Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
VAI DE BOA TECNOLOGIA LTDA, sócio HUGO LEAL MELO DA SILVA
HUGO LEAL MELO DA SILVA aparece como sócio(a) pessoa física de VAI DE BOA TECNOLOGIA LTDA (CNPJ 46.964.154/0001-02), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Hugo Leal (camara), nome legal comparado: HUGO LEAL MELO DA SILVA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: HUGO, LEAL, MELO, SILVA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
Z-EYHMEPIA BRAZIL SERVICOS DE GEOLOGIA LTDA, sócio HUGO LEAL MELO DA SILVA
HUGO LEAL MELO DA SILVA aparece como sócio(a) pessoa física de Z-EYHMEPIA BRAZIL SERVICOS DE GEOLOGIA LTDA (CNPJ 04.702.780/0001-72), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Hugo Leal (camara), nome legal comparado: HUGO LEAL MELO DA SILVA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: HUGO, LEAL, MELO, SILVA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
LEAL E MOTTA ADVOGADOS ASSOCIADOS, sócio HUGO LEAL MELO DA SILVA
HUGO LEAL MELO DA SILVA aparece como sócio(a) pessoa física de LEAL E MOTTA ADVOGADOS ASSOCIADOS (CNPJ 52.139.560/0001-25), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Hugo Leal (camara), nome legal comparado: HUGO LEAL MELO DA SILVA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: HUGO, LEAL, MELO, SILVA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
LAUGUI IMOVEIS LTDA, sócio HUGO LEAL MELO DA SILVA
HUGO LEAL MELO DA SILVA aparece como sócio(a) pessoa física de LAUGUI IMOVEIS LTDA (CNPJ 50.450.087/0001-77), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Hugo Leal (camara), nome legal comparado: HUGO LEAL MELO DA SILVA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: HUGO, LEAL, MELO, SILVA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO PARQUE DO FLAMENGO LIMITADA. R$ 17.289 pagos pela cota em 19 despesas
Na campanha de 2018, Hugo Leal pagou R$ 1.876 a AUTO POSTO PARQUE DO FLAMENGO LIMITADA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 17.289 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 19 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 42.363.077/0001-76. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 19.711 em 21 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 17.289 em 19 pagamentos entre 2023 e 2025
- Marcelo Queiroz (PSDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 264 em 1 pagamento em 2025
- Helio Lopes (PL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 220 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.876 da campanha e R$ 17.289 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AN SOCIAL AGENCIA DIGITAL LTDA. R$ 64.000 pagos pela cota em 8 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Hugo Leal pagou R$ 64.000 a AN SOCIAL AGENCIA DIGITAL LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 15.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 34.898.879/0001-52. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 96.000 em 12 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 15.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 15.000 da campanha e R$ 64.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO MAQUINE LTDA. R$ 36.662 pagos pela cota em 173 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Hugo Leal pagou R$ 36.662 a AUTO POSTO MAQUINE LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 173 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 4.281 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 42.357.715/0001-46. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 50.670 em 236 pagamentos entre 2024 e 2026
- Tarcísio Motta (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 19.139 em 84 pagamentos entre 2024 e 2026
- Murillo Gouvea (PSDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 5.543 em 20 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 4.281 em 19 pagamentos em 2026
- Helio Lopes (PL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.143 em 12 pagamentos entre 2024 e 2026
- Roberto Monteiro Pai (PL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.095 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
- General Pazuello (PL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.709 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Portinho (PL-RJ), cota parlamentar (Senado): R$ 1.443 em 8 pagamentos entre 2023 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 4.281 da campanha e R$ 36.662 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LOCALIZA RENT A CAR SA. R$ 33.362 pagos pela cota em 8 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Hugo Leal pagou R$ 33.362 a LOCALIZA RENT A CAR SA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 513 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 16.670.085/0001-55. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- Marco Brasil (PP-PR), despesa de campanha: R$ 130.336 em 59 pagamentos em 2018
- Pedro Lupion (REPUBLICANOS-PR), despesa de campanha: R$ 129.100 em 37 pagamentos entre 2018 e 2022
- Raimundo Santos (PSD-PA), despesa de campanha: R$ 116.559 em 10 pagamentos em 2026
- Natália Bonavides (PT-RN), despesa de campanha: R$ 107.613 em 20 pagamentos entre 2022 e 2026
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 92.581 em 4 pagamentos em 2026
- Luiz Carlos (PSDB-AP), despesa de campanha: R$ 75.192 em 2 pagamentos em 2026
- Cobalchini (MDB-SC), despesa de campanha: R$ 73.550 em 27 pagamentos em 2022
- Marcelo Moraes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 69.468 em 6 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 513 da campanha e R$ 33.362 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POWER PRINT GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 11.950 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Hugo Leal pagou R$ 11.950 a POWER PRINT GRAFICA E EDITORA LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 81.792 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 19.753.199/0001-57. Atividade registrada: impressao de jornais, livros, revistas e outras publicacoes periodicas (CNAE 18113).
Quem pagou esta empresa
- Marcos Tavares (PDT-RJ), despesa de campanha: R$ 82.120 em 5 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 81.792 em 13 pagamentos em 2026
- Bebeto (PP-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 15.000 em 1 pagamento em 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 11.950 em 1 pagamento em 2025
- Roberto Monteiro Pai (PL-RJ), despesa de campanha: R$ 9.600 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 81.792 da campanha e R$ 11.950 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 65 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO SERVICO BOM VALE LTDA. R$ 189 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Hugo Leal pagou R$ 150 a AUTO SERVICO BOM VALE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 189 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.008.284/0001-98. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Jorge Braz (REPUBLICANOS-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 445 em 2 pagamentos entre 2024 e 2025
- Bandeira de Mello (PV-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 278 em 1 pagamento em 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 189 em 1 pagamento em 2024
- Bebeto (PP-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 187 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 150 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 150 da campanha e R$ 189 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100