Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CRITERIO COMUNICACAO LTDA. R$ 133.159 pagos pela cota em 19 despesas
Na campanha de 2022, Franciane Bayer pagou R$ 76.702 a CRITERIO COMUNICACAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 133.159 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 19 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 14.938.065/0001-97. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- Pedro Westphalen (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 162.400 em 28 pagamentos entre 2023 e 2025
- Any Ortiz (PP-RS), despesa de campanha: R$ 145.000 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
- Pedro Westphalen (PP-RS), despesa de campanha: R$ 135.000 em 5 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 133.159 em 19 pagamentos entre 2023 e 2025
- Zucco (PL-RS), despesa de campanha: R$ 114.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 76.702 em 1 pagamento em 2022
- Márcio Biolchi (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 63.900 em 12 pagamentos entre 2024 e 2025
- Marcel van Hattem (NOVO-RS), despesa de campanha: R$ 30.000 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 76.702 da campanha e R$ 133.159 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GARAGEM SIQUEIRA CAMPOS SOCIEDADE SIMPLES LTDA. R$ 2.594 pagos pela cota em 13 despesas
Na campanha de 2022, Franciane Bayer pagou R$ 1.268 a GARAGEM SIQUEIRA CAMPOS SOCIEDADE SIMPLES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.594 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 13 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 92.956.176/0001-30. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 7.549 em 9 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.594 em 13 pagamentos entre 2023 e 2026
- Bibo Nunes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.582 em 9 pagamentos entre 2025 e 2026
- Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.265 em 7 pagamentos entre 2023 e 2026
- Zucco (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.201 em 6 pagamentos entre 2024 e 2026
- Pompeo de Mattos (PDT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.092 em 6 pagamentos entre 2023 e 2024
- Márcio Biolchi (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 550 em 2 pagamentos em 2025
- Hamilton Mourão (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 425 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.268 da campanha e R$ 2.594 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ISIS R. DE V. MARTINS. R$ 42.000 pagos pela cota em 5 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Franciane Bayer pagou R$ 42.000 a ISIS R. DE V. MARTINS com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 80.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 49.700.039/0001-00. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 80.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 42.000 em 5 pagamentos em 2026
- Paulo Azi (UNIÃO-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 23.500 em 2 pagamentos em 2026
- Leur Lomanto Júnior (UNIÃO-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 23.500 em 2 pagamentos em 2026
- Leur Lomanto Júnior (UNIÃO-BA), despesa de campanha: R$ 17.165 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 80.000 da campanha e R$ 42.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTOLOCADORA LINCK MELLO LTDA. R$ 37.783 pagos pela cota em 12 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Franciane Bayer pagou R$ 37.783 a AUTOLOCADORA LINCK MELLO LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 12 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 18.250 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 09.146.749/0001-16. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- Bibo Nunes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 382.677 em 82 pagamentos entre 2023 e 2026
- Paulo Paim (PT-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 221.872 em 93 pagamentos entre 2023 e 2026
- Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 181.500 em 25 pagamentos entre 2024 e 2026
- Giovani Cherini (PL-RS), despesa de campanha: R$ 136.558 em 54 pagamentos entre 2022 e 2026
- Reginete Bispo (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 123.970 em 38 pagamentos entre 2023 e 2025
- Zucco (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 123.186 em 31 pagamentos entre 2024 e 2026
- Ronaldo Nogueira (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 60.725 em 17 pagamentos entre 2024 e 2025
- Bibo Nunes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 59.904 em 13 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 18.250 da campanha e R$ 37.783 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
CANISIO RAMBO EIRELI. R$ 2.400 pagos pela cota em 11 despesas
Na campanha de 2022, Franciane Bayer pagou R$ 690 a CANISIO RAMBO EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.400 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 91.128.140/0001-03. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- Márcio Biolchi (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 6.120 em 22 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.400 em 11 pagamentos entre 2023 e 2025
- Hamilton Mourão (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 1.070 em 6 pagamentos entre 2023 e 2024
- Daniel Trzeciak (PSDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 800 em 4 pagamentos em 2025
- Hamilton Mourão (REPUBLICANOS-RS), despesa de campanha: R$ 770 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 690 em 1 pagamento em 2022
- Carlos Gomes (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 650 em 3 pagamentos em 2026
- Luis Carlos Heinze (PP-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 450 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 690 da campanha e R$ 2.400 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ROTA POA COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA. R$ 1.410 pagos pela cota em 7 despesas
Na campanha de 2022, Franciane Bayer pagou R$ 105 a ROTA POA COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.410 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 7 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 32.627.270/0001-13. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Pedro Westphalen (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 20.970 em 124 pagamentos entre 2023 e 2026
- Márcio Biolchi (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.843 em 13 pagamentos entre 2023 e 2026
- Heitor Schuch (PSD-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.839 em 10 pagamentos entre 2024 e 2026
- Zucco (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.603 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.410 em 7 pagamentos entre 2023 e 2026
- Any Ortiz (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.146 em 9 pagamentos entre 2024 e 2026
- Luciano Azevedo (PSD-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 315 em 1 pagamento em 2024
- Osmar Terra (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 310 em 2 pagamentos em 2024
R$ 105 da campanha e R$ 1.410 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
IRMAOS BASSOTTO LTDA. R$ 1.215 pagos pela cota em 6 despesas
Na campanha de 2022, Franciane Bayer pagou R$ 152 a IRMAOS BASSOTTO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.215 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 97.168.124/0002-01. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Luis Carlos Heinze (PP-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 6.010 em 25 pagamentos entre 2023 e 2024
- Pedro Westphalen (PP-RS), despesa de campanha: R$ 2.398 em 4 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.215 em 6 pagamentos entre 2023 e 2024
- Covatti Filho (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 410 em 1 pagamento em 2023
- Afonso Motta (PDT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 332 em 2 pagamentos em 2024
- Hamilton Mourão (REPUBLICANOS-RS), despesa de campanha: R$ 280 em 1 pagamento em 2022
- Pedro Westphalen (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 260 em 1 pagamento em 2023
- Giovani Feltes (MDB-RS), despesa de campanha: R$ 260 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 152 da campanha e R$ 1.215 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PLANALTO TRANSPORTES LTDA. R$ 2.227 pagos pela cota em 12 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Franciane Bayer pagou R$ 2.227 a PLANALTO TRANSPORTES LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 12 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 293 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 95.592.077/0001-04. Atividade registrada: transporte rodoviario coletivo de passageiros, com itinerario fixo, intermunicipal, interestadual e (CNAE 49221).
Quem pagou esta empresa
- Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 25.053 em 146 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 8.193 em 51 pagamentos entre 2023 e 2026
- Zucco (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.216 em 12 pagamentos entre 2024 e 2025
- Fernanda Melchionna (PSOL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.337 em 16 pagamentos entre 2023 e 2026
- Bohn Gass (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.860 em 7 pagamentos entre 2024 e 2026
- Márcio Biolchi (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.113 em 4 pagamentos entre 2023 e 2026
- Daiana Santos (PCdoB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 951 em 5 pagamentos entre 2023 e 2026
- Fernanda Melchionna (PSOL-RS), despesa de campanha: R$ 882 em 11 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 293 da campanha e R$ 2.227 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 60 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ABASTECEDORA DE COMBUSTIVEIS MARESIA EIRELI. R$ 756 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Franciane Bayer pagou R$ 305 a ABASTECEDORA DE COMBUSTIVEIS MARESIA EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 756 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 30.357.782/0001-81. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 756 em 4 pagamentos entre 2024 e 2026
- Bibo Nunes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 447 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 305 em 2 pagamentos em 2022
- Pompeo de Mattos (PDT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 305 da campanha e R$ 756 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SIM REDE DE POSTOS LTDA. R$ 330 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Franciane Bayer pagou R$ 385 a SIM REDE DE POSTOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 330 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.473.735/0183-90. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Luis Carlos Heinze (PP-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 6.843 em 27 pagamentos entre 2023 e 2026
- Fernanda Melchionna (PSOL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 5.541 em 33 pagamentos entre 2023 e 2026
- Afonso Hamm (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 4.137 em 26 pagamentos entre 2023 e 2026
- Afonso Motta (PDT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.903 em 7 pagamentos entre 2023 e 2026
- Bibo Nunes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.109 em 5 pagamentos entre 2023 e 2025
- Marcon (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 614 em 3 pagamentos em 2025
- Márcio Biolchi (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 560 em 2 pagamentos entre 2025 e 2026
- Maria do Rosário (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 552 em 3 pagamentos entre 2024 e 2026
R$ 385 da campanha e R$ 330 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO DOCENTRO VENDA DE COMBUSTIVEIS LTDA.. R$ 220 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Franciane Bayer pagou R$ 188 a POSTO DOCENTRO VENDA DE COMBUSTIVEIS LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 220 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 38.614.712/0001-73. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Heitor Schuch (PSD-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 559 em 2 pagamentos em 2023
- Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 254 em 1 pagamento em 2024
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 220 em 1 pagamento em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 188 em 1 pagamento em 2022
- Paulo Paim (PT-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 150 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 188 da campanha e R$ 220 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100