O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CENTER FILMES AUDIOVISUAL LTDA. R$ 477.500 pagos pela cota em 38 despesas
Na campanha de 2022, Fernando Mineiro pagou R$ 206.000 a CENTER FILMES AUDIOVISUAL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 477.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 38 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.714.391/0001-18. Atividade registrada: atividades de producao cinematografica de videos e de programas de televisao (CNAE 59111).
Quem pagou esta empresa
- Zenaide Maia (PSD-RN), despesa de campanha: R$ 577.929 em 5 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 477.500 em 38 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 406.000 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
- Natália Bonavides (PT-RN), despesa de campanha: R$ 230.000 em 3 pagamentos entre 2022 e 2026
- Luiz Couto (PT-PB), despesa de campanha: R$ 49.975 em 1 pagamento em 2022
- Frei Anastacio Ribeiro (PT-PB), despesa de campanha: R$ 25.500 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 206.000 da campanha e R$ 477.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MARICLEYDSON COSTA DA SILVA. R$ 117.600 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2018, Fernando Mineiro pagou R$ 93.560 a MARICLEYDSON COSTA DA SILVA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 117.600 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 17.340.447/0001-02. Atividade registrada: impressao de jornais livros revistas e outras publicacoes periodicas (CNAE 18113).
Quem pagou esta empresa
- Sargento Gonçalves (PL-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 540.100 em 7 pagamentos entre 2023 e 2026
- Benes Leocádio (UNIÃO-RN), despesa de campanha: R$ 395.225 em 33 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 357.520 em 124 pagamentos entre 2018 e 2026
- Sargento Gonçalves (PL-RN), despesa de campanha: R$ 169.260 em 14 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 117.600 em 4 pagamentos entre 2023 e 2024
- General Girão (PL-RN), despesa de campanha: R$ 54.000 em 1 pagamento em 2026
- Natália Bonavides (PT-RN), despesa de campanha: R$ 22.200 em 4 pagamentos em 2026
- Carla Dickson (PL-RN), despesa de campanha: R$ 2.100 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 93.560 da campanha e R$ 117.600 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AM SERVICOS E LOCACAO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA EIRELI. R$ 62.256 pagos pela cota em 34 despesas
Na campanha de 2018, Fernando Mineiro pagou R$ 4.221 a AM SERVICOS E LOCACAO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 62.256 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 34 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.999.366/0001-77. Atividade registrada: aluguel de maquinas e equipamentos para escritorio (CNAE 77331).
Quem pagou esta empresa
- Natália Bonavides (PT-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 197.431 em 128 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 62.256 em 34 pagamentos entre 2023 e 2026
- Paulinho Freire (UNIÃO-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 56.025 em 23 pagamentos entre 2023 e 2024
- Benes Leocádio (UNIÃO-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 37.711 em 43 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carla Dickson (PL-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 23.725 em 14 pagamentos em 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 7.042 em 10 pagamentos entre 2018 e 2026
- Benes Leocádio (UNIÃO-RN), despesa de campanha: R$ 2.570 em 6 pagamentos entre 2018 e 2022
- Natália Bonavides (PT-RN), despesa de campanha: R$ 2.440 em 8 pagamentos entre 2018 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 4.221 da campanha e R$ 62.256 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ESTUDIO FOTOGRAFICO GIOVANNI SERGIO E PRODUCOES LTDA. R$ 20.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Fernando Mineiro pagou R$ 30.847 a ESTUDIO FOTOGRAFICO GIOVANNI SERGIO E PRODUCOES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 20.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 40.782.161/0001-07. Atividade registrada: atividades fotograficas e similares (CNAE 74200).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 30.847 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 20.000 em 1 pagamento em 2023
- Carla Dickson (PL-RN), despesa de campanha: R$ 2.500 em 1 pagamento em 2018
- Walter Alves (MDB-RN), despesa de campanha: R$ 1.500 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 30.847 da campanha e R$ 20.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
22.808.511 PEDRO HENRIQUE MEDEIROS MENDONCA DE SOUZA. R$ 60.000 pagos pela cota em 4 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Fernando Mineiro pagou R$ 60.000 a 22.808.511 PEDRO HENRIQUE MEDEIROS MENDONCA DE SOUZA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 30.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 22.808.511/0001-77. Atividade registrada: atividades fotograficas e similares (CNAE 74200).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 60.000 em 4 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 30.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 30.000 da campanha e R$ 60.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
H V O - EMPREENDIMENTOS TURISTICOS E LAZER LTDA. R$ 7.360 pagos pela cota em 15 despesas
Na campanha de 2018, Fernando Mineiro pagou R$ 1.628 a H V O - EMPREENDIMENTOS TURISTICOS E LAZER LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 7.360 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 15 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 70.039.003/0001-14. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 7.360 em 15 pagamentos entre 2023 e 2024
- Natália Bonavides (PT-RN), despesa de campanha: R$ 3.240 em 2 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.628 em 4 pagamentos em 2018
- General Girão (PL-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 637 em 3 pagamentos em 2024
- Benes Leocádio (UNIÃO-RN), despesa de campanha: R$ 510 em 1 pagamento em 2018
- Styvenson Valentim (PODE-RN), cota parlamentar (Senado): R$ 468 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.628 da campanha e R$ 7.360 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
CENTER FILMES AUDIOVISUAL LTDA. R$ 955.000 pagos pela cota em 76 despesas
Fernando Mineiro destinou R$ 250.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a CENTER FILMES AUDIOVISUAL LTDA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 955.000 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (76 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 08.714.391/0001-18.
Quem pagou esta empresa
- Zenaide Maia (PSD-RN), despesa de campanha: R$ 577.929 em 5 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 477.500 em 38 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 406.000 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
- Natália Bonavides (PT-RN), despesa de campanha: R$ 230.000 em 3 pagamentos entre 2022 e 2026
- Luiz Couto (PT-PB), despesa de campanha: R$ 49.975 em 1 pagamento em 2022
- Frei Anastacio Ribeiro (PT-PB), despesa de campanha: R$ 25.500 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CONTEMPORANEA ASSESSORIA E COMUNICACAO INTELIGENTE LTDA. R$ 23.000 pagos pela cota em 8 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Fernando Mineiro pagou R$ 23.000 a CONTEMPORANEA ASSESSORIA E COMUNICACAO INTELIGENTE LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 27.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 59.928.509/0001-41. Atividade registrada: agencias de publicidade (CNAE 73114).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 27.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 23.000 em 8 pagamentos entre 2025 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 27.000 da campanha e R$ 23.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JOSE HUMBERTO BONIFACIO DE SALES ***.318.214-**. R$ 4.107 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Fernando Mineiro pagou R$ 5.000 a JOSE HUMBERTO BONIFACIO DE SALES ***.318.214-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.107 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 19.906.581/0001-53. Atividade registrada: atividades fotograficas e similares (CNAE 74200).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 5.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.107 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.000 da campanha e R$ 4.107 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JMI COMERCIO DE DERIVADOS DE PETROLEO LTDA.. R$ 2.189 pagos pela cota em 9 despesas
Na campanha de 2018, Fernando Mineiro pagou R$ 2.918 a JMI COMERCIO DE DERIVADOS DE PETROLEO LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.189 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 14.378.801/0005-23. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.918 em 3 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.189 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- Natália Bonavides (PT-RN), despesa de campanha: R$ 1.542 em 4 pagamentos entre 2022 e 2026
- Benes Leocádio (UNIÃO-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 603 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
- Sargento Gonçalves (PL-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 415 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.918 da campanha e R$ 2.189 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIAL T T LTDA. R$ 1.433 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Fernando Mineiro pagou R$ 1.478 a COMERCIAL T T LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.433 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.009.904/0001-00. Atividade registrada: comercio varejista de livros jornais revistas e papelaria (CNAE 47610).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.478 em 8 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.433 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.478 da campanha e R$ 1.433 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. R$ 30.207 pagos pela cota em 14 despesas
Fernando Mineiro destinou R$ 250.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. Separadamente, o gabinete pagou R$ 30.207 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (14 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 13.347.016/0001-17.
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 65 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
ITALO BEETHOVEN PEREIRA CORREIA. R$ 23.000 pagos pela cota em 8 despesas
Fernando Mineiro destinou R$ 250.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a ITALO BEETHOVEN PEREIRA CORREIA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 23.000 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (8 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 59.928.509/0001-41.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 27.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 23.000 em 8 pagamentos entre 2025 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 60 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIO DE COMBUSTIVEIS E DERIVADOS DO PETROLEO LTDA. R$ 239 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Fernando Mineiro pagou R$ 1.270 a COMERCIO DE COMBUSTIVEIS E DERIVADOS DO PETROLEO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 239 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 33.176.486/0001-72. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Natália Bonavides (PT-RN), despesa de campanha: R$ 1.672 em 2 pagamentos em 2026
- Sargento Gonçalves (PL-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.277 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.270 em 1 pagamento em 2022
- Paulinho Freire (UNIÃO-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 650 em 3 pagamentos em 2024
- Natália Bonavides (PT-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 260 em 1 pagamento em 2023
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 239 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.270 da campanha e R$ 239 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PARELHAS GAS LTDA. R$ 202 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Fernando Mineiro pagou R$ 13.534 a PARELHAS GAS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 202 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 24.206.617/0008-00. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Natália Bonavides (PT-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 112.722 em 48 pagamentos entre 2023 e 2026
- Robinson Faria (PP-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 92.492 em 47 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 16.343 em 23 pagamentos entre 2022 e 2026
- Benes Leocádio (UNIÃO-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 4.163 em 17 pagamentos entre 2023 e 2026
- Styvenson Valentim (PODE-RN), despesa de campanha: R$ 3.740 em 9 pagamentos em 2026
- Sargento Gonçalves (PL-RN), despesa de campanha: R$ 1.969 em 2 pagamentos em 2026
- Robinson Faria (PP-RN), despesa de campanha: R$ 687 em 2 pagamentos em 2022
- Zenaide Maia (PSD-RN), cota parlamentar (Senado): R$ 413 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 13.534 da campanha e R$ 202 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100