Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
OFILOC LOCADORA LTDA. R$ 419.100 pagos pela cota em 66 despesas
Na campanha de 2018, Pastor Eurico pagou R$ 63.600 a OFILOC LOCADORA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 419.100 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 66 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.351.022/0001-10. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 419.100 em 66 pagamentos entre 2023 e 2025
- Coronel Meira (PL-PE), despesa de campanha: R$ 150.750 em 6 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 91.900 em 21 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 63.600 da campanha e R$ 419.100 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
L G BEZERRA CAVALCANTI. R$ 344.375 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2018, Pastor Eurico pagou R$ 210.000 a L G BEZERRA CAVALCANTI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 344.375 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 10.847.357/0001-63. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.005.000 em 27 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 344.375 em 5 pagamentos entre 2023 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 210.000 da campanha e R$ 344.375 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTOS PIATA LTDA. R$ 98.574 pagos pela cota em 76 despesas
Na campanha de 2018, Pastor Eurico pagou R$ 16.086 a POSTOS PIATA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 98.574 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 76 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.151.191/0001-43. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 98.574 em 76 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 74.455 em 47 pagamentos entre 2018 e 2022
- Túlio Gadêlha (PSD-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 367 em 3 pagamentos entre 2023 e 2026
- André Ferreira (PL-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 16.086 da campanha e R$ 98.574 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
IMPERIO ALVORADA ALIMENTOS LTDA. R$ 3.286 pagos pela cota em 33 despesas
Na campanha de 2022, Pastor Eurico pagou R$ 2.356 a IMPERIO ALVORADA ALIMENTOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.286 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 33 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 26.156.092/0001-97. Atividade registrada: restaurantes e outros estabelecimentos de servicos de alimentacao e bebidas (CNAE 56112).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.286 em 33 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.356 em 4 pagamentos em 2022
- Teresa Leitão (PT-PE), cota parlamentar (Senado): R$ 482 em 3 pagamentos em 2025
- Coronel Meira (PL-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 93 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.356 da campanha e R$ 3.286 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ANGELO EDELBERTO GONZAGA DE ARAUJO. R$ 1.157 pagos pela cota em 10 despesas
Na campanha de 2018, Pastor Eurico pagou R$ 690 a ANGELO EDELBERTO GONZAGA DE ARAUJO com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.157 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 10 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.802.605/0001-10. Atividade registrada: restaurantes e outros estabelecimentos de servicos de alimentacao e bebidas (CNAE 56112).
Quem pagou esta empresa
- Humberto Costa (PT-PE), cota parlamentar (Senado): R$ 1.353 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.157 em 10 pagamentos entre 2023 e 2026
- Teresa Leitão (PT-PE), cota parlamentar (Senado): R$ 799 em 3 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 690 em 23 pagamentos em 2018
- Humberto Costa (PT-PE), despesa de campanha: R$ 81 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 690 da campanha e R$ 1.157 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
M. R. DA SILVA GOMES. R$ 800 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2018, Pastor Eurico pagou R$ 231 a M. R. DA SILVA GOMES com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 800 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.815.372/0001-15. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 800 em 3 pagamentos em 2026
- Renildo Calheiros (PCdoB-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 600 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 231 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 231 da campanha e R$ 800 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ISABELLA MATIAS ARAUJO CRUZ. R$ 430 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2018, Pastor Eurico pagou R$ 198 a ISABELLA MATIAS ARAUJO CRUZ com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 430 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 27.168.026/0001-08. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 430 em 2 pagamentos em 2026
- Carlos Veras (PT-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 381 em 3 pagamentos em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 198 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 198 da campanha e R$ 430 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
E C RODRIGUES FILHO RESTAURANTE. R$ 280 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Pastor Eurico pagou R$ 3.964 a E C RODRIGUES FILHO RESTAURANTE com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 280 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.291.824/0001-07. Atividade registrada: restaurantes e outros estabelecimentos de servicos de alimentacao e bebidas (CNAE 56112).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.964 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 280 em 4 pagamentos entre 2023 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.964 da campanha e R$ 280 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SEVERINO E ELIZABETE E COMPANHIA LTDA. R$ 86 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Pastor Eurico pagou R$ 113 a SEVERINO E ELIZABETE E COMPANHIA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 86 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.930.891/0001-97. Atividade registrada: restaurantes e outros estabelecimentos de servicos de alimentacao e bebidas (CNAE 56112).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 113 em 2 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 86 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 113 da campanha e R$ 86 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100