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Política BR
Foto de Luiz Nishimori

Luiz Nishimori

Deputado(a) federal, PSD-PR, 77 anos, nasceu em Marialva

Superior

[email protected]

Ficha Limpa

46

score 2026
392º de 559 com score completo em 2026

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8 situações de alta severidade pedem atenção

Considera a cota parlamentar de 2026, o patrimônio declarado e os conflitos de interesse.

Em 2026

Score
45,5
392º de 559 com score completo em 2026
Presença
91,0%
71 de 78 sessões deliberativas do plenário; média 91,6%
Proposições
8
projetos de lei, PEC e afins, sem requerimentos; média 15,8
Cota parlamentar
R$ 368.421
acima da média
Patrimônio declarado
R$ 2.563.295
TSE 2026
Emendas
R$ 36.206.368
valor empenhado
Gastos com alerta
5
5 alertas
Secretários parlamentares
22 de 25
limite da Câmara
Cargos de natureza especial
2
fora do limite de secretários

Para onde foram as emendas deste deputado — quem recebeu cada pagamento e o que contratou depois.

Comparado com a média da Câmara

Presença91,0%média 91,6%
Proposições8média 16
Cota reembolsadaR$ 368.421média R$ 320.868

O traço escuro marca a média da Câmara. Em vermelho, quando o resultado é pior que a média.

Gastos que pedem explicação

5 gastos da cota com alerta em 2026 (gravidade alta ou média, os mesmos da página de alertas; um gasto pode ter mais de um alerta: são 5 alertas). Um alerta é um indício para verificar, não uma acusação.

O que chamou a atençãoSeveridadeFornecedorValorDataNota
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES." (z=11.0σ)MédiaPOSTO HORTO FLORESTAL LTDAR$ 7.2192026-05-12Ver nota
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "PASSAGEM AÉREA - SIGEPA" (z=5.1σ)MédiaLATAM Airlines BrasilR$ 6.4832026-07-07Bilhete emitido pela própria Câmara (SIGEPA): não há nota fiscal; o valor é o da passagem.
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES." (z=6.5σ)MédiaPOSTO HORTO FLORESTAL LTDAR$ 4.4192026-03-10Ver nota
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES." (z=6.4σ)MédiaPOSTO HORTO FLORESTAL LTDAR$ 4.3622026-04-22Ver nota
Valor muito acima do habitualValor estatisticamente atípico para "COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES." (z=3.1σ)MédiaPOSTO HORTO FLORESTAL LTDAR$ 2.2912026-04-08Ver nota
Sinais leves: 81 gastos, que não contam como alerta

Critérios fracos sozinhos (fim de semana, valor redondo, fornecedor frequente): ficam aqui para quem quiser conferir, mas não entram na contagem de alertas, no radar nem no score.

O que chamou a atençãoSeveridadeFornecedorValorDataNota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 15.000,00BAIXAPGM TV VIDEO PRODUÇÕES.R$ 15.0002026-06-02Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 10.000,00BAIXAPGM TV VIDEO PRODUÇÕES.R$ 10.0002026-05-06Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 8.500,00BAIXAPGM TV VIDEO PRODUÇÕES.R$ 8.5002026-03-20Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-02-15 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAOPÇÃO IMÓVEIS.R$ 5.0272026-02-15Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-03-15 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAOPÇÃO IMÓVEIS.R$ 5.0272026-03-15Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 5.000,00BAIXADIA A DIA EDITORA E PROPAGANDA LTDA.R$ 5.0002026-05-15Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-02-28 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAPANTANAL VEÍCULOS LTDAR$ 4.9002026-02-28Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-08-15 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAALMEIDA MIYASAKI & CIA LTDAR$ 4.8042026-08-15Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 4.500,00BAIXARESULT PESQUISAS DE MERCADO E OPINIÃO PUBLICA EIRELI.R$ 4.5002026-01-08Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 4.500,00BAIXARESULT PESQUISAS DE MERCADO E OPINIÃO PUBLICA EIRELI.R$ 4.5002026-02-05Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 4.500,00BAIXARESULT PESQUISAS DE MERCADO E OPINIÃO PUBLICA EIRELI.R$ 4.5002026-03-02Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 4.500,00BAIXARESULT PESQUISAS DE MERCADO E OPINIÃO PUBLICA EIRELI.R$ 4.5002026-04-16Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 4.500,00BAIXARESULT PESQUISAS DE MERCADO E OPINIÃO PUBLICA EIRELI.R$ 4.5002026-05-12Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 4.500,00BAIXARESULT PESQUISAS DE MERCADO E OPINIÃO PUBLICA EIRELI.R$ 4.5002026-06-03Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 4.000,00BAIXAMAKAV LTDA.R$ 4.0002026-04-07Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 4.000,00BAIXAMAKAV LTDA.R$ 4.0002026-04-30Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 4.000,00BAIXAANDREONI CAMARGO MARKETING POLITICO LTDAR$ 4.0002026-05-21Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 3.000,00BAIXANILCINEA TIRONI CORREA.R$ 3.0002026-02-04Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 3.000,00BAIXANILCINEA TIRONI CORREA.R$ 3.0002026-03-04Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 3.000,00BAIXAJ.S PRESTADORA DE SERVIÇOS ARTISTICOSR$ 3.0002026-04-02Ver nota

Dinheiro da campanha

O que cada candidatura gastou para se eleger, declarado ao TSE. É outro dinheiro, não a cota parlamentar.

Campanha e cota: qual a diferença?

São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

Campanha de 2026
R$ 451.512
42 fornecedores; R$ 294.164 do próprio candidato
Campanha de 2022
R$ 3.112.873
959 fornecedores; R$ 1.401.858 doados por 32 pessoas
Campanha de 2018
R$ 2.250.230
1.127 fornecedores; R$ 430.000 doados por 10 pessoas
Maiores fornecedores das campanhas; 13 também receberam da cota parlamentar
FornecedorEleiçãoPago pela campanhaPago pela cota
GRAFICA E EDITORA ALMEIDA LTDA03.969.302/0001-60impressao de materiais para outros usos2022R$ 194.036R$ 67.6802 despesas, 07/2023 a 12/2023
J. A. INDUSTRIA DE EMBALAGENS LTDA41.998.900/0001-57fabricacao de embalagens de papel2026R$ 140.360R$ 33.9001 despesa, 12/2024
RAFAEL ALVES SANTANA GALANI13.504.530/0001-19impressao de materiais para outros usos2018R$ 28.500R$ 75.00018 despesas, 01/2023 a 11/2024
DIA A DIA EDITORA E PROPAGANDA LTDA31.722.654/0001-52atividades de publicidade nao especificadas anteriormente2022, 2026R$ 19.240R$ 26.5009 despesas, 05/2024 a 05/2026
POSTO HORTO FLORESTAL LTDA07.953.325/0001-38comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2018, 2022R$ 18.607R$ 115.69245 despesas, 02/2023 a 05/2026
S. POMMER PRODUCOES DE PROGRAMAS24.952.407/0001-87atividades de producao cinematografica de videos e de programas de televisao2022R$ 8.000R$ 93.3008 despesas, 07/2023 a 05/2026
CATEDRAL EDITORA, COMUNICACAO, PROPAGANDA E PESQUISAS LTDA34.263.987/0001-59edicao integrada a impressao de jornais2022R$ 4.500R$ 5.0003 despesas, 05/2024 a 04/2026
JORNAL O PIONEIRO LTDA.09.377.800/0001-09edicao de jornais2018, 2022, 2026R$ 2.740R$ 16.00032 despesas, 01/2023 a 05/2026
L C MONTEIRO - JORNAL REGIONAL02.131.692/0001-32edicao de jornais2018, 2022R$ 1.600R$ 9.21223 despesas, 02/2023 a 05/2026
COPEL DISTRIBUICAO S.A.04.368.898/0001-06distribuicao de energia eletrica2018R$ 1.075R$ 12.81621 despesas, 01/2023 a 06/2026
TAKUSHI MAEDA - NIPPO PARANA22.536.060/0001-66impressao de jornais livros revistas e outras publicacoes periodicas2018, 2022R$ 1.050R$ 6.50010 despesas, 05/2023 a 04/2026
D R EVANGELISTA - INFORMATICA07.044.807/0001-75comercio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informatica2018R$ 760R$ 8551 despesa, 08/2023
COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANA SANEPAR76.484.013/0001-45captacao tratamento e distribuicao de agua2018R$ 531R$ 9.15926 despesas, 01/2023 a 06/2026
PERFECT GRAFICA E EDITORA LTDA17.116.254/0001-72impressao de materiais para outros usos2018R$ 148.176—
BANDEPAR BANDEIRAS LTDA68.363.804/0001-99fabricacao de outros produtos texteis nao especificados anteriormente2026R$ 84.925—
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.13.347.016/0001-17agenciamento de espacos para publicidade, exceto em veiculos de comunicacao2026R$ 60.000—
TRANSPORTE SILVA LTDA41.281.414/0001-13transporte rodoviario coletivo de passageiros, com itinerario fixo, municipal e em regiao metropolit2026R$ 60.000—
M.A. EUFRAZIO - COMUNICACAO VISUAL25.198.245/0001-04fabricacao de produtos diversos nao especificados anteriormente2018, 2022R$ 59.138—
ADYEN DO BRASIL INSTITUICAO DE PAGAMENTO LTDA.14.796.606/0001-90atividades de servicos prestados principalmente as empresas nao especificadas anteriormente2018, 2022R$ 51.500—
T S CONTABILIDADE LTDA06.990.781/0001-95atividades de contabilidade, consultoria e auditoria contabil e tributaria2018, 2022, 2026R$ 37.000—
C M SOLUCOES TECNOLOGICAS LTDA17.935.869/0001-20fabricacao de artefatos de material plastico nao especificados anteriormente2018R$ 24.000—
INFPREV ASSESSORIA ADMINISTRATIVA PREVIDENCIARIA LTDA43.749.047/0001-65servicos combinados de escritorio e apoio administrativo2022R$ 24.000—

Fonte: TSE, prestação de contas das candidaturas. Doações: só as de pessoas físicas, sem os nomes dos doadores.

Fornecedores em comum com outros parlamentares

Empresas pagas pela cota de poucos parlamentares (até 15 além deste). Ficam de fora companhias aéreas, postos de combustível, energia, telefone e grandes locadoras, que atendem quase todos os gabinetes. Usar o mesmo fornecedor não é irregular: a lista mostra com quem se compartilha cada empresa.

  • ANDREONI CAMARGO MARKETING POLITICO LTDA

    46.076.609/0001-45 · Agenciamento de espaços para publicidade, exceto em veículos de comunicação

    Luiz Nishimori: R$ 88.667 em 12 despesas entre 2024 e 2026.

    Também pagam pela cota (4)

  • OUT-MAR PAINEIS E CARTAZES LTDA

    76.721.018/0001-44 · Agenciamento de espaços para publicidade, exceto em veículos de comunicação

    Luiz Nishimori: R$ 20.600 em 2 despesas em 2025.

    Também pagam pela cota (4)

  • RONALDO ALVES SENES

    27.188.083/0001-40 · Edição de jornais diários

    Luiz Nishimori: R$ 15.000 em 18 despesas entre 2023 e 2026.

    Também paga pela cota (1)

Ficha de fatos

O que os dados públicos mostram sobre este deputado, com a fonte de cada fato e a lei que o trataria em tese, isto é, se ficasse provado. Nenhum destes fatos é crime por si: quem decide é a Justiça. O que é crime de um político

  1. Inq 3850 no STF: aparece como investigado

    Inquérito, fora de tramitação (arquivado, baixado ou decidido). Assunto: DIREITO PROCESSUAL PENAL | Investigação Penal | Quebra do Sigilo Fiscal; DIREITO PROCESSUAL PENAL | Investigação Penal | Quebra do Sigilo Bancário; DIREITO PENAL | Crimes contra a Paz Pública | Quadrilha ou Bando. Relator: MIN. ALEXANDRE DE MORAES. Último andamento: Remessa externa dos autos (29/06/2018).

    Quando
    autuado em 23/04/2014; último andamento em 29/06/2018
    Fonte
    Supremo Tribunal Federal · ver neste perfil
    O que falta
    Investigação não é acusação e acusação não é condenação: ninguém é culpado antes da decisão final (Constituição, art. 5º, LVII). O nome no STF é igual ao nome civil completo; o STF não publica CPF. Confiança da correspondência: média (o STF tem 2 cadastros diferentes com este nome (homônimos ou cadastro repetido)).
  2. Inq 3758 no STF: aparece como investigado

    Inquérito, fora de tramitação (arquivado, baixado ou decidido). Assunto: DIREITO PROCESSUAL PENAL | Investigação Penal. Relator: MIN. TEORI ZAVASCKI. Último andamento: Baixa ao arquivo do STF (18/08/2014).

    Quando
    autuado em 23/08/2013; último andamento em 18/08/2014
    Fonte
    Supremo Tribunal Federal · ver neste perfil
    O que falta
    Investigação não é acusação e acusação não é condenação: ninguém é culpado antes da decisão final (Constituição, art. 5º, LVII). O nome no STF é igual ao nome civil completo; o STF não publica CPF. Confiança da correspondência: média (o STF tem 2 cadastros diferentes com este nome (homônimos ou cadastro repetido)).
  3. 5 despesas da cota com alerta em 2026

    Sinais mais frequentes: valor acima do habitual (5).

    Quando
    despesas de 2026
    Fonte
    Câmara dos Deputados · ver neste perfil
    Em tese, a lei
    Peculato (Código Penal, art. 312); Falsidade ideológica (Código Penal, art. 299)
    O que falta
    Um alerta é uma pergunta, não um crime. Em tese, só seria crime se o serviço não foi prestado ou a nota for falsa: falta comprovar isso no documento fiscal, no fornecedor e na entrega.
  4. 10 fornecedores pagos pela cota e também pela campanha

    R$ 412.739 da cota parlamentar (dinheiro público) para empresas que também trabalharam na campanha eleitoral.

    Quando
    pagamentos da cota e cadastro da Receita na última atualização
    Fonte
    Câmara/Senado e prestação de contas ao TSE · ver neste perfil
    Em tese, a lei
    Emprego irregular de verbas públicas (Código Penal, art. 315); Improbidade administrativa (Lei 8.429/1992)
    O que falta
    Em tese, só se a cota pagou serviço de campanha (o que é proibido). Falta o que foi entregue em cada contrato.

Processos no Supremo Tribunal Federal

5 processos públicos em que aparece o nome civil completo (LUIZ HILOSHI NISHIMORI), 0 em tramitação. O STF não publica CPF: é o nome igual, não a certeza de que é a mesma pessoa. Processos sigilosos não aparecem. Ser parte de um processo não é culpa: muitos foram abertos pelo próprio político.

certeza da identificação média. O STF tem 2 cadastros diferentes com este nome (homônimos ou cadastro repetido).

ProcessoPapelAssuntoSituação
Pet 7674desde 06 de jun. de 2018autor do pedidoRecursoJurisdição e CompetênciaRelator: ministro(a) Alexandre De Moraesfora de tramitaçãoBaixa ao arquivo do STF (11 de abr. de 2019)
Inq 4268desde 16 de jun. de 2016parteEstelionato MajoradoFalsidade ideológicaRelator: ministro(a) Gilmar Mendesfora de tramitaçãoBaixa definitiva dos autos (02 de dez. de 2016)
Inq 3850desde 23 de abr. de 2014investigadoQuebra do Sigilo FiscalQuebra do Sigilo BancárioQuadrilha ou BandoRelator: ministro(a) Alexandre De Moraesfora de tramitaçãoRemessa externa dos autos (29 de jun. de 2018)
Inq 3758desde 23 de ago. de 2013investigadoInvestigação PenalRelator: ministro(a) Teori Zavasckifora de tramitaçãoBaixa ao arquivo do STF (18 de ago. de 2014)
RE 484194desde 03 de ago. de 2006requerido ou parte contráriaContribuição SindicalCompetênciaRelator: ministro(a) Ellen Graciefora de tramitaçãoBaixa definitiva dos autos (06 de jan. de 2010)

Cota parlamentar em 2026

249 despesas reembolsadas, R$ 368.421 no total. Cada linha das tabelas está arredondada ao real: somar as categorias pode dar R$ 1 a mais ou a menos que o total, que é calculado com centavos.

O que é a cota parlamentar?

A cota parlamentar (o nome oficial é CEAP na Câmara e CEAPS no Senado) não é salário nem dinheiro que o parlamentar guarda. É dinheiro público para despesas do mandato: passagens, aluguel e manutenção do escritório, combustível, hospedagem, divulgação do trabalho.

Funciona como reembolso: o parlamentar paga, apresenta a nota fiscal e a Câmara ou o Senado devolve o valor, até um limite mensal que varia por estado. As notas são públicas, e é por isso que dá para ver em que foi gasto e cruzar com outros dados.

Não é o dinheiro da campanha. O que se gasta para ser eleito vem de outra fonte (fundo eleitoral e doações) e é declarado ao TSE; está na seção "Dinheiro da campanha" deste perfil.

Deputados e senadores não têm cartão corporativo. O cartão corporativo é do Poder Executivo (servidores de ministérios e da Presidência); os gastos do mandato de um parlamentar são todos os desta cota. Os gastos do cartão estão em cartão corporativo do Governo Federal.

Em que foi gasta
Ver os números em tabela
CategoriaValor
DIVULGAÇÃO DA ATIVIDADE PARLAMENTAR.R$ 193.567
PASSAGEM AÉREA - SIGEPAR$ 67.716
LOCAÇÃO OU FRETAMENTO DE VEÍCULOS AUTOMOTORESR$ 44.100
MANUTENÇÃO DE ESCRITÓRIO DE APOIO À ATIVIDADE PARLAMENTARR$ 43.033
COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES.R$ 18.291
TELEFONIAR$ 1.714
Gasto por mês

Barras claras (Ago, Set): mês ainda incompleto. As notas podem ser apresentadas até 90 dias depois, por isso o valor ainda vai subir; não é uma queda de gasto.

Ver os números em tabela
MêsValorAlerta alto
JanR$ 27.863—
FevR$ 53.702—
MarR$ 55.330—
AbrR$ 77.178—
MaiR$ 83.765—
JunR$ 23.125—
JulR$ 25.765—
Ago (parcial)R$ 15.129—
Set (parcial)R$ 6.564—

Ao longo do mandato

Cota reembolsada por ano
Ver os números em tabela
AnoValor
2023R$ 524.099
2024R$ 518.845
2025R$ 549.092
2026R$ 368.421
Score e presença por ano (0 a 100)
Ver os números em tabela
AnoScorePresença
201939.371.1%
202048.894.8%
202146.890.1%
202234.566.1%
202338.178.2%
202441.380.7%
202536.273.6%
202645.591%

Todas as despesas de 2026

249 despesas em 2026
DataCategoriaFornecedorValorNota

Passagens aéreas e itinerários em 2025

O arquivo da Câmara ainda não traz passagens deste deputado em 2026 (o ano é publicado aos poucos): mostramos 2025, o último com dados. A Câmara publica o nome do passageiro e o trecho de cada passagem paga pela cota, mas não o motivo da viagem. As regras da Câmara definem quem pode viajar com a cota; os dados não permitem dizer se cada viagem cumpriu essas regras. Comparamos só nomes: quem já saiu do gabinete aparece em “outras pessoas”. Para essas, mostramos se o nome é igual ao de um servidor da Câmara, de um candidato do mesmo estado ou de outro parlamentar, ou se tem o sobrenome do deputado: é só igualdade de nomes, sem CPF, e não diz que é a mesma pessoa nem que é parente. Como analisamos

Em nome do próprio deputado
87
R$ 55.969

Itinerários fora da rota habitual

Dos 71 bilhetes com valor pago em nome do próprio deputado (os de valor zero, reembolsados ou cancelados, ficam de fora), todos passam por Brasília, pelo estado dele ou por um vizinho, ou são ida ao Mercosul. Como analisamos

Bens declarados ao TSE em 2026

TipoDescriçãoValor
OUTROS BENS E DIREITOSRECURSOS PRÓPRIOSR$ 635.200
APARTAMENTOAPARTAMENTO 3002 B NO 30 ANDAR COND MID HOME INT DO CONDOMINIO MID CURITIBA NA AV. VISC. DE GUARAPUAVA, 2764 COM A LOURENCO PINTO 290 COM AREA 69,32 AREA TOTAL 105,58M2R$ 586.692
APLICAÇÃO DE RENDA FIXA (CDB, RDB E OUTROS)33,34% CAPITAL SOCIAL DA EMPRESA L. L. F. ADMINISTRADORA DE BENS LTDA.R$ 450.000
APLICAÇÃO DE RENDA FIXA (CDB, RDB E OUTROS)BB RENDA FIXA REFERENCIADO DI PLUS AGIL FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FIF RESP LIMITADA INFORMADO POR CNPJ 30.822.936/0001-69R$ 160.535
OUTROS BENS MÓVEISLISIA EMI NISHIMORI CPF 005.815.239-38R$ 150.000
OUTRAS PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIASCONTA CAPITAL COAMOR$ 127.000
APLICAÇÃO DE RENDA FIXA (CDB, RDB E OUTROS)CAIXA FACIL FIC DE CLASSE DE FIF RENDA FIXA SIMPLES RESPONSABILIDADE LIMITADA - INFORMADO POR CNPJ 00.360.305/0001-04R$ 116.337
OUTRAS PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIASCOCARI CAPITALR$ 94.568
APLICAÇÃO DE RENDA FIXA (CDB, RDB E OUTROS)CAIXA GIRO IMEDIATO FIC DE CLASSE DE FIF RENDA FIXA REFERENCIADO DI LONGO PRAZO - RESP LIMITADA INFORMADO POR CNPJ 00.360.305/0001-04R$ 90.428
VEÍCULO AUTOMOTOR TERRESTRE: CAMINHÃO, AUTOMÓVEL, MOTO, ETC.VEICULO TOYOTA COROLLA MODELO XEI 2.0 FLEX NA COR CINZA. ANO 2016/2017R$ 80.470
Total declaradoR$ 2.563.295

Candidaturas registradas no TSE

Todas as eleições em que se candidatou com o mesmo CPF, com o resultado e o patrimônio declarado em cada uma.

EleiçãoCargoResultadoPatrimônio declarado
2026Deputado federal, PSD-PRSUPLENTER$ 2.563.295
2022Deputado federal, PSD-PRELEITO POR MÉDIAR$ 1.617.914
2018Deputado federal, PL-PRELEITO POR MÉDIAR$ 981.949

Votos recebidos

Votos nominais válidos contados pelo TSE. Em eleição para prefeito ou vereador, a posição e a porcentagem são no município. A fatia em cada município é a parte dos votos para o mesmo cargo que foi para este candidato.

2026, eleição para deputado federal em PR

Votos
63.347
suplente
Posição
29º
de 404 candidatos
Dos votos para o cargo
1%
em PR
Municípios com votos
348
os 5 maiores deram 27%
Onde teve mais votos
MunicípioVotosFatia no município
Maringá7.0013,3%
Manoel Ribas3.85446,1%
Paiçandu2.67313,3%
Floresta1.87232,4%
Marialva1.7098,2%
Cianorte1.6404%
Curitiba1.3710,10%
Astorga1.1137,9%
Sarandi1.1042,4%
Borrazópolis1.08522,9%

2022, eleição para deputado federal em PR

Votos
73.202
eleito pela média (sobras)
Posição
26º
de 600 candidatos
Dos votos para o cargo
1,3%
em PR
Municípios com votos
339
os 5 maiores deram 21,1%
Onde teve mais votos
MunicípioVotosFatia no município
Maringá7.1773,5%
Paiçandu2.25412,2%
Curitiba2.0570,20%
Santa Fé2.05431,9%
Jaguapitã1.88226,6%
Astorga1.86413,3%
Manoel Ribas1.83423%
Floresta1.79734%
Marialva1.5827,8%
Cianorte1.4573,7%

2018, eleição para deputado federal em PR

Votos
73.344
eleito pela média (sobras)
Posição
25º
de 415 candidatos
Dos votos para o cargo
1,4%
em PR
Municípios com votos
387
os 5 maiores deram 26,8%
Onde teve mais votos
MunicípioVotosFatia no município
Maringá11.7256,3%
Marialva2.19712,2%
Curitiba2.1430,20%
Sarandi1.9425%
Arapongas1.6543,2%
Engenheiro Beltrão1.55722,4%
Londrina1.4310,60%
Santa Fé1.40122,7%
Mandaguari1.3958,3%
Paranaguá1.3321,9%

Fonte: TSE, votação por candidato, município e zona. 2º turno de 2026: resultado oficial totalizado.

Quanto teve de adiantar por mês

A cota é reembolso: primeiro paga-se a despesa, depois a Câmara devolve. Aqui está o que foi pedido de volta em cada mês, sem as passagens que a Câmara compra diretamente.

O maior mês de 2026 foi mai, com R$ 72.675, 1,6 vezes o salário bruto. 3 meses ficaram acima do salário. Como funciona a cota

  • janR$ 25.888
  • fevR$ 49.293
  • marR$ 41.529
  • abrR$ 70.648
  • maiR$ 72.675
  • junR$ 15.899
  • julR$ 9.937
  • agoR$ 9.937
  • setR$ 4.900

salário bruto de R$ 46.366

Salário e estrutura do mandato

Valores de 2026.

Salário
R$ 46.366/mês
R$ 556.394 por ano
Verba de gabinete
R$ 165.806/mês
para até 25 secretários parlamentares
Auxílio-moradia
R$ 4.253/mês
valor para quem não usa imóvel funcional; se este deputado o recebe, está no perfil oficial da Câmara (o site ainda não tem esse dado)
Secretários parlamentares
22 de 25
limite da Câmara
Cargos de natureza especial
2
fora do limite de secretários
Ver a equipe: 22 secretários parlamentares e 2 cargos de natureza especial
NomeCargoNomeação
WELLINGTON VASCONCELOS SANTANASecretário Parlamentar2026-10-29
SERGIO PEREIRA JUNIORSecretário Parlamentar2026-10-16
CLAUDINEI ZACARIASSecretário Parlamentar2026-07-24
CESAR WILLIANS HILARIO CUSTODIOSecretário Parlamentar2026-03-05
CLAUDINEI DE OLIVEIRA CABRALSecretário Parlamentar2026-03-05
DAIANE LUZIA SIQUEIRASecretário Parlamentar2026-03-05
DYEGO WELLINGTON FERREIRA SALESSecretário Parlamentar2026-03-05
ÉDER CARLOS RIBEIROSecretário Parlamentar2026-03-05
GILMAR JOSÉ BENKENDORF SILVASecretário Parlamentar2026-03-05
HUGO FERNANDO SOARES SOUNTACHISecretário Parlamentar2026-03-05
VAUDINEI BORGERTSecretário Parlamentar2026-03-05
LAURA HIROKO TAMARUSecretário Parlamentar2026-03-05
LILIAN TIDORI HIRATA UETASecretário Parlamentar2026-03-05
MARIA APARECIDA ARRIAS DE LIMASecretário Parlamentar2026-03-05
MARIA SALETE FRAGOSO BROIOSecretário Parlamentar2026-03-05
MARIO MARQUES ALVESSecretário Parlamentar2026-03-05
MARIO MITUO DOS SANTOS DIASSecretário Parlamentar2026-03-05
MEIRY MIYUKI YAMADASecretário Parlamentar2026-03-05
ROSEMERY APARECIDA LAVAGNOLLI MOLINASecretário Parlamentar2026-03-05
ANDERSON FREIRE GONÇALVESSecretário Parlamentar2026-03-05
CÉLIA HINOSecretário Parlamentar2026-03-05
JOELMA BARBOSA DE SOUZASecretário Parlamentar2026-02-18
NAYARA DE ARAÚJO DANTASCNE13 - ASSISTENTE TÉCNICO DE GABINETE ADJUNTO C2024-03-14
CAROLINA DE ARAUJO PINHO COSTACNE11 - ASSISTENTE TÉCNICO DE GABINETE ADJUNTO B2023-02-09

Comissões

Possíveis conflitos de interesse

Sócio no cadastro nacional: o que muda?

Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem com os do político, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    POSTO HORTO FLORESTAL LTDA. R$ 115.692 pagos pela cota em 45 despesas

    Na campanha de 2018, Luiz Nishimori pagou R$ 13.887 a POSTO HORTO FLORESTAL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 115.692 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 45 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.953.325/0001-38. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 115.692 em 45 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 18.607 em 5 pagamentos entre 2018 e 2022

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 13.887 da campanha e R$ 115.692 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 90 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    S. POMMER PRODUCOES DE PROGRAMAS. R$ 93.300 pagos pela cota em 8 despesas

    Na campanha de 2022, Luiz Nishimori pagou R$ 8.000 a S. POMMER PRODUCOES DE PROGRAMAS com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 93.300 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 24.952.407/0001-87. Atividade registrada: atividades de producao cinematografica de videos e de programas de televisao (CNAE 59111).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 93.300 em 8 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 8.000 em 1 pagamento em 2022

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 8.000 da campanha e R$ 93.300 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 85 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    RAFAEL ALVES SANTANA GALANI. R$ 72.000 pagos pela cota em 17 despesas

    Na campanha de 2018, Luiz Nishimori pagou R$ 28.500 a RAFAEL ALVES SANTANA GALANI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 72.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 17 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 13.504.530/0001-19. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 75.000 em 18 pagamentos entre 2023 e 2024
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 28.500 em 2 pagamentos em 2018

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 28.500 da campanha e R$ 72.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 85 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    GRAFICA E EDITORA ALMEIDA LTDA. R$ 67.680 pagos pela cota em 2 despesas

    Na campanha de 2022, Luiz Nishimori pagou R$ 194.036 a GRAFICA E EDITORA ALMEIDA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 67.680 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.969.302/0001-60. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, despesa de campanha: R$ 194.036 em 82 pagamentos em 2022
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 67.680 em 2 pagamentos em 2023
    • Oriovisto Guimarães (PSDB-PR), despesa de campanha: R$ 1.550 em 1 pagamento em 2018
    • Hermes Parcianello (MDB-PR), despesa de campanha: R$ 990 em 2 pagamentos em 2022

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 194.036 da campanha e R$ 67.680 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 85 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    DIA A DIA EDITORA E PROPAGANDA LTDA. R$ 26.500 pagos pela cota em 9 despesas

    Na campanha de 2022, Luiz Nishimori pagou R$ 9.250 a DIA A DIA EDITORA E PROPAGANDA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 26.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 31.722.654/0001-52. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 26.500 em 9 pagamentos entre 2024 e 2026
    • Sargento Fahur (PL-PR), despesa de campanha: R$ 26.256 em 3 pagamentos entre 2022 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 19.240 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
    • Zeca Dirceu (PT-PR), despesa de campanha: R$ 1.980 em 1 pagamento em 2026

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 9.250 da campanha e R$ 26.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 85 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    JORNAL O PIONEIRO LTDA.. R$ 16.000 pagos pela cota em 32 despesas

    Na campanha de 2018, Luiz Nishimori pagou R$ 600 a JORNAL O PIONEIRO LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 16.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 32 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 09.377.800/0001-09. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 16.000 em 32 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 2.740 em 4 pagamentos entre 2018 e 2026

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 600 da campanha e R$ 16.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 80 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    L C MONTEIRO - JORNAL REGIONAL. R$ 9.212 pagos pela cota em 23 despesas

    Na campanha de 2018, Luiz Nishimori pagou R$ 600 a L C MONTEIRO - JORNAL REGIONAL com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.212 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 23 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.131.692/0001-32. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).

    Quem pagou esta empresa

    • Tião Medeiros (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 18.500 em 37 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.212 em 23 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 1.600 em 4 pagamentos entre 2018 e 2022
    • Toninho Wandscheer (PP-PR), despesa de campanha: R$ 500 em 1 pagamento em 2022
    • Tião Medeiros (PP-PR), despesa de campanha: R$ 500 em 1 pagamento em 2022

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 600 da campanha e R$ 9.212 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 80 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    TAKUSHI MAEDA - NIPPO PARANA. R$ 6.500 pagos pela cota em 10 despesas

    Na campanha de 2018, Luiz Nishimori pagou R$ 250 a TAKUSHI MAEDA - NIPPO PARANA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 6.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 10 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 22.536.060/0001-66. Atividade registrada: impressao de jornais livros revistas e outras publicacoes periodicas (CNAE 18113).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 6.500 em 10 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 1.050 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 250 da campanha e R$ 6.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 80 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    CATEDRAL EDITORA, COMUNICACAO, PROPAGANDA E PESQUISAS LTDA. R$ 5.000 pagos pela cota em 3 despesas

    Na campanha de 2022, Luiz Nishimori pagou R$ 4.500 a CATEDRAL EDITORA, COMUNICACAO, PROPAGANDA E PESQUISAS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 34.263.987/0001-59. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).

    Quem pagou esta empresa

    • Sargento Fahur (PL-PR), despesa de campanha: R$ 6.900 em 1 pagamento em 2022
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 5.000 em 3 pagamentos entre 2024 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 4.500 em 1 pagamento em 2022

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 4.500 da campanha e R$ 5.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 75 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    D R EVANGELISTA - INFORMATICA. R$ 855 pagos pela cota em 1 despesa

    Na campanha de 2018, Luiz Nishimori pagou R$ 760 a D R EVANGELISTA - INFORMATICA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 855 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.044.807/0001-75. Atividade registrada: comercio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informatica (CNAE 47512).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 855 em 1 pagamento em 2023
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 760 em 1 pagamento em 2018

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 760 da campanha e R$ 855 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 45 de 100

  • Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais

    L. L. F. ADMINISTRADORA DE BENS LTDA, sócio LUIZ HILOSHI NISHIMORI

    LUIZ HILOSHI NISHIMORI aparece como sócio(a) pessoa física de L. L. F. ADMINISTRADORA DE BENS LTDA (CNPJ 50.622.185/0001-44), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Luiz Nishimori (camara), nome legal comparado: LUIZ HILOSHI NISHIMORI. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: HILOSHI, LUIZ, NISHIMORI.

    Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.

    índice de semelhança 98 de 100

  • Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais

    NISHIMORI ADMINISTRADORA DE BENS PROPRIOS LTDA, sócio LUIZ HILOSHI NISHIMORI

    LUIZ HILOSHI NISHIMORI aparece como sócio(a) pessoa física de NISHIMORI ADMINISTRADORA DE BENS PROPRIOS LTDA (CNPJ 74.054.966/0001-48), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Luiz Nishimori (camara), nome legal comparado: LUIZ HILOSHI NISHIMORI. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: HILOSHI, LUIZ, NISHIMORI.

    Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.

    índice de semelhança 98 de 100

Votações em 2026

Votou em
89
de 126 votações nominais do plenário
Sim
64
72%
Não
24
27%
Abstenção
0
Obstrução
0
Votação secreta
1
votou, mas o voto de cada um não é público
DataVotaçãoResultadoVoto
14 de out. de 2026Aprovada a Subemenda Substitutiva Global ao Projeto de Lei Complementar nº 186, de 2026, adotada pelo relator da Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, ressalvados os destaques. Sim: 461; Não: 4; Total: 465.AprovadaSim
14 de out. de 2026Rejeitada a Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 281, de 2019, adotada pelo relator da Comissão Especial. Sim: 252; Não: 176; Total: 428.RejeitadaSim
03 de set. de 2026Aprovada a Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 74, de 2026, adotada pelo relator da Comissão de Finanças e Tributação. Sim: 346; Não: 46; Abstenção: 3; Total: 395.AprovadaSim
02 de set. de 2026Aprovado o Projeto de Decreto Legislativo nº 995, de 2026 (Aprova a indicação do Sr. Rodrigo Otávio Soares Pacheco para o cargo de Ministro do Tribunal de Contas da União). Sim: 404; Não: 61; Abstenção: 1; Total: 466.Aprovadaparticipou (voto secreto)
12 de ago. de 2026Aprovado o Substitutivo Reformulado ao Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, adotado pela relatora da Comissão de Minas e Energia, ressalvado o destaque. Sim: 318; Não: 113; Abstenção: 1; Total: 432.AprovadaSim
12 de ago. de 2026Aprovado o Substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 80, de 2026, adotado pelo relator da Comissão de Finanças e Tributação. Sim: 327; Não: 26; Total: 353.AprovadaSim
12 de ago. de 2026Rejeitadas as Emendas de Plenário. Sim: 108; Não: 275; Abstenção: 1; Total: 384.RejeitadaNão
14 de jul. de 2026Rejeitada a Emenda de Plenário nº 2. Sim: 134; Não: 285; Abstenção: 2; Total: 421.RejeitadaNão
14 de jul. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 276; Não: 139; Abstenção: 1; Total: 416.AprovadaSim
02 de jul. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 305; Não: 112; Abstenção: 1; Total: 418.AprovadaSim
01 de jul. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 279; Não: 162; Abstenção: 1; Total: 442.AprovadaSim
01 de jul. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 293; Não: 158; Abstenção: 3; Total: 454.AprovadaNão
17 de jun. de 2026Mantido o texto. Sim: 285; Não: 106; Abstenção: 1; Total: 392.—Sim
17 de jun. de 2026Rejeitado o Requerimento. Sim: 117; Não: 250; Total: 367.RejeitadaNão
17 de jun. de 2026Rejeitada a Emenda n° 102. Sim: 22; Não: 378; Abstenção: 1; Total: 401.RejeitadaNão
17 de jun. de 2026Aprovado o Substitutivo ao Projeto de Lei nº 4.133, de 2023, adotado pelo relator da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação. Sim: 308; Não: 129; Abstenção: 1; Total: 438.AprovadaSim
16 de jun. de 2026Aprovada a Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 337, de 2017, adotada pelo relator da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Sim: 417; Não: 19; Total: 436.AprovadaSim
03 de jun. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 311; Não: 135; Abstenção: 2; Total: 448.AprovadaSim
28 de mai. de 2026Aprovada, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição nº 5, de 2023, na forma da Emenda Aglutinativa Substitutiva nº 3. Sim: 385; Não: 93; Abstenção: 7; Total: 485.AprovadaSim
28 de mai. de 2026Mantido o texto. Sim: 342; Não: 113; Abstenção: 5; Total: 460.—Sim

Fontes: Câmara dos Deputados (cota, presença, votações, assessores), TSE (bens e candidaturas), Receita Federal (sócios de empresas) e Portal da Transparência (emendas). Como calculamos.