Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem com os do político, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MKT GUTIERREZ COMUNICACAO LTDA. R$ 22.352 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Marco Brasil pagou R$ 38.000 a MKT GUTIERREZ COMUNICACAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 22.352 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 13.414.687/0001-53. Atividade registrada: agencias de publicidade (CNAE 73114).
Quem pagou esta empresa
- Geraldo Mendes (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 80.000 em 4 pagamentos em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 38.000 em 1 pagamento em 2018
- Geraldo Mendes (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 34.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 22.352 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 38.000 da campanha e R$ 22.352 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO RAINHA DO CAFE LTDA.. R$ 2.266 pagos pela cota em 12 despesas
Na campanha de 2018, Marco Brasil pagou R$ 791 a AUTO POSTO RAINHA DO CAFE LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.266 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 12 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 28.004.508/0001-87. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.266 em 12 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 791 em 5 pagamentos em 2018
- Luisa Canziani (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 520 em 3 pagamentos em 2018
- Padovani (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 791 da campanha e R$ 2.266 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO VIA BRASIL EIRELI. R$ 265 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Marco Brasil pagou R$ 27.032 a POSTO VIA BRASIL EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 265 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.699.196/0001-01. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 48.233 em 8 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 265 em 1 pagamento em 2024
- Beto Richa (PSDB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 221 em 1 pagamento em 2025
- Luciano Ducci (PSB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 27.032 da campanha e R$ 265 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO AVIADOR LTDA. R$ 157 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Marco Brasil pagou R$ 532 a AUTO POSTO AVIADOR LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 157 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 24.195.263/0001-61. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Hermes Parcianello (MDB-PR), despesa de campanha: R$ 8.124 em 9 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 532 em 3 pagamentos em 2018
- Diego Garcia (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 337 em 1 pagamento em 2023
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 157 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 532 da campanha e R$ 157 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 814 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Marco Brasil pagou R$ 5.700 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 814 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.700 da campanha e R$ 814 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
MARCO BRASIL PRODUCOES ARTISTICAS S/S LTDA, sócio MARCO AURELIO RIBEIRO
MARCO AURELIO RIBEIRO aparece como sócio(a) pessoa física de MARCO BRASIL PRODUCOES ARTISTICAS S/S LTDA (CNPJ 02.273.234/0001-38), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Marco Brasil (camara), nome legal comparado: MARCO AURELIO RIBEIRO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AURELIO, MARCO, RIBEIRO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
M.B. NACIONAL PROMOCOES DE EVENTOS LTDA, sócio MARCO AURELIO RIBEIRO
MARCO AURELIO RIBEIRO aparece como sócio(a) pessoa física de M.B. NACIONAL PROMOCOES DE EVENTOS LTDA (CNPJ 09.129.881/0001-10), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Marco Brasil (camara), nome legal comparado: MARCO AURELIO RIBEIRO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AURELIO, MARCO, RIBEIRO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100