Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem com os do político, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
INFINITY MARKETING DIGITAL RIO LTDA. R$ 63.000 pagos pela cota em 9 despesas
Na campanha de 2022, Otoni de Paula pagou R$ 70.000 a INFINITY MARKETING DIGITAL RIO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 63.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 41.638.680/0001-50. Atividade registrada: agencias de publicidade (CNAE 73114).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 70.000 em 4 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 63.000 em 9 pagamentos entre 2024 e 2025
- Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), despesa de campanha: R$ 22.500 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 70.000 da campanha e R$ 63.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
A3 SERVICOS DE PUBLICIDADE E COMUNICACAO LTDA. R$ 48.000 pagos pela cota em 6 despesas
Na campanha de 2022, Otoni de Paula pagou R$ 20.000 a A3 SERVICOS DE PUBLICIDADE E COMUNICACAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 48.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 32.433.119/0001-44. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- Daniela do Waguinho (REPUBLICANOS-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 174.000 em 29 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 56.000 em 7 pagamentos em 2023
- Luciano Vieira (PSDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 42.000 em 6 pagamentos em 2025
- Ricardo Abrão (PSDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 33.600 em 5 pagamentos em 2023
- Márcio Labre (PL-RJ), despesa de campanha: R$ 20.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 20.000 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 20.000 da campanha e R$ 48.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
N N Y. MARKETING DIRETO E SOLUCOES INTELIGENTES LTDA. R$ 216.000 pagos pela cota em 8 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Otoni de Paula pagou R$ 216.000 a N N Y. MARKETING DIRETO E SOLUCOES INTELIGENTES LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 232.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 33.354.439/0001-71. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 326.000 em 13 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 232.000 em 1 pagamento em 2026
- Saulo Pedroso (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 227.000 em 7 pagamentos entre 2025 e 2026
- Beto Richa (PSDB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 130.500 em 10 pagamentos em 2023
- Luisa Canziani (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 100.000 em 1 pagamento em 2022
- Hermes Klann (PL-SC), cota parlamentar (Senado): R$ 57.000 em 3 pagamentos em 2026
- Luisa Canziani (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 45.620 em 3 pagamentos em 2023
- Jorge Seif (PL-SC), cota parlamentar (Senado): R$ 38.000 em 2 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 232.000 da campanha e R$ 216.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO REDE PARCEIRO ANIL LTDA. R$ 17.196 pagos pela cota em 68 despesas
Na campanha de 2022, Otoni de Paula pagou R$ 35.000 a AUTO POSTO REDE PARCEIRO ANIL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 17.196 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 68 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 30.865.289/0001-72. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 35.000 em 213 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 17.666 em 69 pagamentos entre 2023 e 2026
- Jorge Braz (REPUBLICANOS-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 7.569 em 33 pagamentos entre 2025 e 2026
- Sargento Portugal (PODE-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 607 em 2 pagamentos em 2026
- Max Lemos (UNIÃO-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 348 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 35.000 da campanha e R$ 17.196 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PAPALEGUAS LOCACOES DE VEICULOS LTDA. R$ 27.000 pagos pela cota em 3 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Otoni de Paula pagou R$ 27.000 a PAPALEGUAS LOCACOES DE VEICULOS LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 28.200 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 50.422.058/0001-00. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 28.200 em 7 pagamentos em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 27.000 em 3 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 28.200 da campanha e R$ 27.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
IGREJA EVANGELICA CENTRO EVANGELISTICO MISSAO VIDA, sócio OTONI MOURA DE PAULO JUNIOR
OTONI MOURA DE PAULO JUNIOR aparece como sócio(a) pessoa física de IGREJA EVANGELICA CENTRO EVANGELISTICO MISSAO VIDA (CNPJ 03.047.668/0001-82), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Otoni de Paula (camara), nome legal comparado: OTONI MOURA DE PAULO JUNIOR. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: JUNIOR, MOURA, OTONI, PAULO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
IGREJA EVANGELICA CENTRO EVANGELISTICO MISSAO VIDA NA BARRA DA TIJUCA, sócio OTONI MOURA DE PAULO JUNIOR
OTONI MOURA DE PAULO JUNIOR aparece como sócio(a) pessoa física de IGREJA EVANGELICA CENTRO EVANGELISTICO MISSAO VIDA NA BARRA DA TIJUCA (CNPJ 11.428.569/0001-79), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Otoni de Paula (camara), nome legal comparado: OTONI MOURA DE PAULO JUNIOR. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: JUNIOR, MOURA, OTONI, PAULO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100