Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem com os do político, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO HORTO FLORESTAL LTDA. R$ 115.692 pagos pela cota em 45 despesas
Na campanha de 2018, Luiz Nishimori pagou R$ 13.887 a POSTO HORTO FLORESTAL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 115.692 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 45 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.953.325/0001-38. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 115.692 em 45 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 18.607 em 5 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 13.887 da campanha e R$ 115.692 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
S. POMMER PRODUCOES DE PROGRAMAS. R$ 93.300 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2022, Luiz Nishimori pagou R$ 8.000 a S. POMMER PRODUCOES DE PROGRAMAS com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 93.300 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 24.952.407/0001-87. Atividade registrada: atividades de producao cinematografica de videos e de programas de televisao (CNAE 59111).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 93.300 em 8 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 8.000 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 8.000 da campanha e R$ 93.300 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
RAFAEL ALVES SANTANA GALANI. R$ 72.000 pagos pela cota em 17 despesas
Na campanha de 2018, Luiz Nishimori pagou R$ 28.500 a RAFAEL ALVES SANTANA GALANI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 72.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 17 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 13.504.530/0001-19. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 75.000 em 18 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 28.500 em 2 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 28.500 da campanha e R$ 72.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GRAFICA E EDITORA ALMEIDA LTDA. R$ 67.680 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Luiz Nishimori pagou R$ 194.036 a GRAFICA E EDITORA ALMEIDA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 67.680 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.969.302/0001-60. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 194.036 em 82 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 67.680 em 2 pagamentos em 2023
- Oriovisto Guimarães (PSDB-PR), despesa de campanha: R$ 1.550 em 1 pagamento em 2018
- Hermes Parcianello (MDB-PR), despesa de campanha: R$ 990 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 194.036 da campanha e R$ 67.680 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DIA A DIA EDITORA E PROPAGANDA LTDA. R$ 26.500 pagos pela cota em 9 despesas
Na campanha de 2022, Luiz Nishimori pagou R$ 9.250 a DIA A DIA EDITORA E PROPAGANDA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 26.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 31.722.654/0001-52. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 26.500 em 9 pagamentos entre 2024 e 2026
- Sargento Fahur (PL-PR), despesa de campanha: R$ 26.256 em 3 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 19.240 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
- Zeca Dirceu (PT-PR), despesa de campanha: R$ 1.980 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 9.250 da campanha e R$ 26.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JORNAL O PIONEIRO LTDA.. R$ 16.000 pagos pela cota em 32 despesas
Na campanha de 2018, Luiz Nishimori pagou R$ 600 a JORNAL O PIONEIRO LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 16.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 32 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 09.377.800/0001-09. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 16.000 em 32 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.740 em 4 pagamentos entre 2018 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 600 da campanha e R$ 16.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
L C MONTEIRO - JORNAL REGIONAL. R$ 9.212 pagos pela cota em 23 despesas
Na campanha de 2018, Luiz Nishimori pagou R$ 600 a L C MONTEIRO - JORNAL REGIONAL com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.212 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 23 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.131.692/0001-32. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- Tião Medeiros (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 18.500 em 37 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.212 em 23 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.600 em 4 pagamentos entre 2018 e 2022
- Toninho Wandscheer (PP-PR), despesa de campanha: R$ 500 em 1 pagamento em 2022
- Tião Medeiros (PP-PR), despesa de campanha: R$ 500 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 600 da campanha e R$ 9.212 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TAKUSHI MAEDA - NIPPO PARANA. R$ 6.500 pagos pela cota em 10 despesas
Na campanha de 2018, Luiz Nishimori pagou R$ 250 a TAKUSHI MAEDA - NIPPO PARANA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 6.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 10 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 22.536.060/0001-66. Atividade registrada: impressao de jornais livros revistas e outras publicacoes periodicas (CNAE 18113).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 6.500 em 10 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.050 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 250 da campanha e R$ 6.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CATEDRAL EDITORA, COMUNICACAO, PROPAGANDA E PESQUISAS LTDA. R$ 5.000 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Luiz Nishimori pagou R$ 4.500 a CATEDRAL EDITORA, COMUNICACAO, PROPAGANDA E PESQUISAS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 34.263.987/0001-59. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- Sargento Fahur (PL-PR), despesa de campanha: R$ 6.900 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.000 em 3 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 4.500 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 4.500 da campanha e R$ 5.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
D R EVANGELISTA - INFORMATICA. R$ 855 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Luiz Nishimori pagou R$ 760 a D R EVANGELISTA - INFORMATICA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 855 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.044.807/0001-75. Atividade registrada: comercio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informatica (CNAE 47512).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 855 em 1 pagamento em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 760 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 760 da campanha e R$ 855 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
L. L. F. ADMINISTRADORA DE BENS LTDA, sócio LUIZ HILOSHI NISHIMORI
LUIZ HILOSHI NISHIMORI aparece como sócio(a) pessoa física de L. L. F. ADMINISTRADORA DE BENS LTDA (CNPJ 50.622.185/0001-44), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Luiz Nishimori (camara), nome legal comparado: LUIZ HILOSHI NISHIMORI. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: HILOSHI, LUIZ, NISHIMORI.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
NISHIMORI ADMINISTRADORA DE BENS PROPRIOS LTDA, sócio LUIZ HILOSHI NISHIMORI
LUIZ HILOSHI NISHIMORI aparece como sócio(a) pessoa física de NISHIMORI ADMINISTRADORA DE BENS PROPRIOS LTDA (CNPJ 74.054.966/0001-48), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Luiz Nishimori (camara), nome legal comparado: LUIZ HILOSHI NISHIMORI. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: HILOSHI, LUIZ, NISHIMORI.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100