despesas, 04/2024 a 04/2026
PETROTRUCK COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA03.302.675/0001-83comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2026R$ 677R$ 2631 despesa, 08/2026
ATRIO HOTEIS S.A.80.732.928/0006-04hoteis e similares2018R$ 661R$ 2.8168 despesas, 12/2024 a 09/2026
VIACAO GARCIA LTDA78.586.674/0001-07transporte rodoviario coletivo de passageiros com itinerario fixo intermunicipal interestadual e int2018, 2022R$ 527R$ 8778 despesas, 03/2023 a 06/2026
POSTO P. S. R. V. LTDA.05.355.190/0001-83comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2026R$ 511R$ 2181 despesa, 06/2026
HOTEL CANTA GALO LTDA03.943.270/0001-24hoteis e similares2018, 2026R$ 459R$ 1.0686 despesas, 11/2025
SIM REDE DE POSTOS LTDA07.473.735/0197-96comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2026R$ 397R$ 2.27810 despesas, 07/2023 a 07/2026
AUTO POSTO JARDIM BANDEIRANTES LTDA77.339.117/0001-29comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2022R$ 357R$ 1801 despesa, 08/2024
P C DE OLIVEIRA NETO CIA LTDA78.344.868/0001-04hoteis e similares2026R$ 330R$ 3702 despesas, 05/2026
GASOL COMERCIO DE DERIVADOS DE PETROLEO LTDA75.047.266/0002-70comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2022R$ 324R$ 2.29820 despesas, 05/2023 a 08/2026
RCM - COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA.08.545.925/0001-20comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2022R$ 293R$ 6693 despesas, 12/2024 a 03/2026

Fonte: TSE, prestação de contas das candidaturas. Doações: só as de pessoas físicas, sem os nomes dos doadores.

Fornecedores em comum com outros parlamentares

Empresas pagas pela cota de poucos parlamentares (até 15 além deste). Ficam de fora companhias aéreas, postos de combustível, energia, telefone e grandes locadoras, que atendem quase todos os gabinetes. Usar o mesmo fornecedor não é irregular: a lista mostra com quem se compartilha cada empresa.

  • RICARDO ANTONIO CALIXTO S/S LTDA

    06.866.790/0001-79 · Locação de automóveis sem condutor

    Diego Garcia: R$ 130.078 em 45 despesas entre 2023 e 2026.

    Também pagam pela cota (2)

  • C. A. GOMES FILHO - COMERCIO E REPRESENTACOES COMERCIAIS LTDA

    26.147.494/0001-25

    Diego Garcia: R$ 20.686 em 17 despesas entre 2023 e 2024.

    Também paga pela cota (1)

  • BENVENHO & CIA LTDA

    00.350.242/0001-05 · Edição integrada à impressão de cadastros, listas e de outros produtos gráficos

    Diego Garcia: R$ 11.380 em 4 despesas em 2024.

    Também paga pela cota (1)

Cota parlamentar em 2026

867 despesas reembolsadas, R$ 488.464 no total.

O que é a cota parlamentar?

A cota parlamentar (o nome oficial é CEAP na Câmara e CEAPS no Senado) não é salário nem dinheiro que o parlamentar guarda. É dinheiro público para despesas do mandato: passagens, aluguel e manutenção do escritório, combustível, hospedagem, divulgação do trabalho.

Funciona como reembolso: o parlamentar paga, apresenta a nota fiscal e a Câmara ou o Senado devolve o valor, até um limite mensal que varia por estado. As notas são públicas, e é por isso que dá para ver em que foi gasto e cruzar com outros dados.

Não é o dinheiro da campanha. O que se gasta para ser eleito vem de outra fonte (fundo eleitoral e doações) e é declarado ao TSE; está na seção "Dinheiro da campanha" deste perfil.

Deputados e senadores não têm cartão corporativo. O cartão corporativo é do Poder Executivo (servidores de ministérios e da Presidência); os gastos do mandato de um parlamentar são todos os desta cota. Os gastos do cartão estão em cartão corporativo do Governo Federal.

Em que foi gasta
Ver os números em tabela
CategoriaValor
PASSAGEM AÉREA - REEMBOLSOR$ 170.666
LOCAÇÃO OU FRETAMENTO DE VEÍCULOS AUTOMOTORESR$ 72.586
MANUTENÇÃO DE ESCRITÓRIO DE APOIO À ATIVIDADE PARLAMENTARR$ 64.206
COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES.R$ 63.834
DIVULGAÇÃO DA ATIVIDADE PARLAMENTAR.R$ 39.531
PASSAGEM AÉREA - SIGEPAR$ 36.180
TELEFONIAR$ 14.707
HOSPEDAGEM ,EXCETO DO PARLAMENTAR NO DISTRITO FEDERAL.R$ 13.793
SERVIÇO DE TÁXI, PEDÁGIO E ESTACIONAMENTOR$ 7.007
SERVIÇO DE SEGURANÇA PRESTADO POR EMPRESA ESPECIALIZADA.R$ 4.344
FORNECIMENTO DE ALIMENTAÇÃO DO PARLAMENTARR$ 1.553
PASSAGENS TERRESTRES, MARÍTIMAS OU FLUVIAISR$ 59
Gasto por mês

⚑ mês com pelo menos um gasto de alerta alto (barra vermelha)

Barras claras (Ago, Set, Out): mês ainda incompleto. As notas podem ser apresentadas até 90 dias depois, por isso o valor ainda vai subir; não é uma queda de gasto.

Ver os números em tabela
MêsValorAlerta alto
JanR$ 32.476—
FevR$ 39.323—
MarR$ 98.768sim
AbrR$ 64.073—
MaiR$ 86.896—
JunR$ 64.898—
JulR$ 34.530—
Ago (parcial)R$ 37.227—
Set (parcial)R$ 16.847—
Out (parcial)R$ 13.427—

Ao longo do mandato

Cota reembolsada por ano
Ver os números em tabela
AnoValor
2023R$ 523.929
2024R$ 515.577
2025R$ 539.287
2026R$ 488.464
Score e presença por ano (0 a 100)
Ver os números em tabela
AnoScorePresença
201943.386.6%
202048.597.1%
202146.693.2%
202238.887.6%
202334.288.7%
202428.785%
202540.589.2%
202640.692.3%

Todas as despesas de 2026

867 despesas em 2026
DataCategoriaFornecedorValorNota

Quem viajou com as passagens da cota em 2026

A Câmara publica o nome do passageiro e o trecho de cada passagem paga pela cota, mas não o motivo da viagem. As regras da Câmara definem quem pode viajar com a cota; os dados não permitem dizer se cada viagem cumpriu essas regras. Comparamos só nomes: quem já saiu do gabinete aparece em “outras pessoas”.

Passageiro não informado
57
R$ 170.666

Bens declarados ao TSE em 2026

TipoDescriçãoValor
OUTROS BENS IMÓVEISAPARTAMENTO COM DUAS VAGAS DE GARAGEM, LOCALIZADO EM LONDRINA/PR, ADQUIRIDO EM CONJUNTO COM A ESPOSA, COM PARTE DO VALOR FINANCIADOR$ 891.067
OUTRAS APLICAÇÕES E INVESTIMENTOSAPLICAÇÕES FINANCEIRAS JUNTO AO BANCO DO BRASIL, INCLUINDO SALDO EM CONTA CORRENTER$ 87.149
Total declaradoR$ 978.215

Candidaturas registradas no TSE

Todas as eleições em que se candidatou com o mesmo CPF, com o resultado e o patrimônio declarado em cada uma.

EleiçãoCargoResultadoPatrimônio declarado
2026Deputado federal, UNIÃO-PRSUPLENTER$ 978.215
2024Prefeito, REPUBLICANOS-LONDRINA/PRR$ 37.746
2022Deputado federal, REPUBLICANOS-PRELEITO POR QPR$ 916.061
2018Deputado federal, PODE-PRELEITO POR QPR$ 124.822

Votos recebidos

Votos nominais válidos contados pelo TSE. A fatia em cada município é a parte dos votos para o mesmo cargo que foi para este candidato.

2026, eleição para deputado federal em PR

Votos
46.072
suplente
Posição
41.º
de 404 candidatos
Dos votos para o cargo
0,8%
em PR
Municípios com votos
374
os 5 maiores deram 30,8%
Onde teve mais votos
MunicípioVotosFatia no município
Londrina6.3642,3%
Siqueira Campos2.11519,3%
Andirá2.07818,8%
Curitiba1.9030,2%
Jacarezinho1.7298,7%
Bandeirantes1.63610,2%
Carlópolis1.08513,6%
Salto do Itararé1.02531,2%
Telêmaco Borba1.0122,8%
Antonina9949,5%

2022, eleição para deputado federal em PR

Votos
65.416
eleito pelo quociente partidário
Posição
29.º
de 600 candidatos
Dos votos para o cargo
1,1%
em PR
Municípios com votos
387
os 5 maiores deram 26%
Onde teve mais votos
MunicípioVotosFatia no município
Londrina4.8801,8%
Curitiba4.6170,5%
Jacarezinho2.64213,1%
Bandeirantes2.58715,5%
Andirá2.27220,3%
Maringá1.7240,8%
São José dos Pinhais1.7081,2%
Foz do Iguaçu1.6161,2%
Siqueira Campos1.33613%
Cascavel1.2800,8%

Fonte: TSE, votação por candidato, município e zona. 2.º turno de 2026: resultado oficial totalizado.

Quanto teve de adiantar por mês

A cota é reembolso: primeiro paga-se a despesa, depois a Câmara devolve. Aqui está o que foi pedido de volta em cada mês, sem as passagens que a Câmara compra diretamente.

O maior mês de 2026 foi mar, com R$ 84.771, 1,8 vezes o salário bruto. 4 meses ficaram acima do salário. Como funciona a cota

  • janR$ 32.476
  • fevR$ 36.007
  • marR$ 84.771
  • abrR$ 64.073
  • maiR$ 80.051
  • junR$ 61.590
  • julR$ 29.900
  • agoR$ 33.143
  • setR$ 16.847
  • outR$ 13.427

salário bruto de R$ 46.366

Salário e estrutura do mandato

Valores de 2026.

Salário
R$ 46.366/mês
R$ 556.394 por ano
Verba de gabinete
R$ 165.806/mês
para até 25 assessores
Auxílio-moradia
R$ 4.253/mês
se não usa apartamento funcional
Assessores
21 de 25
Ver os 21 assessores
NomeCargoNomeação
CARPEGIANI DE OLIVEIRASecretário Parlamentar2026-10-15
MARCOS ANTONIO DE PAULOSecretário Parlamentar2026-10-08
CRISLAINE NAYARA DA CONCEIÇÃO SOUSASecretário Parlamentar2026-09-22
RAFAELA SIMÃO DE CARVALHOSecretário Parlamentar2026-09-21
MARIA RITA DUARTE DE CARVALHOSecretário Parlamentar2026-09-08
GLAUCIA CRISTINA BONORASecretário Parlamentar2026-09-04
PATRICK SANTOS DE ANDRADESecretário Parlamentar2026-08-18
MÁRCIO JUNIOR CARVALHOSecretário Parlamentar2026-08-18
ANDRÉ FRANCOSecretário Parlamentar2026-08-17
FERNANDA GRACIELE SILVA CASTROSecretário Parlamentar2026-07-22
MATEUS GUILHERME DOS SANTOS OLIVEIRASecretário Parlamentar2026-06-01
VIVIANI MENDONÇA ODEBRECHTSecretário Parlamentar2026-02-18
ANTONIO CARLOS DE OLIVEIRASecretário Parlamentar2026-02-18
DUANI FRANCINE REDIVO TIEPPOSecretário Parlamentar2026-02-18
EDINEIA LIMA COÊLHOSecretário Parlamentar2026-02-18
GILSON ALVES DOS SANTOSSecretário Parlamentar2026-02-18
HEVER LINHARESSecretário Parlamentar2026-02-18
MARIANA MENDES TORRESSecretário Parlamentar2026-02-18
ROGÉRIO BUENO ELIASSecretário Parlamentar2026-02-18
PEDRO PAULO TOMINAGACNE15 - ASSISTENTE TÉCNICO DE COMISSÃO ADJUNTO D2025-12-01
FRANCISCO AUGUSTO DA COSTA GARCIACNE09 - ASSISTENTE TÉCNICO DE GABINETE2023-02-24

Comissões

Alertas de patrimônio

  • Patrimônio cresceu mais de 500% (declaração de 2018-2022)

    Patrimônio cresceu 634% entre 2018 e 2022: R$ 124.822 → R$ 916.061

  • Bens declarados de forma genérica (declaração de 2026)

    91% do patrimônio (R$ 891.066) declarado como 'Outros bens' — sem detalhamento

Possíveis conflitos de interesse

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    RICARDO ANTONIO CALIXTO S/S LTDA. R$ 130.078 pagos pela cota em 45 despesas

    Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 23.336 a RICARDO ANTONIO CALIXTO S/S LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 130.078 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 45 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 06.866.790/0001-79. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, despesa de campanha: R$ 192.047 em 27 pagamentos entre 2018 e 2026
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 130.078 em 45 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Marco Brasil (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 56.593 em 14 pagamentos entre 2024 e 2025
    • Luisa Canziani (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 19.979 em 8 pagamentos em 2018
    • Marco Brasil (PP-PR), despesa de campanha: R$ 18.000 em 4 pagamentos em 2026
    • Hermes Parcianello (MDB-PR), despesa de campanha: R$ 9.407 em 1 pagamento em 2018
    • Lenir de Assis (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.309 em 4 pagamentos em 2025

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 23.336 da campanha e R$ 130.078 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 90 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    AUTO POSTO COLETI LTDA. R$ 34.055 pagos pela cota em 48 despesas

    Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 3.920 a AUTO POSTO COLETI LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 34.055 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 48 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 23.883.405/0001-10. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 34.055 em 48 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 12.168 em 23 pagamentos entre 2018 e 2026
    • Beto Preto (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 310 em 1 pagamento em 2026
    • Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 250 em 1 pagamento em 2026

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 3.920 da campanha e R$ 34.055 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 85 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    COMERCIO DE COMBUSTIVEIS CASARIN EIRELI. R$ 13.634 pagos pela cota em 55 despesas

    Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 3.689 a COMERCIO DE COMBUSTIVEIS CASARIN EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 13.634 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 55 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 09.379.278/0002-77. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, despesa de campanha: R$ 17.494 em 28 pagamentos entre 2018 e 2026
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 13.634 em 55 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Marco Brasil (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 4.434 em 12 pagamentos entre 2023 e 2025
    • Filipe Barros (PL-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.733 em 12 pagamentos entre 2023 e 2024
    • Tadeu Veneri (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 484 em 2 pagamentos em 2024
    • Beto Richa (PSDB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 368 em 1 pagamento em 2023
    • Luiz Carlos Hauly (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 301 em 1 pagamento em 2026
    • Felipe Francischini (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 296 em 1 pagamento em 2025

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 3.689 da campanha e R$ 13.634 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 80 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    BENVENHO CIA LTDA. R$ 11.380 pagos pela cota em 4 despesas

    Na campanha de 2022, Diego Garcia pagou R$ 37.900 a BENVENHO CIA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 11.380 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 00.350.242/0001-05. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de cadastros listas e outros produtos graficos (CNAE 58298).

    Quem pagou esta empresa

    • Filipe Barros (PL-PR), despesa de campanha: R$ 495.484 em 36 pagamentos entre 2018 e 2022
    • Luisa Canziani (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 234.525 em 33 pagamentos entre 2018 e 2022
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 198.635 em 9 pagamentos entre 2022 e 2026
    • Beto Richa (PSDB-PR), despesa de campanha: R$ 12.475 em 3 pagamentos em 2022
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 11.380 em 4 pagamentos em 2024
    • Filipe Barros (PL-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 7.120 em 3 pagamentos em 2023

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 37.900 da campanha e R$ 11.380 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 80 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    AUTO POSTO V Y LTDA.. R$ 5.389 pagos pela cota em 24 despesas

    Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 277 a AUTO POSTO V Y LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.389 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 24 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 12.645.178/0001-79. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.389 em 24 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Sergio Moro (PL-PR), cota parlamentar (Senado): R$ 522 em 2 pagamentos em 2025
    • Tadeu Veneri (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 306 em 1 pagamento em 2025
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 277 em 2 pagamentos em 2018
    • Carol Dartora (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 219 em 1 pagamento em 2023
    • Luiz Carlos Hauly (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 100 em 1 pagamento em 2024

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 277 da campanha e R$ 5.389 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 75 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    VALENTE PALACE HOTEL EIRELI. R$ 3.509 pagos pela cota em 6 despesas

    Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 519 a VALENTE PALACE HOTEL EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.509 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 00.685.472/0001-25. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).

    Quem pagou esta empresa

    • Carol Dartora (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 4.532 em 3 pagamentos em 2026
    • Sergio Souza (MDB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.975 em 4 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.509 em 6 pagamentos entre 2023 e 2025
    • Paulo Litro (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.843 em 7 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Beto Preto (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.902 em 4 pagamentos em 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 1.045 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
    • Sergio Souza (MDB-PR), despesa de campanha: R$ 742 em 1 pagamento em 2018
    • Felipe Francischini (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 568 em 2 pagamentos em 2023

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 519 da campanha e R$ 3.509 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 75 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    AUTO POSTO JACARE LTDA. R$ 2.864 pagos pela cota em 11 despesas

    Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 10.402 a AUTO POSTO JACARE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.864 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.048.982/0001-05. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, despesa de campanha: R$ 12.372 em 9 pagamentos entre 2018 e 2026
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.864 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Beto Preto (PSD-PR), despesa de campanha: R$ 1.350 em 3 pagamentos em 2026
    • Beto Preto (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 734 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
    • Carol Dartora (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 217 em 1 pagamento em 2026
    • Luciano Ducci (PSB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 73 em 1 pagamento em 2026

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 10.402 da campanha e R$ 2.864 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 75 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    ORGANIZACAO HOTELEIRA DEMARCHI LTDA. R$ 1.453 pagos pela cota em 10 despesas

    Na campanha de 2022, Diego Garcia pagou R$ 855 a ORGANIZACAO HOTELEIRA DEMARCHI LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.453 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 10 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 16.499.439/0001-40. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.453 em 10 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 1.236 em 5 pagamentos entre 2022 e 2026

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 855 da campanha e R$ 1.453 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 75 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    HOTEL CANTA GALO LTDA. R$ 1.068 pagos pela cota em 6 despesas

    Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 99 a HOTEL CANTA GALO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.068 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.943.270/0001-24. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).

    Quem pagou esta empresa

    • Carol Dartora (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.085 em 3 pagamentos em 2026
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.068 em 6 pagamentos em 2025
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 459 em 2 pagamentos entre 2018 e 2026
    • Santin Roveda (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 315 em 1 pagamento em 2026

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 99 da campanha e R$ 1.068 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 75 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    POSTO CAPELA LTDA. R$ 4.269 pagos pela cota em 43 despesas

    Na campanha de 2022, Diego Garcia pagou R$ 6.749 a POSTO CAPELA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.269 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 43 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 80.778.574/0001-24. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, despesa de campanha: R$ 6.749 em 28 pagamentos em 2022
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.269 em 43 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Toninho Wandscheer (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 275 em 1 pagamento em 2026

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 6.749 da campanha e R$ 4.269 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 70 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    AUTO POSTO FORMIGAO LTDA. R$ 3.757 pagos pela cota em 32 despesas

    Na campanha de 2022, Diego Garcia pagou R$ 1.937 a AUTO POSTO FORMIGAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.757 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 32 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 78.766.797/0001-20. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.757 em 32 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 1.937 em 1 pagamento em 2022
    • Marco Brasil (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.257 em 4 pagamentos em 2024
    • Sergio Souza (MDB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 699 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
    • Luiz Carlos Hauly (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 329 em 2 pagamentos entre 2023 e 2025
    • Padovani (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 287 em 1 pagamento em 2024
    • Lenir de Assis (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 249 em 2 pagamentos em 2025
    • Gleisi Hoffmann (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 241 em 1 pagamento em 2024

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 1.937 da campanha e R$ 3.757 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 70 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    ATRIO HOTEIS S.A.. R$ 2.816 pagos pela cota em 8 despesas

    Na campanha de 2018, Diego Garcia pagou R$ 661 a ATRIO HOTEIS S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.816 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 80.732.928/0006-04. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.816 em 8 pagamentos entre 2024 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 661 em 5 pagamentos em 2018
    • Sergio Moro (PL-PR), cota parlamentar (Senado): R$ 608 em 2 pagamentos em 2025
    • Carlos Chiodini (MDB-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 387 em 1 pagamento em 2026
    • Welter (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 356 em 1 pagamento em 2024

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 661 da campanha e R$ 2.816 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 70 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    GASOL COMERCIO DE DERIVADOS DE PETROLEO LTDA. R$ 2.298 pagos pela cota em 20 despesas

    Na campanha de 2022, Diego Garcia pagou R$ 324 a GASOL COMERCIO DE DERIVADOS DE PETROLEO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.298 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 20 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 75.047.266/0002-70. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.298 em 20 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 324 em 1 pagamento em 2022
    • Itamar Paim (PL-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 280 em 1 pagamento em 2026

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 324 da campanha e R$ 2.298 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 70 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    REFERENCIAL 1 COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA. R$ 1.050 pagos pela cota em 8 despesas

    Na campanha de 2022, Diego Garcia pagou R$ 141 a REFERENCIAL 1 COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.050 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 36.980.800/0001-63. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).

    Quem pagou esta empresa

    • Flávio Arns (PSB-PR), cota parlamentar (Senado): R$ 5.867 em 26 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.050 em 8 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Beto Richa (PSDB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 645 em 3 pagamentos entre 2025 e 2026
    • Carol Dartora (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 349 em 1 pagamento em 2026
    • Gleisi Hoffmann (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 232 em 1 pagamento em 2026
    • Tadeu Veneri (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 222 em 1 pagamento em 2026
    • Lenir de Assis (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 141 em 1 pagamento em 2022

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 141 da campanha e R$ 1.050 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 70 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    32.553.835 JOAO DUARTE RODRIGUES DE CARVALHO. R$ 4.000 pagos pela cota em 4 despesas

    Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Diego Garcia pagou R$ 4.000 a 32.553.835 JOAO DUARTE RODRIGUES DE CARVALHO com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 4.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 32.553.835/0001-65. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 7.000 em 5 pagamentos entre 2025 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 4.000 em 1 pagamento em 2026

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 4.000 da campanha e R$ 4.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 60 de 100

Notícias que citam este deputado

As notícias citam o nome, mas não indicam necessariamente investigação ou culpa: pode ser relator, testemunha, vítima ou apenas mencionado.

Votações em 2026

Votações
110
Sim
67
61%
Não
43
39%
Abstenção
0
Obstrução
0
DataVotaçãoResultadoVoto
14 de out. de 2026Aprovada a Subemenda Substitutiva Global ao Projeto de Lei Complementar nº 186, de 2026, adotada pelo relator da Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, ressalvados os destaques. Sim: 461; Não: 4; Total: 465.AprovadaSim
14 de out. de 2026Rejeitada a Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 281, de 2019, adotada pelo relator da Comissão Especial. Sim: 252; Não: 176; Total: 428.RejeitadaSim
03 de set. de 2026Aprovada a Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 74, de 2026, adotada pelo relator da Comissão de Finanças e Tributação. Sim: 346; Não: 46; Abstenção: 3; Total: 395.AprovadaSim
01 de set. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 320; Não: 67; Abstenção: 1; Total: 388.AprovadaSim
12 de ago. de 2026Aprovado o Substitutivo Reformulado ao Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, adotado pela relatora da Comissão de Minas e Energia, ressalvado o destaque. Sim: 318; Não: 113; Abstenção: 1; Total: 432.AprovadaSim
12 de ago. de 2026Aprovado o Substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 230, de 2025, adotado pela relatora da Comissão de Finanças e Tributação. Sim: 333; Não: 91; Total: 424.AprovadaSim
12 de ago. de 2026Aprovado o Substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 80, de 2026, adotado pelo relator da Comissão de Finanças e Tributação. Sim: 327; Não: 26; Total: 353.AprovadaSim
14 de jul. de 2026Rejeitada a Emenda de Plenário nº 2. Sim: 134; Não: 285; Abstenção: 2; Total: 421.RejeitadaNão
14 de jul. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 276; Não: 139; Abstenção: 1; Total: 416.AprovadaSim
07 de jul. de 2026Aprovado o Substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 41, de 2026, adotado pela relatora da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Sim: 470; Não: 1; Total: 471.AprovadaSim
02 de jul. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 305; Não: 112; Abstenção: 1; Total: 418.AprovadaSim
01 de jul. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 293; Não: 158; Abstenção: 3; Total: 454.AprovadaNão
01 de jul. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 279; Não: 162; Abstenção: 1; Total: 442.AprovadaSim
17 de jun. de 2026Aprovado o Substitutivo ao Projeto de Lei nº 4.133, de 2023, adotado pelo relator da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação. Sim: 308; Não: 129; Abstenção: 1; Total: 438.AprovadaSim
17 de jun. de 2026Rejeitada a Emenda n° 102. Sim: 22; Não: 378; Abstenção: 1; Total: 401.RejeitadaNão
17 de jun. de 2026Rejeitado o Requerimento. Sim: 117; Não: 250; Total: 367.RejeitadaSim
17 de jun. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 273; Não: 160; Abstenção: 4; Total: 437.AprovadaSim
17 de jun. de 2026Mantido o texto. Sim: 285; Não: 106; Abstenção: 1; Total: 392.—Sim
16 de jun. de 2026Aprovada a Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 337, de 2017, adotada pelo relator da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Sim: 417; Não: 19; Total: 436.AprovadaSim
03 de jun. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 311; Não: 135; Abstenção: 2; Total: 448.AprovadaSim

Fontes: Câmara dos Deputados (cota, presença, votações, assessores), TSE (bens e candidaturas), Receita Federal (sócios de empresas) e Portal da Transparência (emendas). Como calculamos.